Naquela semana específica, eu decidi acelerar o jogo. Coloquei a calça de moletom cinza, aquela bem folgada que deixava a pica bem evidente. Antes da reunião, fiquei no banheiro pensando em tudo que eu queria fazer com ela: chupar aqueles mamilos duros, enfiar os dedos na bucetinha molhada, ouvir ela gemendo meu nome. Saí meio duro, a cabeça da pica marcando o tecido. Entrei na sala de reunião e sentei. Julia já estava lá, com uma saia curta preta que mal cobria as coxas grossas e firmes, blusa branca justa que mostrava o contorno dos seios pequenos mas empinados.
- Bom dia, Marcos. Vamos começar? - ela disse, voz um pouco rouca, olhos tentando não descer.
Eu sorri, abri o notebook e comecei a falar dos relatórios, mas meus olhos não saíam dela. Logo os mamilos dela endureceram, dois pontinhos visíveis pra caralho. Ela cruzou as pernas e eu vi: a calcinha cinza clara aparecendo, o tecido escuro no meio, molhado. Porra, ela estava encharcada só de me ver. Meu pau começou a inchar de verdade, a marca grossa agora óbvia no moletom.
Ela tentou focar, mas os olhos dela viviam caindo na minha virilha. Quando eu me ajeitava na cadeira, o pau latejava e ela mordia o lábio. A reunião foi se arrastando, o ar ficando pesado. No final, quando ela se levantou, o couro da cadeira ficou com uma manchinha escura e brilhante. Buceta pingando, caralho.
- Julia, você tá bem? - perguntei baixo, me aproximando enquanto fechava a porta da sala.
Ela corou, mas não fugiu.
- Tô... só calor aqui dentro.
Eu cheguei perto, baixinha do jeito que era, a cabeça dela batia no meu peito. Coloquei a mão na mesa ao lado dela e deixei o pau roçar de leve na coxa dela por cima do moletom.
- Calor? Ou é outra coisa? Toda reunião você fica assim... acha que não percebo seus mamilos duros, calcinha molhada. Eu vejo tudo, sabia?
Ela respirou fundo, tremendo.
- Marcos... não faz isso. Eu sou sua chefe.
Mas a voz dela saiu fraca, quase um gemido. Eu sorri e segurei o queixo dela, levantando o rosto.
- Chefe safada pra caralho. Olha pra minha pica. Tá dura faz meia hora pensando na tua buceta. Quer sentir?
Ela olhou pra baixo, olhos vidrados na marca grossa. A mão dela subiu devagar e apertou por cima do tecido.
- Porra... é tão grossa... - murmurou.
Foi o estopim. Eu tranquei a porta, baixei o moletom e a cueca de uma vez. Minha pica pulou pra fora, 20cm latejando, veias inchadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Julia caiu de joelhos na mesma hora, olhos arregalados.
- Caralho, que pica linda... - ela sussurrou antes de abrir a boca.
- Chupa, Julia. Engole essa pica toda que você fica babando nas reuniões.
Ela lambeu a cabeça devagar, língua quente girando no freio, depois engoliu metade. Gagou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Segurou minhas bolas e chupou com fome, cabeça indo pra frente e pra trás, olhos lacrimejando.
- Mmmph... gluck... gluck... que pau gostoso do caralho... - ela gemia entre chupadas.
Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela devagar, empurrando até o fundo da garganta. Ela engasgava, cuspe escorrendo nos peitos, mas gemia mais alto.
- Isso, engole, safada. Toda reunião olhando pra minha virilha... agora tá com a pica na boca.
Depois de uns minutos eu puxei ela pra cima, tirei a blusa dela. Os seios pequenos pularam livres, mamilos duros como cerejas. Chupei um, mordi de leve, ela arqueou as costas.
- Aaaahhh! Porra, morde mais... chupa meus bicos, Marcos!
Desci a saia e a calcinha molhada. A buceta dela era linda: depilada, lábios inchados, grelinho protuberante brilhando de tesão, mel escorrendo pelas coxas saradas. Enfiei dois dedos de uma vez, ela estava encharcada, quente pra caralho.
- Olha essa buceta molhada... pingando pra mim faz meses, né? - eu disse, dedando forte, polegar no grelinho.
- Sim... aaaahhh! Todo dia eu saio das reuniões e me masturbo no banheiro pensando na tua pica... porra, me fode, Marcos!
Coloquei ela sentada na mesa de reunião, abri as pernas dela e enfiei a cara. Chupei o grelinho inchado, lambi a buceta toda, enfiei a língua dentro, suguei o mel. Julia segurava minha cabeça, rebolando no meu rosto.
- Isso... chupa minha buceta... lambe meu grelinho... caralho, tô gozando... aaaahhh! GOZEI!
Ela gozou na minha boca, pernas tremendo, buceta pulsando, jorrando um pouco de squirt no meu queixo. Levantei, alinhei a pica e enfiei tudo de uma vez na buceta quente.
- Aaaaiiii porraaa! Que pica grossa... me rasga, Marcos! - ela gritou, unhas cravando nas minhas costas.
Comecei a meter forte, a mesa rangendo, bolas batendo na bunda dela. A buceta dela apertava como um punho, molhada pra caralho, barulho de tapa molhado ecoando na sala.
- Toma essa pica, chefe safada. Toda reunião com os mamilos duros... agora tá levando vara de verdade.
- Sim... me fode... mais forte... aaaahhh! Tua pica tá batendo no fundo da minha buceta... caralho, que delícia!
Meti em várias posições. De quatro na mesa, segurando o cabelo dela como rédea, metendo fundo enquanto ela gemia feito cachorra. Depois ela sentou no meu colo, rebolando, buceta engolindo a pica toda, seios pulando no meu rosto. Eu chupava os mamilos enquanto ela subia e descia desesperada.
- Rebola nessa pica, Julia... quica gostoso... porra, tua buceta tá me ordenhando.
- Aaaahhh! Tô gozando de novo... porra, me enche de porra, Marcos! Goza dentro da minha buceta!
Eu não aguentei. Segurei a bundinha firme dela e meti fundo, gozando jato atrás de jato, enchendo a buceta dela de porra quente. Ela gozou junto, corpo tremendo inteiro, buceta piscando e espremendo cada gota.
- Siiimmm... tá enchendo minha buceta... porra quente... caralho, que delícia... - ela gemia, olhos revirados.
Ficamos um minuto assim, ofegantes, porra escorrendo da buceta dela pela mesa. Mas eu ainda estava duro. Puxei o pau devagar, um fio grosso de porra e mel ligando a cabeça da pica à buceta inchada. Julia olhou pra trás, olhos vidrados.
- Não para... quero mais. Quero no meu cu agora.
Eu sorri, malicioso.
- Tem certeza? Tua buceta tá toda melada, mas o cu...
- Enfia no meu cu, Marcos. Quero sentir essa pica abrindo meu cuzinho.
Virei ela de quatro de novo, cuspi na mão e passei no cu dela, que piscava apertado, rosadinho e virgem. Alinhei a cabeça da pica e empurrei devagar. Ela gemeu alto, dor misturada com tesão.
- Aaaaiiii... tá doendo... porra, é grosso demais... mas não para... enfia devagar...
Empurrei mais, centímetro por centímetro, o cu dela apertando como um anel de ferro. Ela suava, unhas cravando na mesa, mas rebolava devagar pra trás.
- Isso... abre meu cu... aaaahhh! Tá rasgando... mas tá gostoso... caralho, me fode o cu!
Quando enfiei tudo, comecei a meter devagar, saindo quase todo e enfiando de novo. O cu dela foi relaxando, virando um veludo quente. O barulho era obsceno, porra da buceta escorrendo e lubrificando o cu. Acelerei, metendo forte, mão no grelinho dela, dedando a buceta ao mesmo tempo.
- Aaaahhh! Porra, tá bom demais... me fode o cu... mais forte... eu tô gozando com pau no cu... caralhooo!
Ela gozou violento, corpo convulsionando, cu apertando a pica como nunca. Gritava desesperada, voz rouca.
- Aaaaiiii! Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Marcos! Tô falando sério... vou cagar na tua pica!
Eu não parei. Meti mais fundo, sentindo o cu dela pulsar, o prazer subindo.
- Então goza de novo, safada. Eu vou encher esse cu de porra.
Ela gritava, rebolando contra mim, gozando sem parar, lágrimas escorrendo.
- Porra... tô gozando de novo... aaaahhh! Enche meu cu... me cagando toda... caralhooo!
Eu gozei forte, jatos grossos enchendo o cu dela, porra quente jorrando fundo. Ela tremia inteira, gozando junto, cu piscando e ordenhando cada gota.
- Siiimmm... tá enchendo meu cu de porra... porra, tô me acabando...
Quando tirei o pau devagar, o cu dela ficou aberto, vermelho, piscando. Julia rebolou a bundinha sarada, gemendo baixo.
- Olha... tá saindo... porra, tô cagando...
Um pedaço de merda marrom misturado com minha porra branca grossa começou a sair do cu dela, escorrendo devagar pela bunda, pingando na mesa. Ela rebolava devagar, olhos fechados de prazer e vergonha misturados, gemendo.
- Caralho... tô cagando tua porra toda... olha o que você fez comigo... aaaahhh... tá saindo mais...
A merda misturada com sêmen escorria em fios grossos, sujando as coxas dela, o cheiro forte enchendo a sala. Ela não parava de rebolar, como se quisesse mostrar tudo, gozando levemente só com a sensação.
- Porra... nunca gozei assim... você me fez cagar no cu... mas foi tão bom...
Eu olhei, pau ainda latejando, e sorri.
- Safada pra caralho. Amanhã na reunião a gente repete.
Ela riu fraca, ainda rebolando devagar, merda e porra escorrendo.
- Pode apostar... agora eu sou tua puta de escritório.
A sala ficou em silêncio, só o som da respiração pesada e o gotejar obsceno no chão. Meses de provocação tinham virado isso: uma foda bruta, suja e inesquecível. E a gente sabia que era só o começo.