Hoje quase no fim do expediente meu chefe me chega com uma pilha de documentos para serem planilhados. Trabalho em uma empresa de exportação e por um atraso em uma entrega de mercadoria teria que fazer esse trabalho imediatamente.
Eu pensei: puta que o pariu! Plena sexta-feira! Mas respondi que faria sim (como se eu tivesse opção). Com sorte eu terminaria até às 21h.
Estava lá trabalhando quando de repente a luz se apaga. Olhei e percebi que era o Jorge, vigia da empresa e gritei lá do fundo da sala:
- Tem gente trabalhando ainda!
Ele assustado acendeu novamente a luz e se aproximou da minha mesa:
- Desculpa seu Gustavo! Não sabia que teria gente aqui essa hora ainda!
- Pois é, não era pra ter mas tive que ficar aqui fazendo hora extra em plena sexta feira! E não precisa me chamar de SEU Gustavo que eu tenho idade pra ser seu filho! - disse eu brincando, até porquê o Jorge não deve ter mais que 45 anos. Como sempre eu acabava fazendo hora extra, acabamos tendo um pouco de intimidade e gostávamos de tirar um com a cara do outro.
- Que filho o que rapaz! Me respeita. Eu lá tenho idade pra ter um filho desse tamanho! - disse ele se fingindo de bravo pra fazer graça.
- É...um filho desse tamanho realmente não tem como você ter, afinal você é um nanico - disse eu pra zoar a cara dele. Ele nem é tão baixinho assim, deve ter 1,65 ou algo assim, ele é negro e parrudinho.
- Sou baixinho mas tenho pau grande pelo menos! - disse ele apertando o volume sob a calça e rindo!
Eu nem levei na maldade, porque sei que ele é casado e hétero gosta de fazer essas piadas tontas, mas não deixei de reparar no volume quando ele apertou. Resolvi ver até onde ia essa brincadeira.
- Pau grande nada rapaz! Tô ligado que seu pau deve ser tão pequeno quanto você, seu pintor de meio-fio! - disse eu provocando.
- Pega aqui pra você ver então o pau pequeno! - disse novamente dando aquela pegada mala e dando risada.
Aquela visão acabou me dando tesão e eu resolvi provocar:
- Não dá nem pra se divertir com essa mixaria aí! Agora chega de palhaçada que eu tenho que trabalhar!
- Então quer dizer que se fosse grande você ia se divertir? - disse ele se aproximando e encostando a mala no meu braço.
Meu coração gelou, aquilo ainda era uma brincadeira ou ele estava realmente tentando algo?
- Para com essas brincadeiras tontas! - disse empurrando ele com a mão.
Nesse momento ele segurou minha mão e colocou em cima da rola dele, que já estava dura nesse momento. Só aí percebi que ele não estava brincando.
- É mixaria, Gustavo? - perguntou enquanto pressionava minha mão naquele pau duro.
- O que você está fazendo, cara? A gente está na empresa!
- Estamos sozinhos! Além disso você parece ter gostado, por que ainda está com a mão na minha rola - disse ele já abrindo o zíper e colocando o pau pra fora. Um pau preto, grosso, e com a cabeça coberta, devia ter uns 20 cm ou mais.
- Vai, Gustavo, brinca um pouco com ela que eu sei que você gosta!
Nessa hora eu não aguentei e peguei com gosto naquele pau, iniciando uma punheta.
- AHHH Gustavo que delícia de mão! Sempre soube que você curtia! Bate bem gostoso, seu viadinho!
Eu continuei sentado na minha cadeira e ele se encostou na minha mesa enquanto eu punhetava aquela pau. Minha mão nem fechava em volta daquele caralhão.
- Chupa, Gustavo! Cai de boca nessa rola que eu sei que você quer! - ele já disse puxando minha cabeça contra o pau.
Eu chupei mesmo! E que delícia aquele pau era. Engolia quase inteiro, lambia aquelas bolas enormes, brincava com elas na boca enquanto ele ficava gemendo.
- Se eu soubesse que você mamava tão bem já tinha feito você chupar esse pau faz tempo!
Ele tirava o pau da minha boca e batia com ele na minha cara, me deixando molhado tanto com a minha saliva quanto com a própria babinha que saía do pau dele.
- Chega de chupar, agora você vai dar o cu! - ele disse me levantando da cadeira e me colocando apoiado na mesa.
Ele nem perguntou se eu queria (e nem precisava, eu já estava com o cuzinho piscando), já foi desafivelando o meu cinto e baixando minha calça com a cueca junto. Nós dois continuamos vestidos, ele com o pau de fora e eu com a bunda.
- Que delícia de bunda branquinha! Vai tomar muito pau hoje! - ele disse enquanto cuspia nos dedos e já foi enfiando eles em mim pra me deixar molhado.
- Aí Jorge! Vai com calma cara, assim você vai me machucar. - eu reclamei pois ele estava muito apressado.
Reclamei a toa pois logo em seguida já senti a cabeça daquele pau forçando a entrada no meu cuzinho. E entrou. Entrou rasgando. Senti queimar. Tentei empurrá-lo mas ele segurou minhas duas mãos pra trás me deixando com o corpo e a cara na mesa.
- Relaxa, logo você acostuma! - disse ele começando a tirar e colocar o pau em mim. Eu só sabia gemer nessa hora. A dor foi passando e dando lugar à um intenso prazer. Aquele pau estava me abrindo!
- Aiii! Tu tá me arregaçando cara!
- E você tá adorando! Toma rola nesse cu, filho da puta! - ele dizia enquanto me dava uns tapas na bunda.
De repente ele me pegou pela gravata e me puxou fazendo com que eu olhasse pra ele e pra minha surpresa me deu um beijo. Enfiou a língua na minha boca enquanto metia feito louco.
- Ah eu vou encher teu cu de porra! AHHHH
Nessa hora eu senti aquele caralho inchando dentro de mim e me inundando com aquele líquido quente. Ele retirou o pau e eu senti aquele líquido escorrendo pela minhas pernas. Ele deve ter gozado muito. Eu não gozei, a foda deve ter durado uns 5 minutos e eu fiquei o tempo todo sobre a mesa e não tinha como me punhetar. Mas foi muito gostoso.
- Jorge que loucura a gente acaba de fazer meu amigo! - eu disse sem acreditar no que tinha acontecido.
- Nada demais, você apenas deu o cu pro seu macho! - disse ele rindo, já voltando ao típico jeito sarrista dele - E vai dar muito mais! - disse ele saindo sem muita cerimônia e voltando pra guarita da empresa.
Eu vim embora pra casa e agora estou aqui escrevendo esse relato e sentindo meu cuzinho todo aberto e úmido, minha vez de gozar!
Se acontecer mais alguma vez e vocês curtirem esse conto, eu relato aqui.