Que bucetinha linda!

Por: jose-cxi-1 24/07/2026 653 leituras
Capa do conto

Uma trepada num poema. Margareth uma sobrinha, mulher proibida.

MARGARETH

Margareth Margareth Margareth
Que buceta linda tem essa mulher
Na flor dos vinte anos uma menina
Coloco-a sobre a cama estirada
Com as pernas escancaradas

Deito-me então com a cara na jóia
Fico observando me lambendo
Olho olho olho até sem piscar
Como é bela esta bucetinha rosa
Tão úmida morna macia cheirosa

Com meus dedos abro seus lábios
Verticalizada boca de anseios
Antevejo as pétalas menores ocultas
Pego-as sinto-as degusto-as à língua
Esqueço os grandes lábios agora

Concentro atenção aos pequeninos
Margareth os olhos cerra os dedos
crava
O rosto franzido a boca retorcida
Ela se morde soqueia o colchão
inerte
Geme abandonada à entrada dos
dedos

Insinuo-me entre as paredes
acolchoadas
Entro fundo só para tocar o veludo
Apalpá-la por dentro como se os olhos
Estivessem à ponta de meus dedos

Que sutileza que macieza quanta
beleza
Pressiono minha cara bem à
entradinha
Estico estico a língua estico até
tocar
Tocar o fundo desta gruta de
devaneios
Bebo uma torrente vulcânica em
lavas

A maioria dos homens desconhecem
Desconhecem a mais verdadeira
graça
A mais verdadeira e profunda beleza
O esplendor e a magnitude da mulher

E Margareth Bem...
Margareth se apaixonou
Anda agora com olhos ao léu
Alienada e quase sem véu

E Margareth ao ver-me
Se põe deitada onde estiver
E como que por encanto
As pernas afasta um tanto...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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