O garoto da casa ao lado Capítulo 4

Por: omicron-tessera-1 20/07/2026 20573 leituras
Capa do conto

Meu corpo revela uma pele branca, meus diminutos seios (eu tenho!) são firmes com aréolas avermelhadas, os hormônios que eu estava tomando acentuavam minha aparência curvilínea ligada a uma bunda de tamanho médio. Havia tufos de pentelhos castanhos escuros rodeando minha pequena pica, que eu preferia chamar de grelo.

- Querida, você é linda! – Sandro exclamou, me tratando no feminino, amo ser tratada como mulher de verdade.

- Você gostaria de lamber meus peitos para se vingar de mim? –

perguntei.

- Ainda não – disse Sandro se aproximando.

Nos abraçamos e esfregamos nossos corpos. A sensação de nossas partes genitais, seios, pernas, rostos e lábios se esfregando uma contra a outra era mais excitante do que esperávamos.

Eu estava de bem com minha bissexualidade. Dava meu cu pra homem e fodia cus e bucetas. Sandro estava ansioso, nunca tinha transado comigo, de forma que insistia em dissimular vinganças em seu pedido.

- Agora me vingarei chupando seus peitos – Sandro ameaçou.

Ficamos de frente um para o outro. Sandro começou a apalpar os meus pequenos peitos. Eu gravei no celular Sandro lambendo meus mamilos, ele começou a chupar meus peitinhos, prestando atenção nas aréolas avermelhadas e mamilos do tamanho de um botão, e com o tempo parecia que não largaria mais.

Eu também me “vinguei” lambendo os peitinhos e aréolas escuras do meu novo amigo.

A gente se beijou, esse momento foi mais íntimo e prazeroso de tudo que havia acontecido.

Por fim, Sandro mandou-me largar o celular e nós nos ensaboamos. Neste momento, o moreninho prestou atenção à bunda branca do amigo – no caso, eu!

Ele fez uma confissão estranha, já que era tímido e retraído demais para confessar seus desejos:

- Eu sempre quis lamber um cuzinho. Eu posso fazer isso?

A minha resposta foi virar de costas e usar as mãos para abrir os dois lados das nádegas.

A água do chuveiro caía pelas nossas costas, indo até onde o sol não bate e mesmo assim foi possível Sandro filmar com o celular um círculo de pregas rodeando um minúsculo alvo, sendo constantemente banhado e lavado pela água.

- Eu, eu nunca fiz isso, mas sei que você tem um ânus lindo e perfeito!

– Éééé, Sandro?

De fato, o garoto tinha fetiche por ânus ao ponto de frequentar sites pornográficos, ele salvava as melhores fotos. Ele sabia que perfis de mulheres brancas mostrando a bunda eram os mais procurados. E eu cumpria (quase) todos os requisitos, branco, com a pele sem marcas, as partes internas de meu bumbum branco escondia um ânus cercado com finas pregas no início, indo engrossando para esconder um belo e pouco apertadinho buraquinho de cuzinho.

- Contraia e relaxe as pregas – Sandro ordenou.

Obedeci, fazendo o coração dele bater descompassado. A estrutura muscular que contornava o orifício é perfeita, permitindo amplas aberturas e fechamentos de fibras musculares lisas e estriadas com uma delicadeza de apaixonar corações.

- Uau! Apenas uau! Que preguinhas perfeitas!

- Assim você me encabula.

- Então tá bom, será nosso segredinho, que cheirei e lambi seu cuzinho.

Sandro afastou o braço, de forma que focasse na cena. Ele deu cinco fortes cheiradas e uma massiva lambida de baixo para cima até alcançar o alvo. Ele tentou enfiar a língua, mas só conseguiu introduzir a ponta.

Isso só o deixou mais ansioso, seu desejo por melhores lambidas o fez reclamar. Ameaçando parar de gravar:

- Assim não quero. Abre mais as pernas, eu quero penetrar a língua. Vai logo!

Eu estava preparado para ser passivo na relação. Mas aquilo era mais do que ele esperava. Eu abaixei o dorso e abri as pernas. Suas mãos ampliaram o espaço.

- Meu cuzinho abriu? Assim serve, mestre?

A única resposta que tive foi sentir a ponta da língua tentando expandir a abertura. Sandro lentamente abriu a boca, larga o suficiente para cobrir meu ânus, ela forçou a língua a penetrar no pequeno furinho marrom.

Sandro só parou para salivar o ânus e voltou a empurrar sua língua ao ponto de conseguir entrar mais da metade. Ela só parava momentaneamente para repetir a frase, “que cuzinho gostoso e saboroso que o meu amiguinho tem, deixa seu amiguinho lamber, deixa eu lamber...”

Alguns segundos depois, ele exigiu que eu contraísse as pregas do ânus.

- Aperte e relaxe seu cuzinho pra mim, safado!

As contrações feitas por mim, suposto escravo, foram dignas de elogio, minhas paredes anais apertaram e expandiram, permitindo a língua do menino iniciar um rápido dentro e fora.

(Sandro estava revelando para mim seu lado mais obscuro, já que sempre foi tido entre nossos vizinhos como rapaz direito e recatado. Seus conceitos puritanos eram seguidos à risca.)

Porém, isso não o excluía da vocação natural para fetiches com cheiradas e lambidas anais. Isso não o tornaria imoral.

Tantas noites passou em claro, conforme me contaria depois, se masturbando apreciando fotos de ânus masculinos e femininos, era apenas um complemento de seus desejos secretos mais obscuros.

- Que cuzinho gostoso, que furinho saboroso, deixa eu lamber, deixa eu lamber seu cuzinho, quero foder seu rabo... – Sandro repetia incessantemente.

Se o meu sonho de consumo era chupar o pau de Sandro, o sonho de consumo dele era lamber um cuzinho. No caso, o meu, seu vizinho! Ou amiguinho, como prefiro...

Mas Sandro estava agitado demais e precisava de mais, muito mais.

- Vira, vira que também quero provar o gosto de pau.

Eu virei, Sandro gravou, mas se recusou a prestar atenção, desviando os olhos. Ele passou cuspe na mão, esperou um tempo, até que começou a massagear minha pequena pica, que gosto de chamar de grelo! Olhou diretamente e viu a secreção normal surgir brilhando.

Houve constatações de que meu clitóris/pica era pouco avantajado, mas do tipo que estimulado dobraria de tamanho, ficando mais longo, mais ereto, mais grosso e consequentemente mais exposto.

- Uau, apenas uau, você foi premiado com grelo de sapatão, seu viado! – admirou-se.

- Ah, você é viado também - redargui.

“Será que ele vai engolir meu pau?” – pensei, curioso e ansioso pelo que sucederia.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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