Ao sentar do meu lado já fiquei louco de tesão naquela mulher muito gostosa. Nossas poltronas eram as primeiras. Nos cumprimentamos. Só trouxe uma blusa de frio e logo o tempo começou a esfriar muito, pois a viagem iniciou as 22:00. Percebendo que estava com um pouco de frio, ela ofereceu seu cobertor para me cobrir também. Prontamente aceitei. O tesão era muito por aquela mulher. Com a desculpa de ajeitar melhor o cobertor, passei a mão em suas pernas e seios. Percebi claramente que ela gostou. Debaixo do cobertor puxei a mão dela, para que tocasse meu cacete que tava duríssimo. Ela deu um ligeiro sorriso, aprovando minha atitude e começou a massagear por cima da bermuda. O ônibus estava lotado. Só poderíamos fazer algo discretamente por baixo do cobertor. Desci um pouco a bermuda, para que meu cacete ficasse de fora e sentisse sua mão masturbar pra mim. Após uns 10 minutos não aguentei e gozei muito, sujando minha bermuda e por baixo, o cobertor. O melhor estava por vir. Com os dedos ela foi pegando a porra que era possível pegar e lambia engolindo tudinho. Isso me excitou muito mais. Cacete ficou duríssimo novamente, mas queria retribuir, masturbando ela também, porém ela queria mais porra e começou logo logo a masturbar pra mim novamente. Dessa vez gozei mais rápido ainda - uns 7 minutos - pois masturbando meu pau com a mão melada de porra do 1° gozo, me excitou mais ainda.
Na primeira parada do ônibus fomos os últimos a descer, para que ela pudesse dobrar a coberta sem que ninguém pudesse vir a perceber as marcas de porra.
Descemos do ônibus nesta primeira parada. Cada um foi para um canto. Fui no banheiro e no chuveirinho dei uma geral no meu cacete que tava todo lambusado de porra.
Ao voltar para o ônibus, ela já estava em sua poltrona. Passando creme nas mãos. Cabelos amarrados dessa vez e de calça de moletom, ao invés de calça jeans. Sentei em minha poltrona e começamos a conversar. Após as luzes do corredor ainda serem apagadas, ainda conversamos um pouco, mas ela colocou o cobertor sobre nós, puxou minha mão esquerda e levou até sua buceta que estava encharcada de tesão, fazendo introduzir meu dedo lá dentro, provocando espasmos deliciosos nela, porém ficava preocupado dela vir a gemer alto. Essa mistura de preocupação e tesão é algo muito bom. Percebendo que ela estava no auge do tesão e poderia a qualquer momento gozar e vir a gemer alto, tirei meu dedo lá de dentro da buceta dela, mas ela não deixou. Continuei então com dedo dentro daquela buceta molhadinha e quando vi que ela iria gozar comecei a beija-la, abafando seu gemido. Passageiros da poltrona ao lado perceberam, mas nada falaram. Na segunda parada todos ficavam nos olhando.
Chegando em Aparecida, combinanos de ir pra um para o quarto do outro, pois a excursão incluia 02 dias de hospedagem. Mas isso relatarei no próximo conto. Quem quiser saber antes, me envie um e-mail.