Continuação da kah Parte 2! Adrenalina estava no ápice. No sofá, o jogo de poder virou. Aquela baixinha branquinha, que parecia tão contida, montou em cima de mim de roupa e tudo. Ela começou a cavalgar, esfregando a buceta no meu pau por cima do tecido, prendendo minhas mãos para cima, me dominando com um beijo voraz. Ela queria o controle, mas eu não ia deixar barato.
?Num arranque, soltei minhas mãos, grampeei aquela bunda redonda com força e a joguei de lado. Meus olhos fixaram no zíper que cortava o cropped dela bem no meio. Abri de uma vez e aqueles peitões saltaram para fora. Branquinhos, durinhos, com os bicos já apontados. Ela ainda tentou um "melhor não", mas eu não dei ouvidos. Mergulhei a boca ali, sentindo a consistência deliciosa de um peito de mãe que é firme e gostoso. Chupei um, depois o outro, enquanto ela perdia o fôlego e gemia alto, apertando minha cabeça contra ela.
?Arranquei o top dela e a tensão só subiu. Ela voltou por cima, nua da cintura para cima, os peitos balançando enquanto me beijava. Mas eu queria mais. Joguei ela de lado de novo e comecei a descer a legging.
?— Fica aí. Parada. — ordenei.
?Ela obedeceu. Ficou de quatro, baixou a cabeça e empinou aquela bunda incrível na minha direção. Eu comecei a beijar cada centímetro daquela carne branca, subindo pelas coxas até chegar no alvo. Puxei a calcinha de lado e, sem aviso, meti a língua direto no cu dela. Ela deu um solavanco, um gemido agudo que ecoou na sala. Eu percebi na hora: ela amava uma linguada ali. Ela apertava a minha língua com o buraquinho, entregue totalmente à pica, perdendo toda a pose de casada.
?Depois de levar ela ao delírio no rastro, eu a virei de frente. Abri as pernas dela, beijando as polpas da bunda e as coxas, até focar no que me deixou maluco desde a academia: aquela buceta gordinha e saltada. Estava inteirinha melada, um líquido transparente que escorria, deixando tudo brilhando. Quando encostei a língua no grelo dela, ela quase saiu do chão. Chupei com vontade, sentindo o gosto dela, enquanto ela se contorcia toda.
?— Vem... — ela implorou, a voz sumindo.
?Eu me levantei, o sangue latejando. Ela me ajudou a tirar o shorts e a cueca. Quando meu pau de 18 cm, moreno e de cabeça rosada, saltou para fora, os olhos dela brilharam. Ela não esperou. Ali mesmo, de quatro no sofá, ela grudou na cabeça do meu pau e começou a mamar com uma fome de quem estava em jejum há anos. Foram 10 minutos de uma chupada profunda, barulhenta, ela querendo engolir tudo.
?— Para... se não eu não vou aguentar — eu disse, puxando ela pelos cabelos.
?Coloquei ela de quatro de novo. Eu batendo na bunda dela, aquele som de estalo, e ela implorando: "Vai logo... me come!". Eu sentia o quanto ela estava apertadinha. Fui entrando bem devagar, sentindo a pressão daquela buceta quente apertando meu pau sem parar. Comecei a bombar com cuidado, sabendo que se eu acelerasse demais, gozaria na hora. Eu segurava na cintura dela, sentindo cada centímetro entrar, ouvindo os gemidos dela ficando cada vez mais graves e desesperados.
?Eu batia, batia e sentia o aperto ficando cada vez mais forte, até que senti que...uma explosão de adrenalina e de desobediência total. No sofá, o clima era de completa perdição. Quando eu deitei por cima dela, sentindo o calor daquela pele branquinha e vendo os peitões balançando na minha cara a cada movimento, eu senti que o meu limite estava chegando. O prazer era tanto que eu sabia que não ia durar muito.
?Eu batia forte, sem dó, e a cada estocada ela gemia mais alto, desesperada. Eu olhava bem no fundo dos olhos dela e provocava:
— Tá gostando, né? Quem é o seu homem aqui hoje?
— Você... é você! — ela respondia, arqueando o corpo.
— Então fala meu nome! Grita quem está te comendo! — eu comandava, puxando o cabelo dela para trás com vontade.
?Ela gritava meu nome, entregue, sem fôlego. Eu não deixei barato e joguei o marido na conversa para ver até onde ia a safadeza:
— O corno não te come desse jeito, né?
— Não... — ela gemia, a voz falhando.
— Ele é o quê? Fala!
— Ele é um frouxo! — ela disparou, e aquilo foi o combustível que faltava.
?Eu batia lá no fundo daquela buceta apertadinha, sentindo que ela estava inteira melada, um excesso de lubrificação que eu nunca tinha visto. O prazer era absurdo. Eu avisei, com a voz rouca:
— Eu vou gozar... vou gozar dentro!
No começo ela teve aquele susto de casada, mas o tesão falou mais alto:
— Goza, meu homem! Goza tudo!
?Nisso, eu descarreguei. Foi uma esporrada violenta, lá no fundo do útero dela. Eu sentia os jatos saindo e ela apertando meu pau com as paredes da buceta em espasmos de prazer. Quando eu senti que estava terminando, tirei o finalzinho e gozei o resto na testa da buceta dela, deixando ela toda marcada.
?Ela me olhou, tentando recuperar o ar:
— Seu safado... você é louco, não devia ter gozado dentro! — mas o sorriso no rosto dela dizia que ela tinha adorado cada segundo daquela loucura.
?Depois, o clima ficou mais suave. Fomos para o banheiro, tomamos aquele banho juntos, entre beijos e carinhos na água morna. Eu até tentei colocar de novo, mas ela já estava satisfeita, exausta de tanto prazer. Nos enxugamos, voltamos para o sofá e ficamos ali, abraçados, trocando palavras baixas e curtindo o pós-fogo. Até tiramos umas fotos juntos para guardar de recordação, mesmo ela ficando com aquele receio de casada, mas a vontade de registrar o momento venceu.
?Foi um encontro inesquecível. A "amiga da minha amiga" deixou uma marca que nenhuma rotina vai apagar. Aquela baixinha de buceta saltada e bunda de ouro ficou cravada na minha memória para sempre. Eu nunca vou esquecer da karem que mulher incrível e gostosa saudades dela.