O ônibus estava lotado, como sempre no fim de tarde. Júlia, 26 anos, subiu na parada do centro usando uma saia jeans curta e uma blusa soltinha de alcinha. Ela segurava a barra de cima, o corpo balançando com o movimento. Foi quando ele apareceu.
Ele era alto, uns 35 anos, barba bem feita, camisa social aberta no colarinho. Entrou logo atrás dela e, em vez de ficar distante, colou o corpo devagar, usando a lotação como desculpa. No começo, manteve uma distância mínima. Depois veio o primeiro teste.
Quando o ônibus freou, ele deixou o peito encostar nas costas dela. Júlia sentiu o calor. Virou o rosto de leve e ele sustentou o olhar, um sorriso discreto no canto da boca. Não desviou. Em vez disso, inclinou-se um pouco e murmurou bem perto da orelha dela:
— Tá um calor danado hoje… você também tá sentindo?
A voz dele era grave, calma, confiante. Júlia sentiu um arrepio. Não respondeu, mas também não se afastou. Ele interpretou o silêncio como permissão.
Nas próximas curvas, o contato ficou mais intencional. O quadril dele roçava na bunda dela. Devagar. Deliberado. Ela sentiu algo duro crescendo contra o tecido da saia. O pau dele já estava semi-duro, pressionando exatamente entre as nádegas.
Em vez de recuar, ele usou a sedução verbal baixa:
— Você fica ainda mais gostosa quando finge que não tá sentindo… — sussurrou, a respiração quente no pescoço dela.
Júlia mordeu o lábio. O ônibus deu outra freada e ele aproveitou para colar completamente. Agora o pau estava totalmente duro, grosso, esfregando devagar para cima e para baixo entre a bunda dela. A mão direita dele, disfarçada pela multidão, desceu até a coxa dela e subiu devagar por baixo da saia, acariciando a pele macia.
— Abre um pouco as pernas pra mim… — pediu ele baixinho, quase como uma ordem suave.
Ela obedeceu, quase sem perceber. O movimento permitiu que ele encaixasse o pau melhor, agora pressionando direto contra a calcinha fina. Ele começou a mover os quadris em um ritmo lento e safado — uma encoxada verdadeira, o pau deslizando entre as nádegas, roçando a boceta por cima da roupa a cada movimento.
Júlia estava molhando. O tecido da calcinha grudava na pele. Ele percebeu e riu baixinho.
— Já tá encharcada… que delícia.
A mão dele avançou mais. Os dedos deslizaram por dentro da calcinha e encontraram o clitóris inchado. Começou a esfregar em círculos lentos enquanto o pau continuava a encoxada ritmada, pressionando forte contra ela. O ônibus balançava e ele usava cada solavanco para simular estocadas.
— Imagina se eu puxasse essa calcinha pro lado agora… — murmurou ele no ouvido dela, mordiscando de leve o lóbulo.
Júlia respirava pesado, tentando disfarçar. Alguém ao lado poderia olhar a qualquer momento. Isso só deixava tudo mais intenso. Ela rebolou discretamente para trás, pressionando a bunda contra o pau dele, incentivando.
Ele acelerou o movimento dos dedos na boceta dela e a encoxada ficou mais firme, quase metendo o pau coberto entre as coxas. O som molhado era abafado pelo barulho do motor.
— Goza pra mim aqui, bem quietinha… — ordenou ele, a voz rouca.
Júlia não aguentou. O corpo tremeu inteiro, as pernas fraquejando enquanto o orgasmo a invadia. Ela apertou a barra com força, mordendo o próprio braço para não gemer alto. A boceta pulsava contra os dedos dele.
Ele não parou. Continuou esfregando o pau até sentir o próprio limite. Com um grunhido baixo, gozou dentro da calça, jatos quentes molhando o tecido e escorrendo um pouco para a parte de trás da saia dela.
Ficaram colados por mais alguns segundos, ofegantes. Ele tirou a mão devagar, arrumou a saia dela como um cavalheiro e sussurrou:
— Próxima parada é minha… mas você vai descer comigo ou vai ficar pensando nisso a noite inteira?
O ônibus parou. Ele deu um último aperto na bunda dela e desceu.
Júlia ficou ali, pernas bambas, calcinha destruída, gozo dele marcando sua roupa, o corpo ainda latejando.
Ela desceu dois pontos depois.