Num desses atendimentos estilo Delivery fui contratada por uma mulher que estava em crise conjugal com o marido e, para tentar reverter a situação optou por realizar todo o tipo de fantasia dele, nesse caso uma ménage a trois, durante a ligação, fez questão de me pedir para levar alguns brinquedinhos, e marcou nosso encontro em um shopping, pois seria uma surpresa, tudo como se eu fosse uma amiga, combinamos os valores e marcamos o dia.
Lá fui eu com a minha maleta da alegria, com muitos brinquedinhos e a roupa do jeito que ela queria, nos encontramos e fomos para sua casa, era quarta feira o dia do bendito futebol, chegamos lá por volta das 18hs, me vesti conforme o combinado, shorts branco , quase uma calcinha e uma camisa transparente, e fiquei andando pela casa, quando o marido chegou levou até um susto, ela veio nos apresentar e pediu que ele me fizesse companhia enquanto ia tomar um banho, ele não tinha assunto para falar comigo e não conseguia esconder o volume na calça social, disfarçou e sentou no sofá com a almofada no colo. Formam um casal bonito, na faixa dos 40 anos, ele com um visual sério que aguçava a curiosidade e ela uma mulher bonita, mas totalmente apagada pela rotina do dia a dia, onde a beleza sede lugar à praticidade, cabelos castanhos na altura dos ombros, unhas claras, cores neutras e roupas também sóbrias, um casal clean, entre o clássico e o básico. Eu ali destoava completamente do quadro, cabelos soltos cacheados, shorts muito curto, camisa transparente, unhas vermelhas, do jeito que ela queria, agora entendi a questão, seu desejo era fugir totalmente da rotina. Depois de um longo banho, ela voltou e se juntou a nós, usava um vestido bem soltinho e claro, sem sutiã, seus mamilos marcavam descaradamente o tecido, seu marido já estava inquieto, mal tínhamos trocado algumas palavras de tão sem jeito que tinha ficado com a minha presença, então ele disse que ia tomar um banho e nós duas fomos para o quarto com a desculpa de que eu iria mostrar as lingeries que ela havia me pedido para trazer. Quando entramos lá ela me pediu para ver o que tinha trazido, fui mostrando um a um, os vários consolos, ela me confessou que nunca tinha visto assim de perto, apenas em filmes, pois nem motéis eles freqüentavam, do quarto podíamos ouvir o barulho do chuveiro e quando ele desligou a água resolvemos começar a brincadeira, fechamos a porta do quarto e tiramos nossas roupas, colocamos um filme pornô entre mulheres e fomos entrando no clima, vesti uma cinta com um caralho enorme e grosso, ela me olhava com um misto de tesão, curiosidade e medo, achei que iria desistir, meio sem jeito veio chupar a rola, quando ficou de quatro comecei a passar a mão na sua bunda, enquanto ela chupava eu ia descendo a mão devagar apenas apalpando. Daqui a pouco ela já estava mais à vontade e me aproveitei para enfiar o dedo na sua bucetinha, notei que ainda estava tensa, pouco úmida, então comecei a dedilhar seu grelinho, ela deu um gemidinho tímido, mas começou a se soltar, enfiei mais fundo, aí comecei a fazer para chamar a atenção, batia naquela bundinha sem dó, os tapas eram ouvidos até na sala com certeza, e para melhorar ela começou a gemer alto, engolia o consolo, e gemia, começou a pedir para ser fodida, fui pra trás dela e enfiei a cabeça de uma vez,ela gritou e ficou parada, só me deixando enfiar até o talo, nessa mesma hora o marido dela entrou assustado, e ficou mais ainda quando me viu engatada nela com o consolo, ela só rebolava. Ele ficou parado na porta sem reação nenhuma, e atrás dele o Paulo, o tal amigo mala que a esposa reclamava muito, como estávamos os divertindo nem ouvimos a campainha tocar. Aí foi a minha vez de pensar rápido, falei para entrarem e participarem da festa, que já estávamos cansadas de esperar, ela deu um pulo e ficou roxa de vergonha, foi quando fingi que lambia seu pescoço e falei que agora o jeito era foder e gozar, só assim para o amigo não sair fazendo fofoca, ficou meio travada de vergonha e o marido também, então fui lá e peguei o Paulo pela bermuda e puxei para a cama, tirei o pau dele pra fora e comecei a mamar, o marido começou a gostar e deu o dele para ela chupar também, deitamos os dois casais fazendo um 69, chupamos e fomos chupadas, trocamos os pares e resolvi melhorar, vesti novamente a cinta e pedi para ela sentar em cima, nem questionou e veio sentando, já tinha se acostumado com o tamanho do consolo,quicava nele fazendo aquele barulhinho de buceta encharcada, chamei seu marido e falei para ele fazer uma dupla penetração bem safada nela, ela disse que não queria, nessa hora ele veio, juntou o cabelo dela e cuspiu na mão lubrificando à força aquele cuzinho, até me assustei, mas notei que ela estava gostando, gemia e falava sem parar para ele não fazer isso, mas conforme ele enfiava o dedo ela rebolava mais. Enquanto eu chupava o cacete do Paulo ela continuava sentada até o talo no consolo recebendo dedadas no rabinho, então ele começou, primeiro enfiava o cacete na minha xaninha, puxando a cinta de lado, dava umas bombadas , e socava fundo, sem parar de dedilhar o cuzinho da esposa, sem aviso nenhum ele foi trocando o dedo pela sua rola, ela deu um pulinho tentando escapar, e nessa hora ele cravou o caralho nela sem dó, com muita dificuldade a cabeça entrou, ela pedia pra tirar reclamando da dor, foi quando o Paulo veio ajudar, passando a língua no seu grelinho, que era a única coisa que dava pra ver, quanto mais ele forçava mais o cara chupava, ela foi relaxando e ele cada vez enfiando mais, quando chegou nas bolas começou um vai e vem frenético, então voltei a chupar o pau que estava disponível, ele cada vez mais puxava os cabelos dela e a chamava de vadia, falando que agora ele ia comer seu cu todo dia, ela só conseguia urrar e rebolar, num minuto ele gozou e lavou ela de porra, mal ela levantou do meu consolo, o Paulo foi socando o pau em mim, fazia um papai e mamãe violento, arrancando toda a piroca da minha buceta e voltava socando fundo, mandou que eu ficasse de quatro e começou a chupar meu cu, eu delirava de tesão, ela deitou do meu lado e enquanto seu marido fodia sua boca com a rola eu mamava seus peitinhos e brincava com seu grelo, começamos a nos beijar e eles ficavam se punhetando nos assistindo, nos engatamos uma na outra com um consolo de duas pontas de pica e mamamos seus caralhos, parecíamos duas cadelas engatadas, eles batiam com as varas na nossa cara, puxavam nossos cabelos e socavam até que engasgássemos, de repente ela parou de rebolar e só ouvia seu marido gemendo e mandando ela engolir tudinho, Paulo me batia na cara com a piroca e vendo a cena pediu para comer meu cu, desengatei minha xana do consolo e fui dar o que ele queria, sentei na rola com a bunda virada pra cara dele, enquanto eu subia e descia ele via meu cuzinho engolindo seu pau, me pedia para parar que assim era covardia, aí que eu provocava mais, ficava só com a cabecinha da piroca no rabo e piscava o botão, depois descia enfiando tudo de uma vez, bastou três enrabadas e ele já estava gozando, aí que eu piscava o cu mais ainda e esfregava o grelo batendo uma siririca, gozei melando suas bolas. Meu celular tocou me avisando que estava na hora de acabar a brincadeira, o casal não me deixou levar meus brinquedinhos embora, compraram todos para continuar a farra, fui embora deixando os três se sarrando no chuveiro, acho que a crise conjugal pelo menos na cama estava resolvida, rsrs...