Ela continuava de bunda pra cima, abraçada ao pau preto de borracha, dando beijinhos nele, já sentindo um alívio gostoso tomar conta do bumbum...
Enquanto isso, no outro quarto…
- Tio… quero dizer, pai, agora eu vou chupar sua rola!
- Nossa, filha - brinca Karen - que história é essa? Onde já se viu querer mamar na rola do seu pai?
Leona ri e desce da cama. Ela arruma o cabelo, põe um travesseiro no chão e se ajoelha.
- Hum, que delícia, filhota - diz Bruno, punhetando o pau, que já estava estralando de duro -, será que você consegue ser tão vagabunda quanto sua mãe?
- Ah, ela consegue! - Karen toma a frente - Essa menina foi bem educada! Mostra pra ele, Leona, como se pega numa pica!
Leona arruma novamente o cabelo, toda jeitosinha e nitidamente empolgada. Bruno se posiciona na frente da filha, com as pernas levemente abertas para dar a altura correta à mamada. Leona então dá uma piscadinha ao pai e uma cusparada naquele cabeção avermelhado. Ela dá uma risada bem gostosa e começa a mamar o pai. Tudo era perfeitamente compassado: a mão dela punhetava numa velocidade deliciosa, enquanto metade do pau ficava dentro da boca da garota. O pescoço ia suavemente para frente e para trás no ritmo perfeito, o rostinho tinha aquela expressão de putinha ingênua, ou de menina fascinada por rola querendo impressionar. Além disso, ela cuidava de ficar com o bumbum por cima dos próprios pezinhos, mostrando não ter pressa nenhuma, uma total sujeição. A sem vergonha ainda sabia que, dando ligeiros pulinhos, fazendo o bumbum sair dos pés por um instante para cair novamente neles, repetidamente, seus peitões balançavam, deixando tanto o pai, quanto a mãe loucos de tesão. Era nítido também o excesso de baba que ela deixava cair de propósito. Escorria de sua boca, se acumulava no queixo e descia para os peitos, deixando-a toda molhada. Ela produzia saliva com muitíssima facilidade, o que ajudava muito naquela sonoridade de boquete engasgado, GULP, GULP, GAWK, GAWK, GHULL
"Puta que pariu, que boquete! O pai dela deve estar adorando!" - pensava Karen, indo por trás da filha, em pé, e beijando Bruno na boca, enquanto a filha permanecia ajoelhada entre os dois, mamando a pica.
- Seu gostoso, safado, olha o que está fazendo com nossa filhinha rs - diz Karen, entre um beijo e outro no irmão
- Gostosa do caralho, devo tudo isso a você!
- Faz ela engasgar, Bruno! Faz ela chorar na sua pica! rs
Bruno lembra que na piscina fora muito tentado a esgoelar Vick, mas não teve coragem. Agora, porém, com o incentivo de Karen, a situação era outra.
Leona, conseguindo ouvir as palavras da mãe, prepara-se para as pancadas na goela, que, a bem da verdade, ela tanto queria. Então ela segura com força nas duas coxas do pai e abre a boca ao máximo, pondo a língua para fora.
- Soca nessa puta, seu gostoso, vai! - exige Karen
Bruno segura a cabeça de Leona com as duas mãos entrelaçadas em sua nuca. Os golpes seriam fortes e todos ali sabiam. O coração da menina batia, de medinho e de empolgação, coragem e ansiedade, tudo junto. Karen sorri para Bruno e pisca um olho em aprovação e cumplicidade. Bruno então leva o quadril para trás, bem para trás e…
GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GLOC GAWGAWGAWGAWGAWGAWGAW
"Puta que pariu, a menina não vai nem conseguir falar amanhã! rsrs" - pensa Karen, lembrando das vezes em que o irmão castigara do mesmo jeito sua garganta no passado.
Leona continuava levando rolada do pai, resistindo bravamente. Os olhinhos iam ficando vermelhos, as lágrimas escorrendo e as tetas balançando lindamente a cada pancada na garganta.
"Isso, pai, tudo, papai!" - pensava Leona, se sentindo realizada, sentindo o saco do pai batendo em seu queixo.
Karen se ajoelha ao lado da filha e acaricia o saco do irmão com o maior carinho, observando passiva aquele rolão entrando e saindo da garganta da filha com a maior força e velocidade....
Após o primeiro round de sexo em ambos os quartos, tudo indicava um segundo. Lá embaixo, no quarto de Vick, a menina continuava deitada de bunda pra cima, abraçada ao enorme pau preto de borracha e dando beijinhos nele. Ela agora descansava um pouco, sentindo uma espécie de alívio gostoso tomar conta do bumbum. Monique, sentada no pé da cama, limpava até a metade do braço com um lencinho umedecido, pensativa no que acabara de fazer. Que loucura foi aquela? Quem ensinou uma coisa dessas à Vick? E por que sentiu tanto prazer em enfiar o braço no cu dela? E por fim, por que queria tanto experimentar isso em seu próprio cu? Monique sentia o arrepio lhe subir a coluna vertebral só de imaginar. Ela retoma o assunto:
- Deixa a mãe ver como ficou, filha - pede Monique, dando um tapinha gentil, bem leve naquele bumbum, ciente de que ainda estaria muito sensível.
Imediatamente Vick fica de quatro, com o bundão arrebitado, como uma perita: perninhas um pouco afastadas, coluna bem envergada e sorriso no rosto, tentando olhar para trás. E para completar o arraso, ela dava umas tremidinhas no rabo, como numa dancinha de twerk, só para provocar a mãe.
- Sem vergonha! rs - se diverte e se excita Monique, com aquela bunda dançante
Monique olha aquele cuzão aberto e sente uma invejinha, e ao mesmo tempo, orgulho da menina.
- Nossa, Vick, ficou lindo…
- Sério, mãe? rs
- Sim… Filha, e você achou mesmo gostoso???
- Sim, mãe, demais! Pode ter certeza que vou pedir de novo outro dia! rs
- Hum…
"Ela parece tão contente…" - pensa a mãe
- Tá bem grandão, mãe? Meu cu tá realmente grande???
- Sim, bem dilatado rs, mas dá pra ver que já está voltando ao normal. Dá uma piscadinha nele pra mãe ver.
A menina faz forcinha para piscar o cu algumas vezes. Ela se surpreende em perceber que no início não conseguia fazê-lo, como se tivesse perdido o controle das pregas para sempre, mas depois de algum esforço o controle dos músculos do cuzinho reapareceu, abrindo e fechando lindamente
- Ai, que lindo, Vick! - Monique sente sua buceta derretendo, quase escorrendo de tesão
- Mãe, por que a gente não faz em você agora??? - ela diz, saindo da posição em que estava e ficando mais à vontade.
- Ahn… Agora??? - o coração batia forte
- Uhum! A gente não veio trepar? Só eu gozei, você precisa gozar também, não acha?
- Bom, por pouco não gozei junto a você, menina rs. Foi muito prazeroso pra mim, de qualquer jeito
- Mas não gozou! E aí, deixa??? - Vick pede, vibrando as pulseirinhas coloridas que tinha pulso, mostrando o punho fechado à mãe, com uma risadinha no rosto.
- Ai, Vick kkk, que horror! Hahaha
- Ah, mãeeeee, deixa vai! rs - ela abraça a mãe, fazendo dengo
- Ai, ok, ok! Nossa, que loucura eu vou fazer, rs
- Obaaaa! Então vamos lá! Fica toda pelada, tá? E de quatro, igual eu estava! - diz Vick, colocando-se de pé, já retirando as pulseiras do braço direito, toda empolgada.
- Tá bom, filha, vamos lá! rs