O dia em que chupei a rola de um deus de ébano

Por: carlos-369 13/07/2026 21369 leituras
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Toda vez que eu cruzava com aquele negão lançava o meu olhar para o volume entre as suas pernas: devia ser uma bela de uma rola preta, do jeitinho que eu gosto. Aos 19 anos, vi certa feita um homem negro mijando num beco perto de casa, meus olhos se fixaram naquele membro escuro, semi ereto, com as veias desenhadas, a cabeça para fora da bainha, brilhando, enquanto um jato forte âmbar saía das suas entranhas numa profusão quase inacreditável. Ele notou o meu encantamento, balançou a benga com força, mostrou o saco bovino e depois guardou na cueca e se foi. Eu fui lá perto, senti o cheiro embriagador da sua urina no cimento, coloquei os dedos na poça e levei à boca. Aquela imagem nunca mais saiu da minha imaginação. Bati muitas punhetas pensando naquele homem, que eu só vi uma vez na vida. No meu imaginário sempre desejava homens negros adultos, paus grandes pingando baba, testículos suados, pentelhos encarapinhados. Um belo dia o negão do condomínio notou o meu interesse e não se fez de rogado. Levou-me para um canto escondido e abriu o zíper da calça. A caceta dele estava bem dura. Não falamos nada. Comecei a agir. Cheirei os seus culhões. Cheiro de macho selvagem. Lambi seus ovos enquanto mamava aquela pica negra maravilhosa. Ele fodia a minha boca com vontade. O melaço escorria pelo meu queixo. Eu delirava. Era melhor do que eu pensava. O negão enterrava a rola até a minha garganta. Fiquei com receio de engasgar. Ele grunhiu como um animal no cio enquanto ejaculava na minha boca. Pica preta, esperma branco. Muita gala. Engoli tudo, até a última gota. Senti-me saciado, alimentado com o leite daquele garanhão de ébano. Depois fomos cada qual para o seu lado, sem dizer uma palavra. Tenho certeza de que vai rolar novamente...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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