Na praia com o novinho

Por: zeta-epta-2 12/07/2026 145467 leituras
Capa do conto
Estava voltando pra casa, era noite e ao passar de busão perto de uma praia aqui do Rio resolvi descer. Tava com fogo, afim de uma putaria e ao ver a praia deserta meu pau logo deu sinal de vida. Fui até o final da praia e poucas pessoas caminhavam no calçadão aquela hora.
Já no final da praia cruzei com um moleque, trocamos olhares e depois de passarmos um pelo outro os dois olharam pra trás. Fui em direção a areia e desci. Nessa praia o calçadão é mais alto em relação a areia e a iluminação é precária. Fui andando em direção a água e próximo a ela me sentei. Logo o moleque passou por mim, me olhou e sentou mais a frente. Levantei olhei em volta e só vi uma pessoa ao longe caminhando no calçadão.
Certo de que o moleque tava afim de uma pegação caminhei na direção dele e quando estava perto apertei o pau por cima da calça e segui em direção a uma parte mais escura. O safado veio atrás e quando chegou mais perto agarrei ele e sarramos nossos paus. O leke tava com muito tesão também senti seu pau duraço sarrando no meu. Arreamos nossas calças até o pé e colocamos nossas cobras pra brigar. Nos beijamos esfregando nossos paus com muito tesão.
Quando punhetei o pau dele vi que tava babadão que nem o meu. Esfregamos gostoso e quando não aguentava mais me abaixei e cai de boca. A pica do leke devia ter uns 18cm, era grossa e tinha a pele que cobria a cabeça. Arregacei deixando a cabeça exposta e senti um cheiro de piroca que me deixou maluco. Mamei gostoso massageando o saco dele. Tanto a pica quanto o saco tava bem depilado.
Punhetei a piroca e passei a língua por toda extensão da rola até chegar no saco. O moleque gemia com meu banho de língua e forçava minha cabeça em direção a piroca.
Fiquei passando a língua na cabeça e o moleque me empurrou dando um gemido mais alto. O puto gozou com minha mamada. Mesmo com a gozada o leke continuou com a rola dura. Voltamos a nos beijar e dessa vez o safado dedou meu cu. Virei de costas e ficamos sarrando. Caralho bom demais sentir uma rola quente sarrando a entrada do cu. Nessa hora minha pica tava duraça babando muito.
Ficamos próximos a um paredão. E lá o moleque se encostou e eu fiquei na sua frente. Fui guiando a pica e depois de pincelar deixando meu cu todo melado com a baba que saia o safado começou a meter. Doeu pra caralho mas tava com tanto tesão que continuei mesmo assim.
O safado meteu devagar e ao mesmo tempo sussurrava putaria no meu ouvido. Aos poucos fui acostumando com aquela geba grossa do novinho e o puto começou uma punheta na minha rola no mesmo rítmo das metidas.
Em pouco tempo me transformei numa puta jogando a bunda pra trás com força o que acabava imprensando o moleque na parede. Ele metis com força e até dava uns tapas na minha bunda. Invertemos a posição e eu fiquei encostado na parede enclinando o corpo deixando a bunda empinada. O leke socou com mais força ainda me fazendo gemer.
O puto avisou que tava quase gozando e eu pedi que ele gozasse na minha bunda. O leke então intensificou as metidas socando forte e tocando uma punha pra mim ao mesmo tempo. Quando tirou a rola e avisou que ia gozar. Senti jatos quentes em minha bunda e gozei gostoso soltando um gemido mais alto. Com a bunda toda gozada me vesti e ainda fomos conversando até o ponto de ônibus. Lá era mais claro e pude vê-lo melhor. Um leke de 19 anos, magro normal, moreno claro, cabelo curto e devia ter uns 1.65 de altura. Uma delícia aquele moleque. Trocamos contato e voltei pra casa com a bunda toda gozada com leite do novinho.

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