Diego já havia me falado que traria alguém mas eu achei que seria o Matheus (que depois apareceu, uma vez com o Diego e outra vez sozinho) mas ele trouxe o Felipe, operador da retroescavadeira havia chegado a pouco tempo na firma e como a obra já não estava mais perto da minha casa e eu não ficava na rua não vi esse monumento. Diego já se sentia dono da casa, entrou e disse que tomaria um banho no meu quarto, o convidado dele parecia meio sem graça, sem saber o que falar ou fazer, mas eu não podia perder tempo, aquele homem de uniforme amarelo e azul claramente escondia um corpo delicioso, a cara e o jeito de malandro não deixavam dúvidas e eu não ia ficar de enrolação.
Eu: Tudo bem? Pode se sentar se quiser.
Ele: Valeu.
Eu: Está a muito tempos na obra?
Ele: Não entrei faz 1 mês.
Eu: Há sim, e como Diego te abordou pra você vir aqui?
Ele: Eu já conhecia o Diego de outros carnavais e ele me falou de um novinho bom no boquete aí vim experimentar.
Essa era a minha deixa, eu só olhei sorri e me ajoelhei na frente dele, ele sorriu de forma maliciosa e seu olhar e jeito tímido logo foram embora e deu lugar a um olhar que era também um pedido, pedido esse que eu não podia recusar, ele se levantou e abaixou a calça, eu comecei mordiscando aquele volume pesado por cima da cueca preta, e logo vi crescer algo ali dentro, como estava com fome cai de boca sem pensar duas vezes assim que tirei a cueca e a cada vez que eu mamava aumentava mais, ele começou a suspirar e sentou, tirou a parte de cima do uniforme e ficou de botina aquela cena era perfeita, comecei a me dedicar cada vez mais a mar ele, ia nas bolas e depois subia até a cabeça onde chupava com vigor até ver ele reclinar a cabeça para trás, em certo momento ele começou a forçar a minha cabeça e eu engasgava mas era tão gostoso que deixava, ele levantou a minha cabeça e eu pude ver sua expressão, ele arfava de tesão e meus olhos marejados só pediam uma coisa, pica.
Ele me levantou e me fez deitar no sofá abriu a minha bunda e cuspiu bem na portinha, deitou encima de mim, passou um braço por baixo do meu pescoço e com a outra mão posicionou o pau e enquanto eu suspirava com seus beijos nas minhas costas ele foi entrando devagar até eu sentir sua virilha, ele começou a se mover lentamente e eu já não sabia onde começava a dor e o prazer foi um misto de sensações incríveis, quando do nada sou puxado para a realidade enquanto Felipe aumentava o ritimo Diego (que a esse altura eu nem lembrava mais) surge com o pau na minha boca, e lá estava eu, deitado no sofá dando pra um e mamando o outro, o tesão era enorme, Felipe já me fodia sem dó e eu gemia com a rola de Diego na boca, por fim Diego também quis me comer, sentou no sofá e me mandou sentar de costas pra ele , assim em fiz a minha intenção era mamar o Felipe enquanto dava pro Diego, mas eles tinham outros planos, Diego me puxou contra ele e me deitou ali eu soube o que me esperava e só pensava se iria aguentar, Felipe deu uma bela olhada e devagar foi tentando entrar, no começo não conseguiu até que ele entrou e eu fui na lua e voltei, acredito ter perdido os sentidos, ou ao menos a noção deles tamanha era a dor, mas logo voltei e a dor foi indo embora e o prazer chegou, eu comecei a exigir que o Felipe metesse cada vez mais e ele fez, até que num frenesi de suor, lagrimas e tesão ele gozou na minha barriga e eu gozei junto, mas o Diego ainda não, ele me pós de quatro no sofá me deixando apoiado na guarda, subiu encima do sofá, segurou nos meus ombros e eu pude sentir aquele macho montado em mim socando até gozar bem gostoso.
Fiquei jogado no sofá enquanto eles se recuperavam, Felipe viu que eu não me aguentava em pé e me ajudou a ir ao banheiro tomar um banho, tomamos banhos os três juntos, saímos do banho e eles voltaram pra obra, eu fui dormir com o cu mais aberto do que nunca, mas satisfeito e com saudades do Diego e do Felipe, que voltaria trazendo mais dois amigos, e desse jeito eu virei a Maria Obra do meu bairro.
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