SEDENTA DE PORRA FRESCA

Por: felipe-87 • 12/07/2026 • 166555 leituras
Capa do conto
Pronto, resolvi contar minha experiência depois de incentivada por uma amiga minha, que a ouviu e disse que era bem excitante. Ela também me indicou esse site.
Tenho 1m75 e mais de um metro de bunda e, muito provavelmente por isso, comecei a chamar a atenção dos homens desde muito nova. Precocemente comecei a me interar em assuntos de putaria, via colegas de escola através de compartilhamento de sites pornôs. De tudo que rolava, o que mais me dava tesão era ver a mulherada levando esporrada na cara. Em pouco tempo, além de masturbar muito vendo aquelas cenas, comecei a alimentar a idéia de experimentar uma farta gozada no rosto.
Logo depois das férias do meio do ano e recém chegada aos 18 aninhos, comecei a pegar carona com minha amiga. Logo na primeira semana achei o pai dela - Tio Enzo - super interessante. Coroa de corpo atlético, barbudo e sempre cheiroso. Notei que ele usava calças justas, que delineavam bem suas pernas grossas e um belo volume na região do zíper. Eis que um dia, ele estava sozinho no carro. Sua filha teria que faltar por um súbito uma mal-estar, mas ainda assim ele me levaria de boa. Ao sentar ao seu lado, notei que ele estava de bermuda de malha e meio que sem querer dei uma bela secada no seu pau. Quando dei por mim, estava vermelha, mordendo o beiço e com os mamilos quase furando a camiseta do colégio. Enzo me encarou sério e quando pensei em pedir desculpa, o pai da minha amiga me puxou pela nuca e me deu um beijo de tirar o fôlego. Meio que por instinto, enchi a mão em sua rola - que já estava dura - e perguntei se podia pagar um boquete. Com a mesma mão que ainda estava na nuca, Tio Enzo conduziu meu rosto em direção à rola. Minha vontade era tanta, que tentei engolir tudo de uma vez, mas a pica era grossa e acabei engasgando. Na segunda tentativa, comecei a pegar jeito. Lambi, dei mordidinha, punhetei, tudo igualzinho aos vídeos que eu tava viciada...chupei muito...até ouvir um gemido profundo. Um, dois, três longos jatos quentes inundaram minha boca. Talvez pela fantasia acumulada, adorei o gosto logo de cara, bebendo tudo. Depois dessa manhã, seja chegando antes da minha amiga na garagem do prédio ou em alguma rua anexa à escola, eu ganhava, quase todo dia, uma leitada do Tio Enzo na goela. Simplesmente viciei tanto que quando chegava o final de semana eu até ficava de mal humor pela carência de porra.
Tipo dois meses depois daquela rotina, olho a bina do celu e noto o número da casa da minha amiga, mas era o pai dela do outro lado da linha: "Gaby, a Manoela vai na casa da avó no sábado e minha esposa vai junto. Eu digo que tenho relatórios pra fazer e fico. Vem aqui em casa, vem?" Ao mesmo tempo que me senti atentada, rolou um pouco de receio porque eu não queria perder meu cabaço, então abri o jogo: "Eu vou se você prometer que não vai forçar a barra pra me comer!" - ele já tinha me sugerido isso das últimas vezes que ficamos no carro. "Juro. Só faremos o que você quiser!". Concordei e combinamos o horário.
Foi um sábado delícia. Tio Enzo gozou na minha boca duas vezes pela manhã e mais uma vez no final da tarde. Nesta, deixei que ele me chupasse enquanto eu o boquetava. Mesmo adorando aquela língua deslizando na minha bunda e na minha xoxota, me contive. Ainda tinha a ilusão de perder a virgindade de uma maneira romântica.
No dia seguinte, minha mãe - meus pais são divorciados, moro apenas eu e ela - me contou que Irene, esposa de Tio Enzo, sem justificativa, disse apenas que não daria mais para eu ir de carona com Manoela. Percebi que minha amiga me evitava na escola. Realmente não sei o quê e como ficaram sabendo de algo, mas certamente era o único motivo para aquele rompimento.
Foi o caos. Dias depois eu parecia uma drogada em abstinência. Sentia uma imensa falta de porra. Apelei. Primeiro, passei a punhetar um colega, Pedro, que sentava na carteira ao lado da minha, no fundo da sala. Ele esporrava na minha mão e eu ficava lambendo os dedos. Como ele tinha namorada no mesmo colégio, sabia que ele seria sempre discreto. Mas era pouco. Me insinuei para o motoboy do prédio, Fernando - um negro musculoso - e passei a ter mais uma fonte de esperma fresca. Ainda seduzi meu professor de inglês, que tinha uma boca e uma porra tão gostosas, que fiquei afim de dar pra ele. Foi numa tarde, sob o pretexto de uma aula extra, que perdi o cabaço da buceta e do cu, tudo no mesmo dia, no meu apartamento, mas o proibi de gozar em qualquer lugar que não fosse minha garganta. Por ele ser noivo, eu tinha que me contentar apenas com putaria sem namoro. Fiquei então nesse esquema até o final do ano: de manhã, no colégio, porra do Pedrinho; em casa, algumas tardes, foda e porra do teatcher; e gala do motoboy, no quartinho de manutenção, durante alguma brecha no sábado.
Hoje, moro sozinha em outra cidade, num campus universitário. Nem preciso dizer que aqui o que não falta é mamadeira cheia. Fiz vários amigos-pirocas. Não tenho saco para namoros e romances, desencanei. O que quero e procuro mesmo é rolas escorrendo porra à disposição. Tudo de forma seletiva, saudável e bem higiênica, mas sem nojinho, sem frescura, sem tabus.
Anexa, uma fooootenha minha. Espero que curtam.
Beijo a todos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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