Vendo aquele colosso alana temeu pela sua fragilidade , mas o fascinio pelo desconhecido pelo o excentrico a mantinha envolvida naquele jogo que ela sem querer resolvera jogar,
Sem nenhuma pressa ele a envolvia em caricias com suas habeis maos sugando aqueles pequenos seios que cabiam inteirinhos em sua boca , não diziam uma única palavra como um ritual eram so gestos e os tenues gemidos chorosos que escapavam dos labios dela quando ondas de prazer envadiam seu corpo. As veses lagrimas escorriam dos seus olhos ao sentir que seu corpo não obedecia sua mente parecendo ter vida propria respondendo aos estimulos impostos por ele deixando-a cada vez mais entregue desfrutando um prazer nunca antes sentindo implorando com seu olhar por mais e mais. Correspondia aos beijos insandecida lambia os dedos chafurdados pelos seus proprios sucos retiradois de sua buceta e levado ate seus labios aquele gosto da sua propria seiva era algo animalesco um verdadeiro nectar , nunca antes provado.
Ousou acariar o torax dele com suas fragies maozinhas alvas. Sentiu-se pequenina anti aquele ser enorme, fitou aqueles desenhos pelo corpo dele muitas coisas indecifraveis mas varias figuras obcenas moldavam o corpo tatuado do misterioso ser.
Curiosa despiu a sunga para ter confirmado oque já imaginara aquele colosso com quase dois palmos da sua mao era tambem tatuado totalmente , começou um movimento de ir e vir instintivamente pois não tinha pratica mas suas maos eram divinas como se ela fosse uma das mais habeis punheteiras . um calor quase insurpotavel percorria seu corpo que arfava implorando para ser penetrado .como um animal no cio sua buceta piscava deixando escorrer uma baba rala que espumava formando borbulhas em redor do seu grelo. Somente um ser com uma experiencia impar poderia se controlar e retardar uma penetraçao num momento de tanta luxuria e excitaçao como aqueles momentos este ser era rafer o passageiro da 57 , continua.