Como disse no primeiro conto, logo no início que me apresentei, devido a barba cheia e o porte físico magro com uma barriga de cerveja muitos caras me falavam que eu tinha o estilo lenhador, mas sempre ri sobre isso e não levava a sério pq não me enxergava como eles me viam.
Porém, no carnaval de 2019 fui convidado pela minha amiga Bianca a ir numa festa a fantasia de um amiguinho hetero rico dela que eu cheguei a conhecer, mas não era tão íntimo. Como a festa era naquela noite tive que pensar rápido numa fantasia que fosse prática e que não me desse trabalho. Logo que bati o olho na camisa xadrez já me veio a ideia de lenhador. Arranjei um suspensório emprestado, botei uma calça jeans, bota, uma regata branca, camiseta xadrez por cima e uma toca na cabeça. Terminado o figurino me olhei no espelho e ali sim consegui encontrar o tal lenhador que diziam. Parti pra festa de carona com a Bianca e posso dizer que fiz um certo sucesso. Depois de muito whisky com energético na cabeça e boas risadas decidi que era hora de ir embora afinal apesar da criatividade não foi uma boa escolha pra um mês de fevereiro em pleno verão.
Chamei um carro de aplicativo e quando ele chegou logo sentei no banco ao lado do motorista e comecei a rir quando o motorista soltou um "nossa!!" e ficou olhando pra mim com cara meio que assustado. Pra quebrar o gelo disse pra ele não se preocupar que estava sem meu machado e que só precisava voltar pra minha casa na floresta e que tudo ficaria bem. Ele acabou sorrindo também e disse que só não imaginava que na sua última corrida daquela noite ia acabar com um lenhador bonitão em seu carro. O cara não demonstrava ser gay, mas assumo que as olhadas que ele me dava acionou meu gaydar e comecei a reparar mais nele. Ele parecia ter uns 50 anos, era grisalho, sem barba, nem bigode, corpo um pouco acima do peso (aquele tipo de cara que se cuidava quando mais novo, mas agora tinha relaxado), não parecia ter mais que 1,70m e algo que também reparei foi uma aliança na mão esquerda. Bebida falando alto, cabeça de baixo toma conta da mente e pra não perder muito tempo resolvi dar aquela ajeitada na rola nada discreta metendo a mão por dentro da calça e cueca e deixando ela meia bomba pro lado esquerdo. Ele também não foi nada discreto e olhou pra minha mão dentro da calça, deu aquele sorriso safado e disse que assim ia acabar batendo o carro. Disse a ele que se fosse o caso era melhor parar o carro pois não tinha tanta pressa de chegar em casa. Tirei a mão de dentro da calça, segurei a mão dele que tava na marcha e levei até meu pau. Ele deu uma apertada sentindo ele endurecer mais e depois pegou minha mão e levou até seu rosto e cheirou e lambeu meus dedos como se tivesse sugando o sabor e cheiro do meu pau. Voltou a mão pra minha rola e eu já fui abrindo minha calça e sacando a rola pra fora. Ele agarrou, começou uma leve punheta e deu uma parada no carro e olhando no meu olho disse "cara, não posso deixar escapar essa chance. Na minha vida toda fiquei só com dois caras, mas sempre tive tesão em caras com perfil assim de lenhador" e falando isso me tascou um beijo que retribui com muita vontade. O puto beijava muito gostoso e logo comecei a passar a mão em suas coxas e senti que seu volume estava bem duro também.
Decidimos desviar a rota e quando ele encontrou uma rua mais deserta ele estacionou atrás de um caminhão e logo caiu de boca na minha rola. Chupava muito gostoso e entre gemidos comecei a acariciar suas costas e fui percorrendo por dentro de sua calça, sentindo sua bunda peluda e seu rego suado. Ele logo se livrou de suas calça e cueca e rapidamente se posicionou por cima de mim voltando a beijar minha boca. Meu pau babado roçava em sua bunda e eu segurando seu pau comecei uma leve punheta sentindo a pele desvendando a cabeça bem babada de seu pau. Passei meus dedos naquele melzinho e depois levei até minha boca sentindo o sabor do seu tesão e depois voltando a beija-lo.
Pela falta de camisinha, pela posição um pouco desconfortável e por já estar amanhecendo decidimos não partir pros finalmente, mas ajeitei meu pau junto ao dele e comecei uma punheta massageando nossas rolas juntas até explodirmos num gozo que fez minha camisa ficar banhada de porra.
Depois de nos beijarmos um pouco mais, nos recompomos e ele me levou até em casa. No final ele não queria cobrar a corrida e me agradeceu dizendo que tinha realizado sua maior fantasia. Claro que fiz questão de pagar, afinal não só ele tinha realizado sua fantasia como eu também tinha. Cheguei em casa todo suado, gozado, mas com o título de lenhador garantido.
Espero que tenham gostado
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