Eu tenho 37 anos e sou um cara normal, diferente da minha esposa que é uma ruiva, alta, malhada de academia, pernas grossas, seios médios e bem rígidos, uma buceta muito gostosa de chupar e com pelos tb ruivos, que deixa qualquer macho louco quando se depara com aqueles pentelhos formando um belo desenho naquela bucetinha.
Nós somos casados há 7 anos e nossa vida sexual, apesar de ela ser um tesao, estava bastante morna. Acho que caímos na rotina, estávamos sem criatividade e nosso sexo se resumia a velha e conhecida posição papai/mamãe.
Tínhamos que mudar, queríamos mudar, mas depois de tantos anos levando uma vida nos padrões ditos "normais", não tínhamos ideia do que fazer.
Foi então que, para apimentar a relação, resolvemos nos dar um “vale”, com liberdade total, realizar qualquer fantasia com quem quer que fosse.
No início surgiram muitas dúvidas e medos, afinal queríamos agitar a nossa vida sexual com muito respeito e cumplicidade, por isso concordamos em criar regras que deveriam ser fielmente seguidas, caso contrário qualquer ato fora daquilo que foi acordado poderia soar como traição, e isso não queríamos.
Regras estabelecidas e partimos para a caça.
Minha esposa, por ser muito gostosa e bonita, conseguiu, obviamente, um vale bem antes do meu, e pelo jeito ela usou e abusou desse vale, e foi a partir daí que nossa vida mudou.
Deste dia em diante, quando ela começou a contar que o outro macho chupou a sua buceta, que colocou a rola pra ela chupar, que colocou toda rola dentro de sua buceta até ela ficar bem inchada, eu fiquei maluco, ficava excitado só de imaginar minha esposa fazendo tudo isso com outro macho.
E para me deixar ainda mais doido, ela começou a me chamar de corninho.
Caro leitor, não sei como explicar isso, mas só quem passou por essa experiência sabe o quanto é bom ser corno. Nunca pensei que passaria por isso, ainda mais com a minha permissão, mas depois que me tornei corno fiquei com mais tesao, penso e respeito sexo o dia todo, quero chegar logo em casa pra começar a tocar na minha esposa, abraçá-la, senti-la, esse assunto realmente mexeu comigo, pra melhor.
Acreditem, essas coisas foram um santo remédio, a partir deste dia transamos quase que diariamente e de uma forma muita mais safada. Descobri que tenho uma puta em casa e ela descobriu que adorei ser corno.
Nunca imaginei que um chifre salvaria meu casamento. Posso garantir que a ideia do vale foi tão boa que já partimos para o segundo, desta vez, a minha condição foi eu participar, quero ver minha esposa sendo agarrada, chupada e comida por outro macho, enquanto eu, na minha condição de corninho, ficarei apenas olhando minha linda esposinha sendo bem arrombada.