Bom, mas o que tem a ver o minha relutância à pratica de suruba, com a minha vasta experiencia, se posso chamar assim, de ser enrabado junto a natureza? Bom de fato, essa narrativa é para mostra que eu posso estar errado. No carnaval do ano retrasado, tava na Praia do mole esperando um amigo que mora na ilha pra fazer uma trilha, irmos até a galheta e ver se havia alguém interessantes. O meu camarada já estava pra lá de atrasado, eu fique ali me embalando ao som das musicas e tomando uma cerveja, marcamos as 15 horas, mas havia passado 1 hora e meia do combinado, como a musica tava boa e a vista era deliciosa, não me dei conta o quanto havia passado. Eu levantei da areia, saquei a mochila e fui embora, peguei aquela trilha que tem atrás do bar, logo que cheguei na primeira curva de arbustos havia uma movimentação excessiva de caras indo na mesma direção, e foi quando eu vi um Coroa grisalho, magrão, bronzeado: "inteiraço" e vestia uma sunga branca. Eu procurei não dar muita atenção, pois vi que tinha um rapazinho com ele, esse menorzinho, pele branca e cabelos escuros, do tipo guri mesmo, no máximo 25 anos, ambos estavam de costas. Apurei o passa para deixá-los pra trás, vi que murmuravam algo e riam, mas não botei tento. Quando eu dobrei novamente pra pegar a trilha de mata mais fechada, me surpreendi, havia um circulo de 12 caras, todos altos, bronzeados e de sungas arreadas, masturbando-se o seus cacetes e havia também apenas um rapazinho abaixado e chupando um dos 12 e "punhetiando" um outro, todos aparentemente chapados, e embalados ao som da música. Eu fui tomado por tesão tremendo, o pau ficou duro imediatamente, e fique com vontade ir lá e ajudar o rapaz, me lambuzar, me satisfazer, me doar para aquelas varas de vários calibres e bitolas, mas me senti feito uma carola, apertei a mochila contra o peito e apurei o passo. Em uma de minha olhas para trás, eu capturei o coroa e gurizotinho lá do início, o grisalho com a sunga esturricada, deixando nitidamente a impressão em alto relevo dos 20 e pouco cm daquele sarrafo grosso no calção de banho, esqueceu por completo o rapaz e foi tornar-se o decimo terceiro, e o rapaz tentando ficar entre o circulo e a sua foda que parecia ser garantida até o momento que o coroa contemplo o bacanal. Volteia caminhar e mais alguns metro encontrei o meu amigo que chegou naquele instante, contei a ele o ocorrido, e o mesmo tentando se mostrar sem interesses, dando uma olhadas para a direção do bar, fomos embora e me disse que voltaria amanhã.
E eu não conseguia tirar aquela sunga branca e o volume da cabeça, imaginava me dando apenas umas mordidinhas. Bom, moral da história: Jamais leve tua foda certa para Suruba na praia e leve sempre contigo protetor solar, bronzeador, gel e muitas camisinhas na mochila.