Todos sabem: em Curitiba frio. Pois estava voltando para casa, isso umas sete da noite, em uma noite com aquela garoa estúpida que molha até os ossos. Próximo de casa, uma conhecida estava em roupa de ginástica tiritando de frio debaixo da chuva. Parei e perguntei se queria uma carona, e ela praticamente pulou dentro do carro.
Liguei o ar condicionado no máximo. Só que ela estava completamente molhada, claro. Bom, tenho - como qualquer curitibano - uma daquelas jaquetas de plástico (recomendo, esquentam super-bem) e ofereci a ela. Mais que feliz, aceitou, e com a maior naturalidade, tirou a camisa e o sutiã molhados e colocou a jaqueta.
Brincando (quase) disse a ela que mal deu para ver aqueles peitos maravilhosos que tinha. Ela deu uma risadinha, abriu o ziper da jaqueta o bastante para que eu olhasse com mais vagar. Quase bati o carro. E, meus camaradas, teria valido a pena: que seios lindos! Cheguei a comentar que seios naturais não podiam ser assim durinhos.
- Então pega, vai
- E posso?
- Vai de uma vez
Uau, que coisa linda na minha mão. Durinho, redondinho como uma maçã, cabia direitinho na minha mão (ok, minha mão é grande). Meio distraído, não só apalpei como comecei a acariciar de leve. Ela fechou os olhos, e aos poucos foi se recostando. Encostei o carro e abri mais um pouco o zíper. Beijei aquelas maravilhas, e ela, longe de reclamar, segurou na minha nuca e praticamente me orientou.
E gemia baixinho. Beijei com paixão, e aos poucos fui passando a mão nas pernas dela. Longas, firmes. E depois, puxando um pouco a perna, tirei o tênis dela e passei os dedos por aquele pezinho. Simplesmente delicioso. E ela fechava os olhos, murmurando.
Arrisquei tocar na calcinha dela - molhada, e um molhado muito, muito quente. E ela mesma levantou a bunda, facilitando, e me empurrou pela nuca. Caí de boca naquela grutinha, me melando com o prazer dela. Ela me empurrou com força, como se quisesse engolir a minha cabeça.
Lambi com mais força, acarinhando os seios enquanto isso, lambendo sem parar. Insisti até que ela enrijeceu o corpo inteiro, e gozou maravilhosamente na minha boca. Me puxou para cima e me deu um belo e demorado beijo, sentindo o próprio gosto.
Foi a melhor "gorjeta". E ainda por cima ganhei propaganda da pessoa solidária que sou, hehe. Mas o melhor de tudo foi ela me fazendo prometer que repetiríamos aquilo - mas sem parar aonde paramos.