No ano passado conseguimos embarcar nossos filhos em uma viagem e ficamos sós para podermos no curtir “como nos velhos tempos”. Resolvemos, então, seguir para nossa casa de praia. Já instalados, com trajes de banho fomos à piscina. Marcella resolveu entrar na água e fiquei admirando seu corpo, que estava escondido em um maiô preto que delineava bem suas curvas. Quando voltou da água sugeri que o tirasse porque estávamos sós e ela poderia se bronzear melhor. Aceita a proposta, deitou-se nua na toalha que estava ao lado da minha cadeira. Tirei meu calção e dei um mergulho para refrescar. Quando saía da piscina pude observar que ela havia mudado de posição colocando-se de costas. Não resisti e lentamente fui chegando até ela que arrepiou-se ao sentir a temperatura do meu corpo ainda molhado. Vagarosamente fui tocando o seu corpo com minha boca e não demorou muito estava com minha boca tomando totalmente sua boceta cuidadosamente depilada. Com a língua fazia movimentos circulares em seu clitóris. Seu corpo começou a retesar e não demorou muito senti o gosto de sua vagina mudar para mais amargo e pude perceber que ela gozava em convulsões. Que tesão de mulher. Parei a seu pedido e voltei para água. Ela com um sorriso maroto em seus lábios me seguiu e pedi que me sentasse na borda da piscina, numa clara demonstração de que iria me chupar. Sentei e aguardei o seu ataque que começou pelo saco, foi até o meu rabo, demorou-se ali tentando penetrar-me com a língua. Uma das mão me apertava levemente o mamilo esquerdo, enquanto a outra tentava abrir minhas nádegas para permitir um melhor acesso de sua língua. Meu pau já estava mais do que duro e começava a pingar. Ela mais do que rápido percebendo isso molhou a ponta de seu dedo anular com o meu líquido e levou-o até a entrada de meu rabinho. Estanhei, mas cedi, ao mesmo tempo em que forçava uma penetração, levou a boca até a glande e passou a fazer movimentos rápidos com a língua, levando-me ao delírio. Quando dei por mim ela já estava com dois dedos enfiados em meu rabo e fazia movimentos de vai e vem enquanto me chupava. Pensei “se deixar que ela continue vou gozar”. Com delicadeza puxei seu rosto e dei-lhe um beijo de língua demorado ao mesmo tempo em que me desvencialhava de seus dedos que insistiam em me penetrar. Sentei-me no degrau da piscina e trouxe-a junto a mim, sentindo meu pau penetra-lhe facilmente porque ela estava toda úmida, pela excitação. Fiquei parado apenas assistindo ela se mexendo em movimentos forçados da cintura tentando me fazer penetrá-la o mais que podia. Às vezes levava a boca a seus mamilos e os mordiscava levemente, fazendo com que ela perdesse o ritmo. Enfiei um dedo teimoso em seu rabinho e percebi aceitação, me animei e enfiei outro e os deixei ali sem fazer nenhum movimento. Senti que sua respiração aumentava, o que anunciava seu gozo próximo, segurei o seu corpo para que parasse comigo completamente dentro dela. Uma explosão de prazer e gemidos aconteceu. Ela gozava loucamente em movimentos convulsivos. Me segurei para não gozar. Ela gozava uma vez atrás da outra e isso me deixava muito feliz, afinal tudo aquilo era por minha causa. Ela parou lentamente, se abraçando a mim e beijando-me apaixonadamente. Levantou-se e puxando-me pela mão levou-me até debaixo do guarda sol onde havia um colchonete. Pediu que eu me deitasse, enquanto mexia em sua bolsa de praia. Obedeci, meio ressabiado, quando então perguntei o que ela pretendia, recebendo como resposta que iria me fazer gozar também, só que desta vez seria um pouco diferente. Fiquei na expectativa. Ela me beijou longamente, levou a boca aos meus mamilos chupando demoradamente cada um deles. Pegou em meu pau, bateu uma punheta lentamente. Com a boca tocou meus pelos pubianos e levou a língua à base de meu pau. Colocou um testículo de cada vez em sua boca. Lambeu o saco e mais uma vez chupou meu cu. Percebendo que eu gostava disse “você gosta né? Eu também” Colocou a glande em sua boca e tentou engolir o meu pau completamente. Senti os seus dedos mais uma vez explorando me rabo, mas desta vez estavam lubrificados com algum creme hidratante, o que facilitou o acesso. Mais beijo na boca e eu estava com dois dedos enfiados em meu rabo. Movimentos de vai e vem faziam com que eu curtisse bastante aquele momento. De repente eu ouço: “quero que goze em minha boca”. Foi a gota d’água, mal ela aproximou a boca do meu pau eu já estava gozando. Ela acolheu tudo o que pode e me beijou em seguida, dividindo comigo o que havia conseguido reter. Retirou lentamente os dedos do meu rabo. Chupou-me a ponto de limpar meu pau e se permitiu ser chupada até gozar mais uma vez em minha boca. Deitamos abraçados no colchonete e ela me confessou que qualquer dia queria me comer com um consolo. Que embora se sentisse fêmea e me quisesse como o homem de sua vida, gostava de se sentir dona da situação e de me fazer gozar daquele jeito. Perguntei se não tinha vontade de fazer sexo com outro e ela me respondeu que até tinha, mas desde que eu estivesse junto à ela. Quem sabe um dia....
Na casa de praia
No ano passado conseguimos embarcar nossos filhos em uma viagem e ficamos sós para podermos no curtir “como nos velhos tempos”. Resolvemos, então, seguir para nossa casa de praia. Já instalados, com trajes de banho fomos à piscina. Marcella resolveu entrar na água e fiquei admirando seu corpo, que estava escondido em um maiô preto que delineava bem suas curvas. Quando voltou da água sugeri que o tirasse porque estávamos sós e ela poderia se bronzear melhor. Aceita a proposta, deitou-se nua na toalha que estava ao lado da minha cadeira. Tirei meu calção e dei um mergulho para refrescar. Quando saía da piscina pude observar que ela havia mudado de posição colocando-se de costas. Não resisti e lentamente fui chegando até ela que arrepiou-se ao sentir a temperatura do meu corpo ainda molhado. Vagarosamente fui tocando o seu corpo com minha boca e não demorou muito estava com minha boca tomando totalmente sua boceta cuidadosamente depilada. Com a língua fazia movimentos circulares em seu clitóris. Seu corpo começou a retesar e não demorou muito senti o gosto de sua vagina mudar para mais amargo e pude perceber que ela gozava em convulsões. Que tesão de mulher. Parei a seu pedido e voltei para água. Ela com um sorriso maroto em seus lábios me seguiu e pedi que me sentasse na borda da piscina, numa clara demonstração de que iria me chupar. Sentei e aguardei o seu ataque que começou pelo saco, foi até o meu rabo, demorou-se ali tentando penetrar-me com a língua. Uma das mão me apertava levemente o mamilo esquerdo, enquanto a outra tentava abrir minhas nádegas para permitir um melhor acesso de sua língua. Meu pau já estava mais do que duro e começava a pingar. Ela mais do que rápido percebendo isso molhou a ponta de seu dedo anular com o meu líquido e levou-o até a entrada de meu rabinho. Estanhei, mas cedi, ao mesmo tempo em que forçava uma penetração, levou a boca até a glande e passou a fazer movimentos rápidos com a língua, levando-me ao delírio. Quando dei por mim ela já estava com dois dedos enfiados em meu rabo e fazia movimentos de vai e vem enquanto me chupava. Pensei “se deixar que ela continue vou gozar”. Com delicadeza puxei seu rosto e dei-lhe um beijo de língua demorado ao mesmo tempo em que me desvencialhava de seus dedos que insistiam em me penetrar. Sentei-me no degrau da piscina e trouxe-a junto a mim, sentindo meu pau penetra-lhe facilmente porque ela estava toda úmida, pela excitação. Fiquei parado apenas assistindo ela se mexendo em movimentos forçados da cintura tentando me fazer penetrá-la o mais que podia. Às vezes levava a boca a seus mamilos e os mordiscava levemente, fazendo com que ela perdesse o ritmo. Enfiei um dedo teimoso em seu rabinho e percebi aceitação, me animei e enfiei outro e os deixei ali sem fazer nenhum movimento. Senti que sua respiração aumentava, o que anunciava seu gozo próximo, segurei o seu corpo para que parasse comigo completamente dentro dela. Uma explosão de prazer e gemidos aconteceu. Ela gozava loucamente em movimentos convulsivos. Me segurei para não gozar. Ela gozava uma vez atrás da outra e isso me deixava muito feliz, afinal tudo aquilo era por minha causa. Ela parou lentamente, se abraçando a mim e beijando-me apaixonadamente. Levantou-se e puxando-me pela mão levou-me até debaixo do guarda sol onde havia um colchonete. Pediu que eu me deitasse, enquanto mexia em sua bolsa de praia. Obedeci, meio ressabiado, quando então perguntei o que ela pretendia, recebendo como resposta que iria me fazer gozar também, só que desta vez seria um pouco diferente. Fiquei na expectativa. Ela me beijou longamente, levou a boca aos meus mamilos chupando demoradamente cada um deles. Pegou em meu pau, bateu uma punheta lentamente. Com a boca tocou meus pelos pubianos e levou a língua à base de meu pau. Colocou um testículo de cada vez em sua boca. Lambeu o saco e mais uma vez chupou meu cu. Percebendo que eu gostava disse “você gosta né? Eu também” Colocou a glande em sua boca e tentou engolir o meu pau completamente. Senti os seus dedos mais uma vez explorando me rabo, mas desta vez estavam lubrificados com algum creme hidratante, o que facilitou o acesso. Mais beijo na boca e eu estava com dois dedos enfiados em meu rabo. Movimentos de vai e vem faziam com que eu curtisse bastante aquele momento. De repente eu ouço: “quero que goze em minha boca”. Foi a gota d’água, mal ela aproximou a boca do meu pau eu já estava gozando. Ela acolheu tudo o que pode e me beijou em seguida, dividindo comigo o que havia conseguido reter. Retirou lentamente os dedos do meu rabo. Chupou-me a ponto de limpar meu pau e se permitiu ser chupada até gozar mais uma vez em minha boca. Deitamos abraçados no colchonete e ela me confessou que qualquer dia queria me comer com um consolo. Que embora se sentisse fêmea e me quisesse como o homem de sua vida, gostava de se sentir dona da situação e de me fazer gozar daquele jeito. Perguntei se não tinha vontade de fazer sexo com outro e ela me respondeu que até tinha, mas desde que eu estivesse junto à ela. Quem sabe um dia....
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