Saí em disparada, o motel fica próximo de casa. Cheguei na portaria, informei que me aguardavam no quarto, deixaram entrar. Quando estava na garagem ouvi o ruído da foda, ela é um pouco escandalosa, geme e grita alto na hora do sexo. Entrei no quarto, não tinha ninguém, fui ao banheiro e vi ela com as mãos apoiada no lavatório e ele por trás socava na xaninha dela. Nossa! A visão era enlouquecedora, passei a filmar e tirar fotos. O cara que estava faturando minha esposa, é um amigo, também casado (esposa não sabe de nada), que sempre participa de nossas aventuras.
Em seguida fomos ao quarto, ele deitado na cama, e minha esposa ajoelhada mamava com maestria aquela rola grande e grossa. Eu lambendo o rego, cuzinho e xana que estava bem lubrificada, afinal o “cachorrão” (assim que chamamos ele) já tinha metido bastante nela. Aproveitando-se da posição meti nela, que não parava de mamar o cacete do amigo, com gemidos meio espremido. Ela pediu para ajudar mamar, aí então começamos a dividir aquela piroca. Ora revezando bolas e cacete, ora mamando juntos entre beijos. Falei no ouvido dela que queria ver aquela rola entrando na sua xaninha deliciosa. Ela se ajeitou e foi se sentando, via o cacete desaparecendo dentro dela. Uma sensação indescritível, ver a sua esposa sendo possuída por outro macho.
Depois ela ficou de quatro comigo em baixo num delicioso 69, e ele engatou por trás na buceta dela, nossa! Eu lambia a beirada da xaninha dela, enquanto ele metia bem cadenciado e ela mamava meu cacete. Eu lambia o grelo e as bolas dele, e de vez em quando a rola escapava e ia parar na minha boca. Ficamos um pouco nessa posição. Notei que ele estava enterrando nela com mais vigor, saí de baixo e fiquei de lado assistindo. Incentivando-a, falando ao ouvido que estava adorando vê-la gemendo noutra vara.
Não demorou notei que a respiração dela estava ofegante, e ele continuava a socar com vontade, que o barulho era possível ouvir ao longe. Ela me chamava de corno, xingava o amigo, e dizendo palavras desconexas. Ele por sua vez, não interrompia, enterrava com vontade, dando vigorosa estocada. Ela não resistindo anunciou que ia gozar, AIIII FILHO DA PUTA, METE NA SUA CADELINHA! E gozou aos berros. Ele continuou metendo sob os berros da minha mulher, até que deu a última enterrada e segurando firme na cintura dela, disse: “Toma o que você quer sua puta!”. Quanto tirou o pau da xana, escorria porra, ficou de bruços, tremendo toda.
O amigo foi embora, e ela mandou o corninho limpar tudinho com a língua. Ela de bruços, e eu conferindo o estrago, estava toda lambuzada de porra, fora o que escorreu molhando o lençol. Comecei mordiscando as nádegas, passando a língua no rego, cuzinho e descendo até a xaninha. Virei ela deitada de costas, e entre enfiei a cara entre as pernas, comentei: está um cheiro de porra amor. Ela respondeu, é ele deixou um presentinho para você, sei que você adora sentir um cheiro de outro macho na sua puta.
Depois ela me mandou deitar e se sentou na minha cara, nossa! Escorria porra, e mandava: vai corno limpa tudo aí. Esfregava a xana na minha cara, era uma sensação indescritível, de ciúmes misturado com muito tesão. Mas lambia e limpava tudo como mandava.
Depois puxei ela na beirada da cama no frango, e pincelava gostoso sua xaninha deliciosa, arrancando gemidos e gritinhos. Xinguei ela dizendo: sua puta, quem mandou você me deixar na cama e sair atrás de outro macho? Ela disse que queria presentear o corninho. Meti nela bem gostoso, até que ela não se aguentando mais disse que ia gozar, acelerei a enterrada e ela gozou aos berros. Soquei mais um pouco e quando estava pra gozar tirei o pau e esporrei nela toda, foi um banho de porra.
Deitamos abraçados. Adormecemos. Estamos no aguardo da próxima aventura.