Certa vez vimos um casal de homens se pegando, nisso começou o assunto.
- Como eles tem coragem de ficar com outro cara. Se é loco.
- Da mesma forma que ficamos com mulher, eles ficam com homens. Nada vê por.
- Eu não, imagina tá lá bjando e sente a rola do cara em vc, sai fora.
- kkkkk. Quer experimentar? (Falei brincando e indo em direção a ele).
- Sai pra lá Francisco, tá louco é?
- Calma Márcio, é brincadeira. Mas se quiser, (pegando na minha rola e apertando) estou a disposição, prometo ir de vagar ( ri enquanto balançava a rola por baixo da calça).
- Sai pra lá seu viado. (E começou a rir).
E assim foi passando os dias. Virava e mexia eu passava a mão na rola dele, sempre que dava passava por trás dele esfregando minha rola na bunda dele e lógico ele sempre empurrando, mas ria sempre.
Até que esses dias atrás, ele estava meio que debruçado na mesa, aproveite pra passar por trás e me esfregar nele, no momento que passei atrás, ele empurrou a bunda em minha direção, fazendo mais pressão na minha rola e dessa vez parei atrás e ele deu uma rebolada e levantou, olhou pra mim, rio e sentou-se no seu lugar.
Nem preciso falar que fiquei doido daquele momento em diante. Nem assistir a aula eu conseguiu, só pensava em fazer muito mais que apenas me esfregar.
Me levantei pra ir no banheiro, virei pra ele, pisquei e sai. Em sinal de me segue, vem comigo.
Fui a estou lá mijando e não é que o sem vergonha veio mesmo. Fingiu que apenas foi usar o banheiro.
Estava na cabine com a porta aberta, estava de lado, sendo assim quem passasse pela minha porta veria minha rola e lógico que ele viu. Ficou ali parado olhando e não falou nada.
Terminei de mijar e perguntei.
-Que foi, nunca viu uma rola não é?
- Já vi sim, a minha.
- Aí não vale, e já pegou a rola de outro cara?
- claro que não.
- Vem aqui pegar na minha entoa, já aproveita e chupa. Pq depois daquela rebolada que vc deu, ou vc chupa ou vou ter que bater uma pra aliviar o tesão.
Ele ficou apenas olhando, olhava para os lados meio que preocupado.
- Alguém pode chegar, aí estando ferrados.
- Deixa de medo porra, vem logo e curte o momento. Não vai chegar ninguém não. é só uma chupadinha. Rapidão.
- Nem sei chupar. (Entrou na cabine, fechou a porta e segurou minha rola).
- Só coloca na boca e não usa os dentes, vou te ensinando. Já está com ela na mão, agora só falta colocar na boca.
Primeiro ele cheirou, deu uma lambida e por fim começou a chupar. Realmente não tinha muito jeito, mas fui orientando e aos poucos foi ficando melhor.
- Não imaginei que um dia vc estaria me chupando não, sempre brinquei com vc, mas nunca imaginei que toparia não.
Ele parou de chupar e se levantou
- vc fica esfregando essa rola todo dia na minha bunda, pega na minha rola e queria o que? No começo foi de boa, mas aí comecei a pensar em vc de forma diferente e ficar excitado quando pesnava em vc atrás de mim me encoxando. Não resisti dessa vez e quis sentir melhor.
Ele foi se avaixnado para voltar a chupar, eu o levantei o joguei contra a parede e o beijei. O beijei até tirar seu fôlego.
- Eita porra Francisco, deixa eu sem ar não fera.
- Isso é só pra te mostrar o tesão que vc me deixou. Tô louco pra te fuder. Mas agora volta a me chupar volta.
Não demorou muito ele me chupando gozei na boca dele. Ele foi e engoliu tudo, levantou e me beijou. Mas que bjo quente. Meu pai nem amoleceu.
Virei ele abaixei as calças dele e quando o posicionei pra foder ele, o sinal toca. Na hora nos arrumamos e saímos da cabine.
- Caralho, logo agora que eu ia te comer gostoso.
- Terá outras oportunidades.
- Se não tiver eu crio, mas que vou comer esse cuzinho eu vou.
Ele veio até a mim e me vou de novo. Nesse momento entrou alguém no banheiro, ele me empurrou e gritou, até depois mano.
E assim foi nosso primeiro encontro