Praia de Galhetas, saudades

Por: pi-okto-2 10/07/2026 172029 leituras
Capa do conto
Li neste site um conto na praia de Galhetas. Lembrei das ótimas experiências que tivemos lá entre 2005 e 2010, tínhamos por volta de 25 anos. Encontrei algumas fotos (do tempo que tinha que mandar revelar). Resolvi compartilhar. Este conto é totalmente real, gostaria que tivesse acontecido mais coisas, porém não desejo inventar nada.

Como outro usuário descreveu, a praia de Galhetas é uma praia em Florianópolis onde o nudismo é opcional. O acesso é através de uma trilha, onde os machos já ficam secando sua mulher no caminho. A praia é linda, vale a pena conhecer, no final dela tem as pedras, ótimas para fotos (vejam aí). Tem também as trilhas ao fundo, onde vi muitos gays fazendo sexo.

Quase metade nem tira a roupa. A maioria dos pelados são "homens" bem dotados (quem não é dotado, fica de sunga rsrs). Casais que fazem nudismo são poucos. Vão para o fundo da praia, isolados, mas sempre fica um tarado de olho.

Tem também o único bar (isopor) que vende cerveja e água, ao lado de uma bica de água doce. Era onde a gente ficava, a uns 100 metros de distância. Eu levava sempre um guarda sol, uma canga, um cooler pequeno e a vezes uma cadeira.

No começo ficávamos de roupa, depois eu ficava pelado, ela de top less ou de bunda para cima no sol com biquini cortininha bem reduzido. Sempre que vinha um tarado passando ou sentando perto, ela se cobria.

Está foi a primeira experiência mais quente que tivemos. Vejam nosso perfil, ela é muito timida e envergonhada, mas quando bebe, fica doidinha.

Ela tinha tomado o suficiente para se soltar, tava de bunda pra cima e cochilou. De repente, um peladão sarado que estava no isopor, se senta à uns 3 metros atrás da gente, acende um baseado e começa a bater uma discretamente. Fui reduzindo o biquini para exibir ela para ele, por fim tirei todo. Eu também estava pelado. Coloquei uma camiseta por cima e comecei a bater uma para a situação.

Quando ela percebeu o que eu estava fazendo, pediu para parar. Eu falei que não, e que tinha outro fazendo igual. Ela olhou para trás, se assustou e se cobriu. Porém continuou olhando. O cara continuou a bater punheta, só que exibindo ao máximo seu pau que era bem grande e duro.

Eu pedi, ela tlrou a canga de cima e colocou uma mão por baixo e começou a se masturbar tb. Ficamos nessa, ela gozou rápido, deu até umas gemidinhas e reboladinhas no auge. O cara ficou de pé e gozou junto, quase em cima dela. Eu gozei em seguida, discretamente.

Depois disso, o cara pediu para olhar as coisas dele e foi dar um mergulho. Ela continuava bebendo, estava muito bebada. Ele voltou, sentou peladão ao lado dela como se fosse amigo e começou a conversar, elogiando o corpo dela, pedindo e passando a mão nela inteira várias vezes. Ela também segurou o pau dele que parecia pedra de novo e começou a bater uma. Neste momento vejo que tinha quase 10 tarados olhando e muitos batendo uma para nós, fiquei com medo e fomos embora

Nesta praia, tivemos ainda uma outra experiência muito mais quente ?? dependendo dos votos eu conto

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