Foi num dia assim que aconteceu o que vou contar.
Trabalhei o dia todo desejando que um belo pau me aparecesse assim do nada. E no final de tarde fui pra uma reunião.
Ao retornar, encontro a garagem do prédio aberta, alguém tinha acabado de entrar. Entro e vejo na vaga ao lado da minha que não era usada até então, uma pessoa desconhecida pra mim. Meu Deus, lindo. Estacionei ao seu lado. Ele tentava acionar o controle. Me olhou, sorriu e disse que parecia ter problemas no seu controle. Eu disse que fechava, fiz e sai do carro no mesmo instante que ele, nos esbarramos. Nesse instante senti faíscas entre nós. As deusas do amor , tinham ouvido meus anseios. Fiquei fascinada olhando aquele homem: uns 50 anos? Boca perfeita, grisalhos e um sorriso. Ele se apresentou: irmao da minha vizinha de frente, ficaria 10 dias participando de um curso na importante Universidade da minha cidade. Enquanto ele falava nos encostamos nos carros, de frente um ao outro. Disse que seriamos então vizinhos por alguns dias, dei boas vindas e... não saíamos do lugar.Ele ali me olhando e sorrindo. Quando dei por mim estava nos braços dele recebendo o beijo mais saboroso da minha vida. Sua língua invadia minha boca, me lambia o rosto, os olhos, enquanto suas mãos levantaram minha saia e seus dedos ja entravam pela lateral da minha calcinha. Nao me fiz de rogada. Tirei a calcinha guardando na bolsa que carregava comigo. E me dei inteira. Seus dedos deslizavam na minha buceta, ele metia dois dedos e sua mao se ensopava na minha excitação. Abri sua calça e vi saltar um pau maravilhoso. Duro feito pedra. Todo melado. Pulsando. Me abaixei, sem me preocupar com o lugar público e chupei com todo o desejo acumulado o dia todo. Ele fazia movimentos profundos de vai e vem. Minha buceta latejava pedindo pra ser fudida. Me levantei e beijei sua boca enquanto pedia: mete em mim, enfia tudo. Ele me virou de costas pra ele. Me apoiou no carro, e meteu fundo na minha buceta, por trás. Nem me lembrava mais de onde estava. Levei meus braços pra trás agarrando seu pescoço, gemendo alto enquanto seu pau batia fundo, judiava estocando feito um cavalo. E eu o recebia como uma potranca no cio.
Gozei esguichando meu prazer que escorreu pelas pernas. Senti suas pulsações e fui inundada pelo gozo daquele macho lindo.
Nos ajeitamos, subimos as escadas lado a lado até nosso andar. Eu com a calcinha na bolsa. Antes de entrarmos ainda trocamos um selinho. Ele me disse: prazer. Foi todo meu, respondi. E entramos.