O AMANTE DE ÉBANO 2

Por: carlos-113 • 14/07/2026 • 33163 leituras
Capa do conto
Um mês depois de nosso primeiro encontro, convidamos Nonato para tomar um vinho branco em nossa casa. Minha esposa se produziu (a meu pedido) como uma verdadeira prostituta: vestido vermelho (muito curto e com uma fenda lateral), sem calcinha, sapatos de verniz vermelho e maquiagem de bom gosto.
Sentamos para um bate papo e depois de algum tempo sentamo-nos à mesa de jantar e puxei Helena para sentar-se em meu colo. Neste momento mostrei ao Nonato que ela estava sem calcinha e passei a acariciar-lhe os seios. A principio ela ficou um pouco sem graça, mas comecei a apertar os bicos dos seios e aí ela foi tomada pelo tesão e começamos a nos beijar. Nonato veio por trás e mordeu a orelha dela. Levantei-a, coloquei minha esposa sobre a mesa e, enquanto eu beijava sua boca e chupava seus peitos, Nonato começou a chupar sua buceta, ora lambendo, ora chupando, ora enfiando a língua bem fundo, fazendo-a gozar em sua boca.
Enquanto Nonato foi tomar um banho (foi direto do trabalho), fiquei sarrando Helena em nossa suíte. Quando ele passou para o quarto, tiramos seu vestido e começamos a beijá-la. Enquando ele a beijava e enfiava seus dedos em sua buceta, eu mordiscava levemente sua orelha e colocava um dedo em seu cuzinho e vice-versa. Quando percebemos, ela ficou no meio dos dois, punhetando nossos cacetes e beijando-nos alternadamente.
Helena abaixou e começou a chupar nossos cacetes alternadamente. Chupava com maestria, até que colocou os dois paus em sua boca de uma só vez, ficando uns dois minutos chupando as duas cabeças.
A deitamos e passamos a chupar sua buceta. Cada um chupava um pouco, enquanto ela se ocupava do cacete do que não a estava chupando.
Coloquei-a de quatro e posicionei meu cacete em sua buceta e passei a socar meu pau com toda a vontade, enquanto ela chupava o cacete de ébano com uma vontade fora do comum. Aliás, com vontade que ela chupava, ora enfiando-o quase inteiro na boca, ora chupando a cabeça com vontade, não sei como ele não deu uma gozada em sua boca.
Tirei meu pau de dentro e ela deitou de bruços, com a bundinha bem arrebitada (com sua super marca de biquíni), e pediu pra ele socar o pau em sua buceta. Assim ele o fez e ela começou a gozar ininterruptamente. Aproveitei e coloquei meu pau em sua boca, mas ela gozava tanto que mal conseguia fechá-la com meu pau nela.
Deitei com a COSTA na cama e ela sentou em meu pau e começou a cavalgar-me. Falei para o Nonato pegar o KY e ele entendeu rapidamente o recado: passou generosa porção em seu cacete e foi encostando a cabeça do pau no cuzinho da Helena, começando a forçar lentamente a entrada. Ela passou a soltar frases desconexas enquanto tinha novos orgasmos, aos berros.
Demos uma paradinha para tomar um pouco de vinho e tive uma idéia: a colocamos de quatro e ficamos revezando em sua buceta: colocávamos e, quando ela gozava, trocávamos. Assim ficamos por um tempão (depois ela me confidenciou que neste momento se sentiu a maior das putas), até que Nonato deitou e ela começou a esfregar o pau dele em seu clitóris, até gozar de novo. Ela lançou mão do cacete do rapaz em sua buceta, passando a cavalgá-lo com toda a vontade (e pra variar um pouco, gozando como uma louca). Eu, como não querendo nada (e querendo), fui me chegando por trás e colocando meu pau em seu cuzinho. Lá estava ela de novo com seus buracos totalmente preenchidos. A sensação de socar o pau nela nessas condições era muito boa. Nós dois a fodíamos com todas as nossas forças. Nós dois queríamos que ela tivesse todo o prazer do mundo e alcançamos nosso objetivo.
Tiramos nossos paus de dentro dela e Nonato deitou e iniciou um papai-mamãe, com a cabeça dela apoiada em minha perna, enquanto ela chupava meu cacete. Ele a colocou de quatro e passou a socar o cacete com toda força em sua buceta, enquanto ela continuava a me chupar. Gozei gostosamente em sua boca e ela não deixou escapar uma gotinha de porra sequer. Saí da suíte e fui para a sala em busca de ar mais fresco. Uns três minutos depois ela veio a minha procura e a única prova existente de que nosso amigo gozara foi o preservativo cheio. Tomamos mais uma taça de vinho, despedindo-nos de nosso amigo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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