ez foi diferente. Me deu vontade de beijá-la, mas eu tinha nojo de esperma! Sempre ela me chamava quando estava melecada, sabendo que eu não ia. Ela me chamava de sacanagem, pois eu tinha mesmo muito nojo de gala. Dessa vez eu fui e beijei-a na boca. Senti sim, o gosto de porra, mas não dei bola, e continuei beijando. Pra minha surpresa e pra dela também, eu não reclamei, não senti nojo. e tomamos banho normalmente, tomamos um café e fomos cainhar pelo clube, ainda vazio àquela hora da manhã do sábado. Nessa caminhada, eu avistei o rapaz, o caseiro, recolhendo o lixo de um chalé próximo ao nosso. Deixei minha esposa com meus amigos e caminhei em direção ao caseiro. Bruno era o seu nome. Pedi desculpas pelo acontecido na madrugada e pedi que ele fosse à noite em meu chalé, que eu daria um presente pra ele. Ele respondeu afirmativamente. Não falei nada pra ninguém e curtimos a piscina a tarde, discretamente, guardando nossas energias para a noite. Quando chegou a noite, começamos a tirar algumas fotos para o nosso perfil e a Ana engoliu as duas varas dos amigos para eu filmar. Novamente a chuva de esperma em seu rosto e aquela vontade de experimentar de novo aquele sabor. Mas o receio de meus amigos acharem que eu sou viado me impediu de realizar esse desejo. Pensei comigo mesmo em descontar com o Bruno à noite, onde ele seria oferecido à minha esposa sem ela e ele saberem, rsrsrsr. Por volta de 22 horas o Bruno apareceu e me procurou. Avisei aos meus amigos que daria o Bruno de presente à Ana, que estava dentro do chalé assistindo sua novela, sem saber de nada. Meio timidamente e sem entender nada, ele entrou. Minha esposa estava bem à vontade, sem a parte de cima, com os seios à mostra e de saia sem calcinha. Quando viu o Bruno, tomou um susto, mas logo entendeu a proposta. O Bruno ficou pálido, mas não tirava os olhos dos seios da Ana, durinhos e grandes. Pedi que entrássemos no quarto, para nos conhecermos melhor. Minha eposa tratou de beijá-lo com muito carinho e acariciar seu cacete, que naquele momento estava duro feito mármore. O Bruno se despiu e deixou à mostra um cacete de 23 cm de comprimento e muito, muito grosso. A Ana caiu de boca e aquela pica quase não entra na sua boquinha. Como estávamos entávamos entre amigos, não tínhamos levado camisinhas, e nem o Bruno esperava tal convite, então... Minha esposa ficou de quatro e o Bruno enfiou aquele membro todinho em sua buceta. Aninha delirou de tesão e tudo rolou de uma maneira gostosa. Eu me limitei a observar, deixei o Bruno comê-la sozinho. Aquela juventude toda, aliada ao tesão que ele estava, eu calculei que ele ia encher de esperma sua buceta. E eu esperava ansioso pelo mel. Meteram gostoso durante uns trinta minutos, quando o Bruno explodiu num gozo espetacular, onde eu pude ver seus músculos se contraindo, como se estivesse espremendo todo o leite pra dentro da buceta. aquela cena eu jamais esqueço. O pau do Bruno saiu bem devagarinho, ainda duro e o leitinho começou a escorrer. Corri para sugar todo aquele mel e limpar minha esposinha. Ela delirou num gozo inesperado, onde sem querer liberou um jato de esperma em minha boca, quentinho e gostoso. Nossa! Como o Bruno gozou! Acho que não trepava há dias. Pra minha surpresa, meus amigos chegaram e pediram para participar da festinha. Começou tudinho de novo.Deixei meus amigos se divertirem, gozaram e eu limpei na frente deles também. O Bruno comeu de novo a buceta da Ana novamente eu engoli seu esperma. E assim eu descobri mais uma tara junto com minha esposa. Sempre que podemos, quando o parceiro é confiável, pedimos que descarregue esperma dentro dela e eu limpo tudinho. Se alguém curte isso e quer nos conhecer, peço que enviem email para e citem este conto. Estarei pronto para viver momentos deliciosos com casais e homens que curtam uma boa sacanagem, ok?