Primeira na Casa de Swing

Por: sofia-40 • 12/07/2026 • 92989 leituras
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    Era um sábado e tinha acabado de chegar de viagem pela amanhã, já tinha marcado compromisso para a noite. Porém não estava tão animada quanto imaginei que estaria. Afinal era o meu maior sonho sexual. Sempre fui curiosa e desejava muito conhecer uma casa de swing. Durante a tarde conversando com a Ana e o Leo, que seriam meus acompanhantes, eu fiquei mais relaxada e mais animada. Demorei começar a me arrumar. Resolvi dançar de frente ao espelho para relaxar. Funcionou. Gravei um vídeo enquanto dançava. Fui para o banho, me depilei, passei óleo por todo o corpo, relaxei. Já tinha pensando bem no que vesti. Peguei o vestido da noite e um par de saltos. Era tudo que eu usava. Maquiei-me, precisava está deslumbrante para realizar mais essa fantasia. Meu batom vermelho não poderia ficar fora da produção. Eu estava pronta. De salto quinze, vestido claro e brilhante contrastando com o tom escuro da pele, decotado, curto e justo para realçar bem o corpo curvilíneo, cabelos soltos que iam até o quadril, boca avermelhada, corpo eletrizado. Não conseguia conter o tesão e expectativa.

    Havia marcado com a Ana ás 22h, a hora tinha chegado. Saí de casa e fui me encontrar com o casal que até então só conhecia virtualmente. Quando eu cheguei no estacionamento os reconheci. Fui até eles e a Ana me esperava do lado de fora do carro para me cumprimentar. Usava um vestido preto marcado na cintura, que realçava seu busto e seu quadril. Combinava perfeitamente com seu tom claro de pele e com os cabelos negros que iam até o meio das costas. A maquiagem era perfeita para ocasião, olhos marcados. Estava deslumbrante. Ela era mais simpática e linda pessoalmente. Entrei no carro e confesso que estava um pouco tímida. Não estava acostumada a ser assim, timidez nunca esteve no meu vocabulário. Conversamos sobre vários assuntos, e também sobre a Zeus Night Club. Eles eram experientes com a situação e fizeram de tudo para manter-me calma e relaxada. O trajeto da minha casa até a boate foi bem rápido. Fim de semana em Brasília o trânsito é bem tranquilo.
      
    Chegamos um pouco cedo demais a boate, decidimos esperar dentro do carro, conversar e beber ice enquanto o público começava a chegar. A situação era até um pouco cômica, ficar observando os casais que entravam e imaginar como eles seriam fora dali. Depois de uns vinte minutos no carro, decidimos ser uma boa hora para entrar. O meu corpo estava bastante eletrizado. A ansiedade me corroía por dentro.

      Na recepção tudo foi tranquilo. Rápido e discreto. O que tinha de fazer era atravessar por uma porta e meu desejo seria concretizado. Entrei. E tudo mudou.

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