- Oi Lu, é o Alê, o que vc tá fazendo?
- Nada.
- Vamos no Shopping comigo? Passo aí uns 20 minutos.
- Vou sim, mas dá uns 30 minutinhos...
Passei com 40, era do ladinho de minha casa.
Fui direto à loja e troquei para o número correto. Fomos à praça de alimentação:
- Quer comer algo?
- Não já jantei em casa.
- Blz, vamos tomar só uns chopinhos.
Depois de pegar as bebidas, sentados um ao lado do outro, ela muito curiosa perguntou:
- Era presente? Quem te deu?
- Sim, meu irmão que me deu, foi meu aniversário.
- Poxa vc nem me convidou – ela até ficou tristinha.
- Não teve nada, boba. Fomos comer fora e minha mamy fez um bolinho, se tivesse algo vc seria a primeira a ser chamada ( mentira...rs).
- Seu aniversário, queria te dá um presente também, vc é tão legal comigo, mas vc sabe né, tô desempregada.
E eu em tom de brincadeira.
- Faz um boquete, que eu vou adorar, vai ser o melhor presente!
E ela espantada:
- Jura???
- O que?
- O boquete, vc iria gostar mesmo?
E eu totalmente surpreso:
- Claro, será maravilhoso.
- Eu faço na porta de casa – me disse sorrindo maliciosamente.
Eu mais que depressa, tomei o chopp:
- Vamos! Amanhã acordo cedinho...
- Mas vc vai quer....
- Lógico – interrompendo no meio a frase dela.
Entramos no carro, assim que passou a cancela do estacionamento do Shopping, abri o zíper, abaixei um pouco as calças e a cueca junto, liberando o cacete que já estava quase duro, ela entendeu e já abocanhou com toda vontade, com aquela boca enorme, mamava feito uma putinha e com a mãozinha acariciava as bolas. O meu pau latejava na boca dela. Fui dirigindo devagar, curtindo os lábios que ora subia desde a base até o freio e depois algumas ela dava umas lambidinhas na cabeça. Lembrei-me de um drive-in no caminho.
- Lu, vamos parar no drive-in? É mais seguro...
- Melhor, ouvi que um vizinho foi assaltado. – dizendo ainda com o cacete na minha boca.
Entramos no box, a mocinha atendente chegou quase no mesmo instante, pegando a Lu com a boca na rola. Eu adorei, evidente. Pedi 2 cervejas e já deixei pago. O bom que quando tomo cerveja, retarda bem minha ejaculação.
Chegaram as cervejas, a atendente fechou a cortina. Ela com a minha pica na mão:
- Tá gostando do presente?
- Amando - Fui louco pra beijar aquela boca gostosa, um beijo molhado, até minha língua ela chupava, parecia que chupava o pau, sua língua era deliciosa e não largava minha pica. Fui querendo apalpar seu corpo, mas fui reprimido.
- Vou fazer vc gozar – ela foi loucamente em busca de meu cacete.
- Espera. – Tirei toda minha roupa da forma mais rápida possível – Vc não vai tirar a sua?
- Não, senão vc vai querer me comer, eu namoro, vc sabe...
- Tá bom... - Pensei “o boquete já tá valendo mesmo”.
Ela o pôs todo em sua boca, subia descia, depois chupava minhas bolas, comecei a ouvir ela gemendo no meu pau, nisso minha mão já tocava em seus seios, cabelos, bumbum, ela ia perdendo a resistência. Quando ela botou sua cabecinha do lado meu cacete e comecei a batê-lo em seu rosto, os gemidos foram mais fortes. Consegui abrir sua calça e enfiar a mão dentro, sua calcinha estava toda ensopadinha.
- Me deixa passar a rola em vc, vc tá louquinha pra isso.
- Não não não, isso não é certo.
Tirei sua calcinha de lado e mesmo com a mão espremida soquei o dedo fundo em sua bucetinha.
- Quero lambê sua bucetinha...
- Lambê, pode. Mas vc veste a cueca e a calça...
- Tá bom, eu visto.
- Veste. – Vi que ela só ficaria peladinha, se eu estivesse vestido. Coloquei a cueca e a calça. Pensei “que saco, mas vou lamber a bucetinha melada dela”. Imaginei que ela ia fazer dengo, mas na hora já ficou nuazinha, deixei o banco do passageiro a máximo recuado, ela se arreganhou todinha, nossa ela ficou uma delícia. Liguei a luz interna do carro:
- Que foi???
- Quero te ver peladinha...
- Seu bobo, então vem falar com minha pepequinha.
Beijei sua boca com muito desejo e fui descendo pelo seu corpo, parei em seus seios pequenos, os bicos estavam muito duros, desci minha boca pela barriguinha dela e ela se abriu o mais que pode, forçou minha cabeça ao encontro de sua grutinha depiladinha. Dei um primeiro beijo de cima a abaixo, enfie a língua toda o máximo dentro de sua vagina e depois me concentrei em lamber o grelinho, meu dedo explorava também sua buceta, ela gemia muito se contorcia, meu dedo começou a alisar seu cuzinho, não percebendo nenhum movimento contrário meti fundo, ela gemeu mais forte e nisso comecei a socar mais forte e eu não parava de lamber seu grelinho com lambidas rápidas, senti seu gozo, com muitas contrações, ela começou a gozar gostoso e eu tentava ficar com minha boca lá, mas ela me expulsou, parecia que estava em choque, meu dentes percorriam seu corpo e a deixava agoniada, fui beijar sua boca, mordendo seus lábios, ela parecia estar eletrificada, não aguentava e fugia de meus lábios. Achava ela estava entregue e fui tirando minha calça e cueca pra fudê sua bucetinha lambuzada, nesse momento ela voltou a si.
- Pára – fugindo de mim e de meu cacete, ela foi colocando a calcinha e a calça. – Senta aí, vou fazer vc gozar e a gente vai embora tá bom?
- Tá – Eu sentei, com a pica toda melada e ela vêm pra abocanhar novamente, chupou, mamava, acariciava as bolas, punhetava com a boca na cabecinha e eu acariciava seus seios, nunca, ouvido, bumbum por cima da calça, socava a calça dentro de sua bucetinha.
- Alê, vc não tá conseguindo gozar? Não tá gostoso? Goza... – Sem tirar nem a mão e nem a boca perto do meu pau, ficava me olhando e falando, visão linda.
- Acho q foi o chopp e a cerveja, acaba dificultando eu esporrar.
- Que droga, quero tanto q vc goze. Será que se vc passar a rola na portinha da minha pepequinha, vc consegue gozar?
- Consigo, certeza. Vamos no banco de trás é mais confortável – O carro era grande, e colocamos os dois banco o máximo pra frente, ela se sentou no meio do banco, rancou novamente a calça e calcinha e ficou arreganhadinha na ponta do banco, eu fiquei de joelhos um em cada lado no assoalho do carro.
Rocei a cabeça no seu grelhinho algumas vezes, ela gemia, forcei nos seus lábios vaginais, escorregou todinho pra dentro, fiquei metendo gostoso naquela bucetinha molhada.
_ Lu, vou metê só um pouquinho. Quer que eu bote a camisinha pra gozar nela?
- Não, fica passando só um pouquinho dentro dela, quero que vc goze na minha boca. - Fiquei metendo agora mais devagar, essas palavras quase me fizeram ejacular, deixei meu cacete todo cravado na xoxota dela, passei a mão em seus seios, apertei os bicos, esperando a vontade de gozar passar.
- Lu, senta no meu colo. Quero beijar sua boca. -Mudamos de lugar, eu sentado e ela no meu colo, já guiando meu cacete pra sua xoxota quente e lubrificada.
- Rebola devagar, senão gozo.
- Vou sentar e ficar quietinha. – Dando um sorrisinho.
Ela ficou toda encaixada e eu comecei a beijar sua boca, chupando sua língua e abraçando forte, sentindo os peitinhos pequenos e pontudinhos no meu peito. Minha mão desceu por suas costas e foi buscar seu bumbum, acariciei sua pompa e depois fui com o dedo na portinha de seu cuzinho, tentei metê-lo mas tive dificuldade, melei o dedo no caldo de sua bucetinha que vinha de seu tesão e aí sim, entrou todo meu dedo, ela deu uma gemida gostosa e percebi que ela adorou. Fiz rebolar mais ritmado e meu dedo ficava socando seu rabinho. Pensei “vou comer o rabinho dela, tá facinho”. Mas estava prestes a gozar.
-Pára um pouquinho, Lu. – Tirando ela de cima, meu cacete latejava, iria explodir de gozo a qualquer momento.
- Que foi, não tá bom?
- Tá ótimo, maravilhoso. Ia esporrar, e meu presente, como ficaria?
Ela foi pra cima, pra colocar aquele bocão no meu cacete e a impedi.
- Que foi, Alê?
- Sabe queria te come de franguinho assado...
- Não era nem pra isso acontecer, era só um boquete e o que virou...
- É rapidinho, tô quase gozando...
- Tá...
Eu a encostei na porta traseira, ela deitada no banco traseiro, coloquei suas pernas no meu peito, ficando toda oferecida a bucetinha e o cuzinho. Meti na buceta pra deixar o cacete bem melado, fui forçar o cuzinho, mas ainda não entrou, meti mais uma vez em sua xoxotinha, tirei e fui de novo na portinha de seu cuzinho, a cabeça começou a forçar, ela relaxou e eu vi a cabeça sumir dentro do seu rabinho, dei uma estocada e ela gritou.
- FDP aí não!!! Tira... – Dei algumas bombadas e ela gritava gostoso, tirei e voltei na sua bucetinha.
- Desculpa. Foi sem querer...
- Sem querer, o caralho!!! FDP!!!
Ela nervosinha me deixou mais excitado, tirei meu cacete lambuzado e guie na porta do cuzinho dela de novo. A posição de franguinha a deixava toda indefesa.
- Relaxa. – com a pica forçando o cuzinho dela.
- Coloca devagar, pô!
A cabeça entrou dessa vez bem devagar.
- Assim tá bom?
- Deixe ir acostumando, bota devagarinho.
Meti devagar, também porque ia gozar a qualquer momento. Soquei-o todo até as bolas e deixei-o cravado lá pra não gozar, ela ficou apertando o cuzinho.
- Vai metê com força agora...
Essas palavras me deixaram doido, só deu pra dá uma bombada no cuzinho dela, soquei na buceta dela que estava ensopada e tão lubrificada achando que conseguiria não gozar, mas não deu. Tirei o cacete, prendia base do pau pra segurar o gozo.
- Vem Lu!!! – gritei.
O primeiro jato não deu tempo pra acertar sua boca e pegou seu nariz e seu olho, ela abocanhou a cabeça do meu e aí sim tomou vários jatos na boca gostosa, os quais ela engoliu todos, ela continuou a chupar minha pica deixando limpinha e eu tive que pedir pra parar, porque estava muito sensível, com o dedo ela foi retirando de seu rosto, de seu olho, de seu nariz, o meu gozo. Passava o dedo e o colocava a boca, era lindo e ver, fez isso até não sobrar uma gota de meu leite.
Esse foi com certeza meu melhor presente de aniversário atrasado.