O Rastro da Máscara do zorro. ? O Roubo no Lago e a Cobrança na Calada.

Por: marcos-79 • 20/07/2026 • 6476 leituras
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O Rastro da Máscara do zorro.

? O Roubo no Lago e a Cobrança na Calada.

?O Zorro vinha de uma lida pesada e resolveu se refrescar num lago escondido. Tirou tudo, mas manteve a máscara — o cara é precavido. O que ele não esperava era que a Elena estivesse passando por ali. Ela não perdeu a chance: passou a mão nas roupas do justiceiro e sumiu no mundo, deixando o herói pelado e furioso. Sem saída, ele se enrolou no baixeiro do cavalo — aquele pano rústico e fedorento a suor — e partiu direto para a fazenda. Ele não ia deixar barato; aquela noite a patroa ia ter que pagar o que devia com juros e correção monetária.

?A noite naquela parte da Espanha estava um mormaço desgraçado. Elena estava em seu quarto, rindo da peça que pregou, quando o bicho apareceu. O coração quase saltou pela boca ao ver aquele vulto de homem no pelo entrando pela janela. Quando a bota de couro dele rangeu no chão, ela sentiu que a brincadeira tinha ficado séria. O Zorro largou o pano de lado e mostrou o peito largo e firme. Na mesa havia uma jarra de vinho; ele a virou de uma vez, limpando a boca com o braço. Nesse movimento, o que restava do tecido caiu, revelando o seu dote: um caralho enorme e grosso, que apontava muito duro para ela.

?A Elena ficou hipnotizada. O Zorro, apesar de ser um cara pé no chão, sentiu o nervosismo e tentou se cobrir, meio atrapalhado. Foi a deixa para ela gargalhar da cara dele. O mascarado entendeu o desafio: abriu os braços e deu uma volta lenta, exibindo toda aquela grosseria, deixando o clima ferver. "Tá rindo, é, patroa?", ele rosnou. "Pois agora tu vai ver se essa ferramenta aqui é de brinquedo."

?Ele avançou como um lince. O Zorro a puxou para a beirada da cama e a fodeu com a vontade de quem guardava aquele desejo proibido há anos. Foi uma lida de paixão, coisa de animal. O ritmo era de galope, fazendo a cama bater na parede num barulho seco de "pá, pá, pá". "Morde aqui, ladra!", ele provocava, enquanto apertava o rabo dela com força. Na hora do clímax, ele descarregou tudo em cima da barriga dela; era tanta porra que parecia represada há meses.

?A paz durou pouco. O barulho de soldados no pátio forçou a fuga. O Zorro catou o que pôde num desespero cego. Totalmente nu, ele correu para a janela, deu uma última balançada naquele pau gigante para se despedir, soltou um grito de "¡Ihaaaa!" e saltou na escuridão. Quem olhasse de fora veria o herói correndo pelo mato, com a bunda branca brilhando no luar, tropeçando e deixando cair peças de roupa pelo caminho. Elena ficou atirada na cama, se acariciando e rindo da fuga patética e vitoriosa do seu justiceiro.

?Na manhã seguinte, o sol castigava a feira da vila. Elena caminhava entre as barracas quando viu Dom Diego. Ele examinava laranjas com uma delicadeza de fidalgo preguiçoso. Mas, ao olhar para ele, a imagem da noite anterior se sobrepôs: os ombros, o sorriso de canto, o jeito de inclinar a cabeça... e um pequeno arranhão de unha no pescoço que o colarinho não escondia. A certeza estalou na mente dela: Dom Diego era o seu animal mascarado.

?Ela se aproximou, predatória. Diego tentou disfarçar, focando nas frutas, mas o coração batia como um tambor. Elena se inclinou e sussurrou no ouvido dele:

— "Te espero hoje à noite novamente. E vê se não esquece a 'espada' em casa, Dom Diego."

?Ela se afastou com um rebolado vitorioso, deixando o herói parado com cara de tacho, enquanto o segredo mais bem guardado da Espanha escorria por entre seus dedos.

?Prévia - Capítulo 2: O Jogo das Sombras

?No próximo capítulo, Diego precisa decidir se mantém a farsa ou se entrega ao desejo agora que foi desmascarado. Enquanto o Sargento Garcia aperta o cerco na vila atrás do "justiceiro pelado" que deixou roupas pelo caminho, Elena prepara uma armadilha sensual no quarto para testar se o fidalgo Diego tem o mesmo vigor do Zorro.

Duas partes.

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