Provocações

Por: joao-136 • 11/07/2026 • 264584 leituras
Capa do conto
Fazia dias que havia um jogo de gato e rato pelo whatsapp.
Nos provocávamos mutuamente, nos atiçávamos e brigávamos. Um saco, mas a vontade de estarmos juntos, nos colocava conectados novamente no mesmo momento.
Eu adorava receber suas provocações por foto. Sempre linda, clara, esguia. E ela adorava me provocar. Adorava me fazer sofrer com a possibilidade de não poder toca-la, de não poder sentir seu calor, seus suores, seus gostos.
Havíamos começado algo “inocente” e que tinha tomado vulto nos dias seguintes. Tínhamos saudades, ciúmes, desejo de estarmos juntos.
Finalmente, depois de dias de distanciamento físico, conseguimos combinar e fui busca-la.
Apesar de experiente e não ser a primeira vez que a via, eu estava ansioso como um adolescente.
Ela, apesar de jovem, era uma amante excepcional. Sabia se portar, se fazer desejar, sabia muito bem como me agradar. Me levava ao céu e me fazia me sentir o mais homem dos homens.
Conforme combinado, peguei ela de carro e fomos direto ao motel.
Pelo caminho eu observava suas mãos longas, suas unhas pintadas, a brancura de sua pele e ela, seguiu pelo caminho me olhando de soslaio e alisando minha barba macia.
Assim que entramos, ela se serviu de água e depois de dar um gole, se achegou a mim e nos beijamos. De início senti seus lábios gelados, mas em segundos sua língua quente invadiu minha boca e passamos a nos beijar sofregamente, jogando naquele embate de línguas e lábios, dez dias de ausências.
Eu a apertava contra meu corpo, alisava sua pele, a esmagava contra meu peito e ela me arranhava de leve e apertava meu membro por cima da roupa.
Parei de repente, a afastando e ficamos nos olhando com tantos sentimentos em nossos olhos que mil coisas passavam pela cabeça.
Olhei firme para ela, segurando seus braços e ordenei: “hoje eu mando. Tira toda a sua roupa, tudo. E deita”.
Ela obedeceu, mas não sem demonstrar que sabia que me controlava. Tirou a roupa devagar, me olhando nos olhos, valorizando cada movimento, cada pedaço de pele descoberto. No limite da crueldade, olhou para mim e disse: “Olha como meus mamilos estão durinhos....”
Era uma safada, uma menina deliciosa e safada e eu adorava isso.
Mandei deitar e se mostrar para mim.
“Vai putinha, se oferece para mim”, ordenei.
Ela sorria maliciosamente. Ficou de bruços, erguendo da cama somente o quadril, deixando aquela bundinha linda empinada.
Com as mãos por baixo do corpo, alisava e abria sua bucetinha e com voz melosa falava: “Olha professor, como ela tá melada, prontinha para você. Ela fica assim sempre que penso em você me comendo gostoso”.
Eu delirava e já tendo tirava a roupa, segurava meu membro com cuidado. Qualquer movimento me faria esporrar no chão e isso seria um desperdício. Cada gota do meu sêmen era reservado a ela.
Ela ficou de quatro, afastou as nádegas e mostrando o cuzinho, passava o dedo e me provocava. “É isso que tá querendo é? Quer comer meu rabinho?”
Ela gemia baixinho. Estava louca.
Deitou de costas, afastou as longas e lindas pernas e quase chorando me disse: “Meu amor, vem, pelo amor de deus, vem, me come gostoso, não aguento mais...”
Eu também não aguentava mais. Fui para cima dela e me ajoelhando entre suas pernas, a penetrei num só golpe. Ela gritou e gemeu, me envolvendo numa abraço de braços e pernas e gozou gemendo no meu ouvido. Eu sentia seu sexo alagado e pulsando no meu membro.
Nós dois, numa agonia sem fim, abraçados, nos beijávamos, falávamos na boca um do outro e eu metia, metia, metia e a beira de gozar, sai de dentro dela e gozei urrando como um animal, despejando minha porra grossa e quente naquela barriguinha linda.
A gente arfava e lado a lado, nos olhávamos com olhos semi-abertos, esgotados e em êxtase.
Era a primeira parte de uma tarde de tesão, amor e desejo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados