NUM IATE COMO ESCRAVA SEXUAL III

Por: julia-12 13/07/2026 99458 leituras
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NUM IATE COMO ESCRAVA SEXUAL III
Continuação
2º dia de viagem
Fui acordada perto do meio-dia como Luís a atacar-me na cama. Foi muito bom e brincámos durante quase uma hora. Disse-me que os amigos tinham ficado loucos comigo. Se eu estivesse de acordo, depois do almoço, gostava que eu fizesse uma geral no salão com ele e todos os amigos. Respondi ironicamente que eu era escrava sexual dele e que faria tudo para lhe/lhes dar prazer.
Para começar, quiseram que eu almoçasse toda nua. Excitante!! Foi um almoço muito divertido no exterior numa mesa no deck. Apesar de termos dois empregados a servir o almoço o Luís disse para eu não ficar inibida. Durante o almoço o Luís pediu-me para ir para baixo da mesa e fazer um bóbó a todos. Os sete se vieram na minha boca. Resolvi engolir tudo. Foi um cocktail maravilhoso.
Percebi que o Luís gosta de criar situações limites e gozar com a reacção das pessoas. Depois do almoço passámos a tarde a brincar e fui fodida e enrabada pelos 5 e algumas vezes (muitas!) ensandwichada.
Fui à cozinha buscar bebidas e um dos empregados que já me tinha visto foder e ser enrabada por todos, agarrou-me, apalpou-me e meteu-me o mangalho na boca. Não sabia se o Luís se importava mas de qualquer forma guardei segredo. Era o cozinheiro, perto dos 50 anos mas muito giro e simpático. Chupei-o e veio-se na minha boca. Não sabia se o Luís se importava mas de qualquer forma guardei segredo.
À noite quando nos deitámos o Luís e eu brincámos e comecei a achar que levar no cú era a coisa mais gostosa do mundo. Quando já estávamos muito cansados o Luís disse-me : - “Esta noite não vás ter com os meus amigos, acho que estão exaustos. Gostava que fosses lá fora e visses quem está ao leme a navegar, não sei se é o skiper ou um marinheiro. Faz-lhe companhia pois isso vai ajudá-lo a passar o tempo mais depressa. Para mim é importante que toda a minha tripulação esteja contente e só tu lhes podes proporcionar prazer.”
Explicou-me que no mar nunca se para durante a noite e estamos sempre a navegar e a tripulação vai fazendo “quartos” de 4 horas.
Como boa escrava sexual aceitei as ordens do meu amo e fui lá para fora, só com o fio dental e sentei-me ao lado do skiper dizendo-lhe que estava sem sono e que gostava de ver o barco a navegar à noite. Como estava um bocado mais frio naturalmente cheguei-me a ele e em pura provocação fui fazendo pressão. Não demorou tempo a reagir e logo me beijou e começou a apalpar. Ataquei-lhe o mangalho e comecei a chupá-lo. Parei antes de ele se vir pois queria que ele me comesse. Como viu que eu estava com frio, ligou o piloto automático e foi-me buscar uma manta. Muito querido. Depois de enfiar dedos por tudo quanto era buraco começou a enfiar a língua no meu cú e esteve uma eternidade a lamber-me. Fiquei no ponto e no chão, de quatro patas enrabou-me e levei uma grande esfrega. Disse-me que não contasse ao patrão e que queria repetir mais vezes.
Fui para o camarote, tomei duche e adormeci sem o Luís acordar.
(continua)
Carla

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