Um pai nervoso que seu filho desvirginou a própria irmã que chega a mandar capar o seu filho enquanto mija na cara dele.
Certo dia estava eu cortando lenha e o ruivinho que eu capei carregando elas na carriola e levando até ao lado de casa, lenha que serviria para nós acendermos o fogão a lenha lá de casa, até que chegou uma camionete, e desceu um homem que estava claramente estressado, e me chamou para conversar no canto da casa, ficando um outro homem mais novo dentro, e eu fui, chegando lá ele começou a falar:
- Sabe o safado que está dentro do carro, é o meu filho - disse o homem tirando um cigarro de uma cartela e colocando sobre a boca - eu sei que você é um ser mal que se diverte castrando homens, capa esse?
- Quantos anos ele tem e porque você quer capar seu filho?
- Esse safado tem 25 anos de idade, não trabalha direito e eu peguei ele trepando com a própria irmã, de 15 anos, ela era moça, e esse safado a disvirginou, a própria irmã, eu enlouqueço.
- Eu o castro sim, manda ele vir aqui, O DAVI - Gritei para o ruivo vir, que logo soltou o carrinho de mão e veio de encontro, um belo eunuco obediente - vamos capar um hoje, afia a minha fiel capadeira, aquela que usei para lhe capar - sempre gosto de lembrar o Davi de que ele é capado.
O homem pegou seu filho pelo braço e o levou até mim, o menino estava sem camisa e só com um shorts de futebol cobrindo suas partes, era um garoto magro de cabelo preto, que vinha pedindo clemência, com o seu pai mandando o calar a boca, e que hoje ele iria sentir a consequência de suas ações, e então chegando eu puxei seu shorts a ponto de ver seu bilal e pedi para eles entrarem para dentro, não era um pinto grande, porém era médio, estava mole e depilado, o que era algo bom já que não precisaria raspar, seria rápido.
Chegando dentro de casa eu puxei seu calção até o tirar, mandei o jogar sobre a mesa de madeira, e então, com a barriga para cima, o seu pai que era um homem forte o segurava, o meu capadinho começou a amarrar a mão dele nos pés da mesa, e eu amarrava seus pés, ele ficou tão focado em mim que apenas chutava, o que por ele ser magro fez com que não atrapalha-se muito, já que não tinha muita força.
Quando ele já estava amarrado e parou de se mecher, eu fui até o pênis dele, era um pênis lindo de uns 12 centímetros, a cabeça risadinha, seu saco não era dos maiores, porém suas bolas eram grandinhas, e preenchia todo o saco, ele não tinha aquela pele toda que deixa as bolas mais soltinha (seu saco era igual a de um gordinho que capei certa vez a mando de sua mãe), peguei em seu pênis e estava duro feito pedra.
- Está excitado, costuma ser normal.
- Capa logo esse aí - exclamou seu pai, furioso - quero mostrar a ele quem manda.
Olhei para o meio das pernas do seu pai que usava calças jeans, o que me fez subir uma vontade de ver o pau do mesmo, então tive uma ideia.
- Se o senhor quiser entrar no subconsciente dele para sempre, eu tenho uma ideia muito boa.
- Qual - indagou o homem.
- O senhor pode tirar sua roupa e me entregar a sua cueca para eu por na boca dele, assim o cheiro sobe para o nariz e ele vai entender que você é o dono dele, funcionou muito bem com o meu capado aqui - disse eu apontando para o Davi, que ficou envergonhado, mesmo fazendo dois anos que eu o tinha capado, ele ainda tinha vergonha quando eu contava a outros.
O homem mesmo sem acreditar muito começou por tirar sua camisa (o que não tinha nescessidade, porém ele é dos meus, não tem vergonha de mostrar que é homem para os outros) e depois tirou a fivela de sua calça e a abaixou, mostrando o pacote na cueca que era branca, e depois abaixou a cueca mostrando um pênis flácido, porém lindo, mole deveria ter seus 10 centímetros, garanto que duro chegava aos 16, e seu saco era muito diferente do seu filho, era grande e solto, seu corpo era todo pentelhudo, e então ele me entregou sua cueca que eu enfiei na boca do seu filho, porém antes esfreguei em seu nariz, agora tudo aquilo que o menino gritava e eu ignorava, virou simples resmungos, então o pai, pelado ao lado da mesa fixou o olhar nos órgãos do filho, quando eu passei a capadeira expondo o primeiro ovo, e fui expor o outro o seu pai me parou, falando para tirar aquele primeiro, e então eu puxei e entreguei ao Davi para segurar, e passei a capadeira pelo cordão de seu testículo que o fez se remexer, e então quando fui para o outro o seu pai pediu para eu esperar, e pediu permissão para fazer algo nojento, o que eu permiti, então ele subiu sobre a mesa e começou a urinar na cara do filho, e enquanto isso eu abria o outro ovo e dava para o Davi puxar, porém dessa vez eu pedi para ele puxar com a boca e ele obedeceu, então eu passei a capadeira soltando a bola na boca do Davi, seu pai pegou as duas bolas do filho e disse que iria por no formol para sempre lembrar ao filho que o mesmo era capado, e então eu costurei seu sexo, que não poderia mais fazer sexo, e o menino foi xoxo para a camionete, só com o curativo e seu calção, e seu pai me agradeceu pelo trabalho.
Davi começou a limpar a mesa e depois o chão, quando terminou ele foi me ajudar com as madeiras novamente, e então quando a gente terminou eu senti aquele cheiro de suor de capado saindo do Davi, que me excitou, então, quando ele ia entrando para dentro da casa eu fui atrás dele e abaixei suas calças, revelando aquele pênis mole e sua bunda arredondada (conto outro dia sobre a primeira vez que eu comi o Davi) e abaixei entre suas pernas e comecei a chupar o pinto mole dele, que ainda capado era bem peludo, e a enfiar meu dedo em seu cu, que o fazia gemer, e então eu levantei e fiz ele chupar o meu, que ele chupava com gosto, até as minhas bolas, que ele amava lamber e pegar com a boca, e então eu fiz ele levantar e meti um beijo de língua em sua boca, o virei com brutalidade e o coloquei de costas no sofá, então comecei a esfregar meu pênis na entrada do cu dele e então enfiei com tudo, o fazendo soltar um grito, meti um tapa em sua bunda bonita e redonda e comecei a come-lo, depois o joguei no chão da sala e comecei a comer ele de quatro, ele dava aquela impinada de bunda que me deixava louco, e depois que eu gozei eu lambi seu corpo nu, e ele o meu, era uma forma que excitava nós dois, mesmo capado ele conseguia sentir-se excitado e gostava de transar comigo, tínhamos uma ótima química, e então nós dois dormimos nu e sujos no chão da sala.
Esse foi meu segundo conto, espero que tenham gostado, se quiserem que eu escreva uma história específica fantasiosa é só pedir, porém não faço com personagem menor de idade e tampouco com zoofilia.
Atenção: não repitam isso em casa, isso é uma história de ficção para fãs de BDSM.