Oh que saudade que tenho...dos homens que eu neguei meu cu!

Por: joao-221 • 11/07/2026 • 46080 leituras
Capa do conto
Se arrependimento valesse... que raiva que eu tenho de mim mesmo de ter negado meu cu para tantos homens que me cantavam quando eu tinha 17 anos. Eu era uma bichinha romântica que acreditava que um homem macho poderia viver maritalmente com um viado. Ainda era virgem e sonhava em ser deflorado por um Príncipe Encantado, que seria meu marido. A lista dos homens que queriam me foder é grande, mas eu lembro de alguns que me passaram a cantada e eu fiz ouvido de mercador. Eu tinha aquela mentalidade de menina moça e quando eu ia ao jogo de futebol do time local o que eu queria mesmo era ir no vestiário e admirar aqueles machos, com caralhos resplandecentes, tomando banho. Muitas vezes eu ouvi um e outro comentar que haviam fodido Teirinho, um viado notório da cidade, mas a maneira que eles comentavam era como se tivessem fodido uma puta. Eu não queria isso. Queria romance. Queria ser tratado como esposa. Havia um deles, o Cleton que era minha paixão. Eu sonhava que ele estava me deflorando, que sua rola maravilhosa estava todinha dentro de mim. Mas era apenas um sonho. Cleton nunca me cantou. Mas o Ademir me cantava regularmente. No banheiro onde nós trabalhavam, ele me mostrava sua magnífica rola dura e pedia para eu pegar e acrescentava que não ia falar para ninguém. Muitas vezes sussurrava no meu ouvido que queria comer meu cuzinho. O Rui dizia que eu tinha olhar de mormaço e que um dia ele ia me pegar e me enrabar. Rui tinha uma pica a qual quando eu me lembro ainda fico com o cu piscando e a boca salivando de desejo. Sua rola era cheia de veias, o que eu adoro. Aurelio me mostrava a rola dura e dizia que ela estava me esperando. Um dia ele me excitou tanto que eu mamei sua rola e engoli seu farto leite de pica. Ele começou a dar em cima de mim dizendo que queria me foder. Eu sempre falava que era virgem e ele respondia que queria tirar meu cabaço. Mas eu resistia o que me arrependo tremendamente. Eu quase que me entreguei a ele. Mas Aurelio estava noivo, prestes a se casar e não havia nenhuma esperança dele ser o marido que eu almejava. Mamei sua rola alguma vezes mais porém não passou disto.
Gilberto trabalhava em uma bodega e quando eu ia fazer compras, muitas vezes no final do dia, ele me mostrava sua pica, a qual era alucinante.
Cheguei a segurar na jeba enquanto ele dizia.. ".deixa eu comer seu cuzinho , deixa." O máximo que eu fazia era pegar na rola deles. Um dia eu vi o Armando comentar com o Aldemir no banheiro enquanto eu estava dentro do reservado: "Ainda vou comer o cu da bichinha". Eu era um viadinho com uma bundinha muito apetitosa e fisionomia delicada. O Alfredo chegou até a passar a mão na minha bunda e encostar seu pau duro. Alfredo era mais agressivo e dizia que eu ia gostar de sua pica, principalmente quando ela estava com aquele filmezinho branco em volta da cabeça. Eu sentia muita atração por ele mas eu sabia que se ele me deflorasse, iria espalhar para todos os homens da cidade e eu viraria um viado notório como o Teirinho. Eu não poderia me expor porque meu pai era do tipo machão e se soubesse que o filho era viado...nem sei o que poderia acontecer. Ah se eu pudesse como mágica voltar aos tempos atrás...Iria dar para todos aqueles homens. Dez anos depois, quando já era um viado assumido, retornei à cidade mas nenhum daqueles homens residiam mais lá. Contatei o Teirinho e perguntei se era verdade, se aqueles homens do clube de futebol havia o fodido. Ele constatou que sim, acrescentando que o Cleton, um dos machos que eu tinha tesão era o que mais o enrabava. Perguntei se ele sabia onde o Cleton morava e ele disse que ele havia casado e morava em Lisboa. Não sabia seu endereço mas tinha o endereço de outro, Pereira que também o havia fodido. Eu não tinha mais esperanças de ter um marido e na realidade eu era um viado como o Teirinho. Consegui contatar o Pereira que me informou que não sabia o paradeiro do Cleton. Pereira era astucioso e percebeu logo que eu era bicha. Falou que sabia que eu estava afim de dar para o Cleton e acrescentou que ele também comia viado. E falando isso, tirou a rola para fora e disse para eu mamar. Obdeci suas ordens. Depois mandou eu ficar de quatro, passou cuspe na jeba e me penetrou divinamente. Pereira passou a ser meu macho enquanto eu permaneci em Lisboa por duas semanas. Não consegui localizar todos aqueles homens que me cantaram. Hoje eu penso com nostalgia como seria bom se todos aqueles machos tivessem me fodido. Que bobo eu fui deixar passar a pica daqueles homens maravilhosos e como seria bom se eu fosse puta de todos eles. Esta rola da foto é de um dos machos que me fodem. Não é da net.

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