ORGIA COM MÃE E FILHA

Por: Rebeca 08/07/2026 59792 leituras
Capa do conto

O meu nome é Rebeca, tenho 19 anos, 1,75m loira, seios médios e firmes, cintura fina, bumbum redondo e empinado, pernas bem torneadas, sou considerada muito bonita. Moro com minha mãe, uma mulher linda de 34 anos, meu pai nos abandonou quando eu ainda tinha 8 anos, minha mãe é tão bonita que quase ninguém acredita quando digo que sou sua filha, quando papai foi embora, não ficamos numa situação muito boa, minha mãe trabalhava num banco, e alguns anos depois saiu e recebeu um dinheiro, montou uma lojinha de cosméticos e é do que vivemos, nunca mais tivemos noticia do papai.


Eu sempre desconfiei de que algo não estava certo, pois desfrutamos de um conforto incompatível com o que a loja da mamãe pode nos proporcionar, porém nunca perguntei nada, estudo em uma ótima escola particular, temos um bom carro, nossa casa é linda e nunca nos falta nada.
Um belo dia descobri por mim mesma, tive uma enorme decepção, o que foi substituída rapidamente por tesão e em pouco tempo eu fazia parte da trama, o que devo confessar adorei.


Muito bem, um dia sai para o colégio, pois estudo a noite, durante o dia ajudo mamãe na loja, lá fui informada que não haveria aula, e como o tempo se preparava para chover, eu voltei imediatamente para casa, eram nove horas quando entrei em casa, como não vi movimento nenhum dentro da casa, abri a porta com minha chave e entrei, mamãe deve ter saído pensei, como os quartos ficam no andar superior, eu larguei os meus livros e subi as escadas para ir ao meu quarto trocar de roupas.

Quando passei em frente ao quarto da minha mãe, ouvi vozes, procurei não fazer mais barulho e apurei os ouvidos, havia um homem ali dentro.
Tirei os sapatos e me aproximei da porta, não havia dúvidas, ela conversava com um homem, não me contive, me ajoelhei e colei o olho ao buraco da fechadura, meu espanto foi tão grande que quase dei um grito estragando tudo. Era o seu Justo, um senhor de 40 anos, muito amigo da família, era um rico comerciante de ferragens e máquinas agrícolas, era até muito charmoso, eu não podia acreditar nos meus olhos.
Agora eu sabia de onde saia o dinheiro que custeava nosso conforto.


Bem continuei ali, logo pararam de conversar e partiram para a ação, logo vi minha mãe de joelhos com uma enorme pica na boca, estavam ainda vestidos, mas em seguida se livraram das roupas e pude notar que o coroa era um homem bastante enxuto, sem barriga, pernas grossas e peito forte e peludo, minha mãe eu já conhecia bem, pois tomávamos banho juntas,muito à vontade após retribuir o carinho dela lambendo sua depilada buceta, seu Justo penetrou a mamãe, e de onde eu estava pude assistir a um belíssimo espetáculo, era grande e grossa a vara do coroa, à medida que ia entrando a buceta da mamãe adquiria uma forma redonda, os lábios bem separados pela grossura da tora, ela gemia muito, mas não era de dor, pedia mais, ai fode gostoso, fode, ai que tesão, e ele obedecia lhe dizendo coisas doces, mexe meu amor, mexe esta buceta gostosa, vai, e ela mexia, eu assistindo tudo.


Eu não sou virgem mas devo confessar que tive poucas transas, e senti muito pouco prazer nessas poucas que tive, rapazes inexperientes que me deixaram a ver navios enquanto gozavam em poucos minutos.
Assisti a uma bela foda, seu Justo mostrou competência, e vi minha mãe gozar duas vezes antes que ele lhe enchesse a buceta de leite, que vi escorrer par fora em seguida, depois foram para o banheiro e eu procurei me esconder, achei que ele sairia em seguida, nada, ouvi vozes e risos, mas não fui mais para o buraco, com medo que me pegassem ali.
Para minha surpresa ouvi novos gemidos da mamãe, agora mais altos, caramba, estavam fodendo novamente, corri para a fechadura e agora minha surpresa aumentou, seu justo estava deitado de costas na cama, mamãe sentada sobre ele, de frente para onde eu estava, cavalgava com loucura seu pau.
Quando olhei para seu rosto vi uma expressão, diferente, um misto de dor e prazer, ai olhei para baixo e vi que sua buceta estava livre, o grosso e longo pau do seu Justo, entrava bem justo no cuzinho da mamãe, ai não aguentei mais, levei a mão a minha buceta e comecei a dedilhar uma gostosa siririca, gozei junto com eles, ai desci peguei meus cadernos e sai de casa, só voltando duas horas depois.
Cheguei mamãe perguntou por que voltara mais cedo, porque não telefonara para que ela fosse me buscar, com aquele tempo, dei uma boa desculpa, ela estava alegre, bem disposta, olhei para ela e mais uma vez senti um enorme tesão, uma coisa gostosa me percorreu o corpo todo indo parar entre as pernas.
Eu e mamãe, ah o nome dela é Clara, como ia dizendo somos muito íntimas, quando transei pela primeira vez, ela foi à terceira, a saber, não houve nenhum sermão, apenas conselhos para que me cuidasse, por isto na primeira oportunidade eu lhe falei que tinha assistido tudo, ela também mais uma vez não se assustou, riu muito e me explicou sua situação com o Justo, o que achei muito justo apesar dele ser casado, o que vi a seguir foi que me assustou e muito.


Bem filha agora que você já sabe de tudo, tenho mais uma surpresinha para você, quando ela me disse, ai eu achei que ela estava extrapolando, achei uma sandice, e relutei muito, mas na verdade eu também queria.
Sempre que transavam, seu Justo me fazia muitos elogios, e terminou por perguntar e oferecer muito mais do que já dava para minha mãe para transar comigo. Para não alongar muito vou tentar resumir ao máximo.
Concordei com uma única condição. Diga disse mamãe, pode dizer. Bem eu aceito, mas você tem que estar junto.
Depois eu vim descobrir que era isto o que ela mais queria.


Marcado o dia, tudo acertado eu me preparei para o grande dia, num sábado à tardinha seu Justo apareceu lá em casa, parecia muito nervoso, já o aguardávamos, embarcamos em seu carro e partimos para um sítio, chegando já ao escurecer, ninguém quis jantar, de modo que minha mãe me levou para o quarto e começou a me vestir, uma camisola muito transparente e curta, uma calcinha minúscula e só.
Quando o homem foi autorizado a entrar no quarto parecia que ele é que iria ser comido, tamanho era o seu nervosismo, sua ansiedade, minha mãe foi colocando-o à vontade, mandou que eu sentasse perto dele, e senti o tremor de suas mãos ao tocar meu corpo pela primeira vez.
Com a ajuda da mamãe, ele foi se soltando e já não tremia tanto pelo menos de nervosismo quando apalpou levemente meus pequenos e duros seios, depois retirou com muito carinho minha camisola, me deixando apenas de calcinhas, falou pela primeira vez elogiando meu corpo, sem deixar de comparar-me com mamãe num gesto político, mas verdadeiro, ela também é linda de corpo.
Quando finalmente ele me deixou totalmente nua, senti sua língua quente em minha buceta, comecei a delirar, nunca transara com um homem maduro, quase gozei em sua boca, mas ai ele que depois de certo período de vexame, pois talvez pela ansiedade, não conseguia erguer seu mastro, mais uma vez com a ajuda da boca da mamãe por fim estava pronto. Veio para o meio das minhas pernas, ai eu temi um pouco, pois conhecia o tamanho e a grossura da sua espada, minha mãe abriu minha bucetinha, de pelos ralos, lábios grossos e juntinhos, mandou que eu respirasse fundo, e mandou que ele entrasse.
Sem uma palavra, Justo começou a entrar, no começo cheguei a sentir dores, mas a mediada que o ferro ia entrando, fui rebolando, facilitando a invasão, ele mamava meus pequenos seios, e eu fui me sentindo preenchida, ele havia entrado mais da metade quando levantando o tórax ficou olhando para o meio das minhas pernas, viu minha jovem buceta engolindo seu pau, eu sentia um pouco de dor, vi no olhar de mamãe a aprovação total, ele então deu uma estocada mais forte e entrou todo em mim, eu me sentia como se estivesse sendo novamente deflorada, estava cheia, ele começou a se movimentar, primeiro lentamente, tirando apenas alguns centímetros e enfiando novamente, foi aumentando o ritmo à medida que iam diminuindo meus protestos, me senti orgulhosa de ter acomodado aquele homem enorme dentro de mim, a dor começou a ser substituída por um enorme prazer, minha mãe ali do lado ainda vestida, eu via em seu semblante o tesão que sentia, seu Justo também notou e mandou que ela ficasse de pé a sua frente e levantasse o vestido, lhe tirou a calcinha e enquanto bombeava minha buceta, passava a língua na dela.
Ele havia se preparado, pois de repente senti como se todo o quarto girasse, senti um calor imenso em todo corpo que correu em direção a minha buceta, e só tive tempo de gritar ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh estou gozando, e comecei a atirar os quadris em direção ao macho que me fodia, ele entendeu e meteu fundo, aumentou o ritmo e eu senti pela primeira vez um verdadeiro orgasmo, ele deu um tempinho e começou tudo novamente, vi quando fez um sinal para minha mãe, esta se despiu rapidamente e deitou-se ao meu lado abrindo bem as pernas, de repente senti o homem fazer uma careta, tirou o pau bruscamente da minha buceta e procurou enfia-lo na de mamãe, o primeiro jato de porra foi fora, meio atrapalhado ele não conseguiu enfia-lo logo, de modo que sujou sua barriga e o seu rosto, depois enterrou o pau na buceta dela e com movimentos violentos, com gemidos fortes terminou enchendo sua taça com o leite que por direito era meu, mas como poderia me engravidar ele depositou-o nela que estava preparada. A partir deste dia eu passei a fazer parte do grupo, nossa situação melhorou ainda mais, no meu primeiro aniversário depois disto, ganhei uma linda moto de presente, continuo amando cada vez mais minha mãe, pois agora tenho orgasmos homéricos e frequentes, bem diferente de quando transava com rapazinhos inexperientes que gozavam após alguns segundo e eu tinha que terminar com o dedinho.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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