Se essa estória é fictícia ou não, vocês é que vão decidir, espero que os agrade e com certeza os excite.
Recordo em certa ocasião que meu amante veio me visitar e descobriu que eu estava gravida, perguntou-me quem era o pai da criança e eu lhe respondi:
- Quem mais poderia ser!
Meu amante ficou furioso já que nunca pensou em conceber um filho comigo, chegou a pensar que o filho não fosse dele dizendo que ele não poderia ser o pai, e se eu tinha certeza da paternidade.
Eu me aproximei dele e lhe disse:
- Você realmente quer saber de quem é esse filho que estou esperando e de onde e como o consegui?
Ajoelhei-me diante dele e abri o zíper de sua calça, tirando seu cacete para fora, comecei a acariciar seus férteis testículos de seu escroto, aproximei meu rosto e disse olhando diretamente para seus bagos.
- Foi daqui que tirei seu filho. Desse aparato reprodutor que tem entre as pernas, foi daqui que consegui essa barriga e esse filho que estou esperando.
- você se recorda do dia que fizemos amor pela ultima vez antes de você viajar e como você gozou dentro de mim, inundando com sua semente todo meu interior.
- Recorda-se que eu pedi que você gozasse dentro e você gozou tudo que tinha, foi quando começamos a nos beijar e só então terminamos de nos desnudar, pois você estava com tanta vontade que apenas desceu minha calcinha e enrolou meu vestido na cintura.
- Que depois disso eu te levei para minha cama e aí sim fizemos amor novamente, mas com calma, com preliminares e você gozou de novo mais duas vezes dentro de mim, pois ficamos apenas no papai e mamãe a tarde toda.
- Recorda-se como seu sêmen escorrida de dentro de mim, molhando minha bunda, meu rego, meu anus e minhas coxas entes de caírem na cama.
- Recorda-se que você dizia que nunca havia gozado tanto e com tal quantidade.
- Pois eu recordo que enquanto você gozava eu sentia que parte de você não saía, que ficava dentro de mim, queimando-me por dentro com um calor que não se apagava. Eu sentia que meu corpo se arrepiava e que eu me sentia cheia, preenchida, mesmo com toda aquela porra que escorria de dentro de mim.
Enquanto eu falava, continuei a acariciar seu cacete até que ele ficou duro, então, levantei-me e enrolei meu vestido na cintura, abaixei minha calcinha e ofereci meu traseiro a ele.
Não foi preciso um segundo convite, pois senti como sua masculinidade novamente entrava dentro de mim e me preenchia. Ele estava frenético e em poucos minutos inundou-me novamente com sua semente cálida e fértil.
Fomos para meu quarto e continuamos a fazer amor com intensidade, ele acariciava minha barriga ainda incipiente, mas já detectável.
Disse que se ainda existisse alguma duvida, que faria um exame de DNA. Ele ficou calado, então ele respondeu:
- Depois dessa experiência, sabia que eu não lhe mentiria, reafirmou que não havia pensado jamais em conceber um filho comigo e eu me desculpei com ele por esse pequeno acidente, prometendo-lhe não voltar a engravidar sem seu consentimento. Disse também que queria dar um irmão a meu futuro filho, claro que ele estaria ciente de quando isso fosse acontecer, para não ter novamente essa surpresa inesperada.