O banho que virou suruba

Por: felipe-87 • 10/07/2026 • 487882 leituras
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Conto erótico escrito por Thesco Grey– Dono dessa Puta Gostosa

Eu arrastei ela pelo corredor, a bunda marcada das minhas mãos balançando a cada passo, até chegar no banheiro. O espelho já estava embaçado do vapor do chuveiro que ela tinha usado antes, e o cheiro do seu sabonete de manga ainda estava no ar.

— Vira de frente pro espelho — ordenei, apertando seu pescoço por trás enquanto ela encarava nosso reflexo: eu, suado e com o pau ainda melado dela, e ela, toda arreganhada, com minha porra escorrendo entre as pernas.

— Olha o que você fez comigo… — ela provocou, passando a mão na buceta e levando os dedos molhados à boca.

Dei um tapa na raba dela, fazendo a carne tremer.

— Você pediu mais, puta. Agora aguenta.

Abri o chuveiro e empurrei ela debaixo da água quente, depois peguei o sabonete e comecei a esfregar no corpo dela, mas não era um banho de higiene… era de provocação. Minhas mãos apertaram seus seios, desceram até sua buceta, e depois enfiaram um dedo no cuzinho ainda aberto.

— Thesco! Assim não dá… — ela gemeu, se apoiando na parede.

— Dá sim. Você adora.

Virei ela de costas, puxei seu quadril pra trás e enfiei meu pau na buceta dela de novo, agora com a água escorrendo entre nós.

— Porra… molhadinha assim é melhor ainda — grunhi, metendo com força, as mãos marcando sua cintura.

Ela gritou, mas o barulho da água abafou tudo.O espelho embaçou completamente, e eu só via o vulto dela se contorcendo.

— Vou gozar de novo… — ela avisou, a voz falhando.

— Goza. Mas depois vou te usar mais uma vez.

Ela tremeu, a buceta apertando meu pau, e eu não aguentei: puxei ela pelo cabelo, joguei ela de joelhos no box e gozei na cara dela, jatos quentes misturando com a água.

— Engole — ordenei, esfregando meu pau nos lábios dela.

Ela obedeceu, limpando cada gota com a língua, aqueles olhos de vadia satisfeita me encarando.

— Agora seca essa bunda e vem pra cama — disse, desligando o chuveiro. — A noite ainda tá longe de acabar.

E assim, naquela sexta-feira que começou no sofá e terminou com a gente molhado, sujo e cansado, lembrei mais uma vez: essa mulher nasceu pra ser minha puta.

Casal Grey

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