Ele ficou imóvel um pouco, deixando meu cu se acostumar. Quando percebeu que meu cu deu uma mordidinha no cacete dele, empurrou mais um pouco e mais um pouco, batendo as bolas do seu saco na minha bunda. Urrei de dor, lágrimas escorreram dos meus olhos e o puto se deliciava com a cena. A estrutura do pau dele era grande e bastante grossa, mais parecia um obelisco invadindo minhas entranhas. Depois de vários risos e estocadas, vendo que eu sossegava, começou um vai-e-vem que me levou a loucura, dor na base, prazer lá no fundo, passou os braços embaixo das minhas axilas, prendeu as mãos nos meus ombros e me fudia. Eu urrava de dor. “Você está me estuprando, cacete. Tira isso de mim!” “Fique calmo. Era isso que eu queria. Meu pau todo enterrado no seu cu da forma que gosto de fuder.” E tirava e punha quase saia do meu cu para em seguida enfiar até o talo. E eu gemia de dor e chorava. Suas mãos deslizavam nos lados do meu corpo com carinho, seus beijos na minha nuca, língua enfiada na minha orelha. Fui vencido pelo prazer. Acostumado com o tamanho e com as pregas alargadas me entreguei. Toda vez que ele tirava quase todo o pau da minha bunda eu sentia um vazio louco. Enfiava tudo de novo até o talo e meu prazer explodia. Ficou nessa um bom tempo. Sabia fuder aquele homem. Fez-me ver as estrelas da dor, e uma constelação do prazer. Quando percebeu que eu estava submisso relaxou a prisão das pernas, afrouxou o peso do seu corpo sobre mim, me beijou demoradamente, dizendo: “Eu sabia que você ia gostar. Posso continuar?” “Acho que pode, né?” O prazer que senti naquela foda jamais se apagaria de minha memória. Me comeu em várias posições: me levantou quase que de pé e tirava e punha, me deitou de ladinho sem tirar a rola, saia e enfiava. Tirou toda a pica e admirava o estrago. Nessas alturas eu já havia gozado pelo cu muitas vezes. Ele ainda não. Me beijou fundo e gostoso e disse: “Peço desculpas a você, mas é assim que gosto. Se não for dessa forma, não consigo gozar.” “Mas você ainda nem gozou!?”, respondi. “Agora você vai me fazer gozar, se quiser.” “Quer?” Aqueles olhos verdes lindos e profundos me pediam, nesse momento, o que jamais iria imaginar minutos atrás, quando estava eu sendo literalmente estuprado. Suas mãos grandes e languidas deslizavam suaves sobre meu corpo, deitado ao lado, da forma mais carinhosa do mundo. Acarinhei aquele cacete meio mole, já sem camisinha, fazendo com que enrijecesse de novo e disse, submisso: “Quero. Como você quer?” “Posso guiar?” “Pode.” Ficou de pé, humilde, consciente da conquista, vestiu uma camisinha, lambuçou de gel – e eu ainda enfeitiçado pelo brilho dos verdes olhos – me beijou tão doce que jamais esqueço enquanto enfia três dedos no meu cu para alargar mais, colocou minhas pernas sobre seus ombros, encaixou a cabeça fina daquele cacete no meu cu, e eu já ciente do que viria, relaxei. Enfiou devagar a cabeça sem tirar os olhos dos meus olhos. Sentiu a resistência natural do meu anus e deu um tempo. Com um sinal de cabeça perguntou se podia continuar. Com meu consentimento enfiou, lentamente, tudo até o talo. Sem deixar de fixar meus olhos um instante sequer, percebeu meu deleite e, num golpe, foi profundo. Foi tão gostosa aquele metida consentida que quase desfaleci. Ele sabia se fazer desejado. Transformou-se de estuprador em amado numa fração de segundos. Aquele pau rombudo me penetrou com tal prazer que não consigo descrever. Invadiu meu corpo com uma maestria invejável. Lágrimas desceram no meu rosto. Lágrimas de puro prazer. Eu amei aquela entrada. Seus olhos invadiam os meus a procura do meu prazer. Devagar penetrou, devagar socou, devagar fudeu. Com idas e vindas profundas começou a estremecer, beijando gostoso minha boca, fazendo eu me apaixonar por ele. Se serviu do meu cu em busca de prazer extremo até que explodiu em gozo. Foi farto. A cada gozada eu é quem gozava sobre meu peito.
Satisfeito me beijou calidamente, deixou a caceta amolecer, e deitou ao meu lado, cansado. “Obrigado, amor.” “Te quero mais vezes.” “Pode?” “Quero amar você” E eu respondi: “Sou eu quem quero você!” Depois daquele encontro delicioso nos encontramos muitas vezes mais. A cada vez eu amava mais ainda aquele rapaz e seu pau rombudo. De tal forma que, numa das ultimas vezes, fiz questão de cavalgar aquele caralho gostoso, enfiando até o talo grosso. Como lua de mel dura pouco, meses depois de muita foda semanal, ele se casou e sumiu. Tenho esperança que se lembre de mim e me coma outra vez. Ou melhor, muitas outras vezes!
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