Daniela é 10 anos mais nova, e tem um apetite sexual fora do comum. Acho que serei o maior corno do Brasil.
Eu Marcelo estou com 40 anos, e minha namorada Daniela 29, quase 30. Conhecemos no trabalho onde sou chefe concursado e ganho bem, ela é cargo comissionado e recebe um pouco mais que um salário mínimo. Em poucos dias eu a pedi em namoro.
Daniela tem 1.66m morena dos cabelos cacheados até o meio das costas, seios pequenos mas durinhos uma bundinha empinada com pernas não muito grossas mas bonitas.
Ela mora com a irmã e o sobrinho bem perto da minha casa, mas só vem dormir comigo nos finais de semana, ela gosta de seduzir com roupas curtas e vestidos apertados.
No primeiro final de semana desse mês, eu saí com ela e amigas para um bar na sexta-feira, depois para outro bar e finalmente fomos pra casa onde eu estava bêbado e cansado, ela quis trepar e meu pau ficou meia bomba, no sábado ela quis andar no parque embaixo de um sol escaldante emendados com uns amigos no bar e ficamos até 23h. Chegando em casa transamos gostoso uma vez e eu fui dormir.
No domingo ela disse que ia sair com uma amiga e encontraríamos na casa dela de noite. Eu dormi a tarde toda e no começo da noite liguei para ela que atendeu sem querer e eu ouvi o que ela conversava. Ela dizia que eu era brocha , que só conseguia dar uma trepada e que ela precisava de fazer mais aquilo. Uma voz masculina respondeu estou sempre a disposição e os dois caíram na gargalhada. Fiquei muito mal e apareci na casa dela para tomar satisfação esperei meia hora no carro até ela descer e quando ela vem com aquele vestido colado ao corpo e na frente do meu carro da uma rodadinha mostrando a calcinha socada na bunda. Cabelos molhados e muito cheirosa.
- Aí amor. Estava com saudades. Descansou bastante? Tô louca pra te dar.
- Dormir a tarde inteira, e eu tô doido pra te comer. Quer ir lá pra casa?
- Nao, eu quero aqui no carro mesmo.
Daniela pegava no meu pau que subiu rapidamente e eu estacionei em um lugar mais escondido. Tirei o pau pra fora, com raiva daquela piranha safada mandei ela me chupar. Ela chupou um pouco e tirou a calcinha e veio montando no meu pau. Nessa posição Daniela goza rápido e quando ela ia gemendo no meu caralho eu chamava ela de putinha arrombada. Ela sem entender, foi gozando e depois ela meio perdida saiu para o banco do passageiro e eu coloquei ela de ladinho e mirei no cuzinho dela, fui penetrando e ela reclamando.
- Aí amor, devagar tá doendo. No cú não
- Relaxa.
- Aí tá doendo, vai devagar.
- Ele não comeu seu cuzinho?
-Ele quem? Aí aí
Enquanto isso eu ia entrando mais e mais.
- Devagar tá doendo.
- Tá apertado, então ele só comeu a bucetinha?
- Aí caralho, ele quem?
- Toma rola, caralho, vadia tem que dar o cú.
- Aí para. Assim eu não gosto.
- vou gozar....
- Aí aí tá doendo muito, para , para.
- Sua amiga que você deu hoje o dia inteiro sua vagabunda arrombada.
Metia com toda força e enchi o cuzinho de Daniela de porra. E continuei bombando até meu pau amolecer. Ela em posição fetal tentou lutar mas estava indefesa e sem entender chorava de dor.
- Você me machucou muito. Não sabe que tem que ser devagar?
- Desculpa meu amor, eu estava com muito tesão.
- Que papo é esse agressivo, você não é assim. Tá doendo, e sujou tudo... sai de cima de mim.
- Eu te liguei hoje a tarde e você atendeu e não percebeu que atendeu...
- Do que está falando?
Enquanto eu limpava meu pau no vestido dela, segurei ela pela nuca, e falei.
- Você me chamava de brocha e ria da minha cara com outro homem, a sorte sua que eu não sou nada agressivo, você que é uma vadiazinha trepadeira.
Dei um beijo nela e cuspi na sua cara. Daniela começou a chorar.
- Vai pra casa meu amor. Amanhã nos vemos no trabalho, eu te amo.
Levantei ela que estava atordoada e fui embora pra casa.