- Oii, tudo bom? Você mora aqui é? – ela me cumprimentou de uma forma simpática e trocamos beijos no rosto.
- Moro sim, e você, não vai me dizer que você é a nova vizinha? –perguntei meia sem jeito.
- Pois é, o mundo é pequeno. Me mudei essa semana com minha mãe. Ainda não conheço muita coisa aqui, estou indo aproveitar um pouco a praia. Nem falei meu nome, o meu é Valciene, e o teu?
- Monalisa – senti minhas mãos gelarem – se você quiser, pode sentar naquela barraca ali – apontei – já tenho amizade com ele. Estava lá agora, só vim pegar uma coisa em casa e daqui a pouco volto pra lá.
- Tá certo. Vou esperar então. – nos cumprimentamos e demos um beijo no rosto, quase encostando nossos lábios.
Em casa comecei a lembrar da nossa aventura e comecei a ficar melada. Sentei no sofá tirando minha calcinha e bati uma siririca deliciosa. Depois que gozei, me arrumei e fui pegar uns petiscos e me encontrar com a Valciene na praia. Ficamos horas conversando na praia, parecia que já nos conhecíamos a tempos. Quando voltamos, fomos tomar um banho no chuveiro da piscina. Achei um sabonete e comecei a usá-lo. Ela aí comentou:
- Adorei aquela praia de nudismo, é tranquila, relaxante, fui a primeira vez com minha mãe e ela adorou – me ensaboei e passei pra ela.
- E teu namorado? – perguntei meio sem querer.
- Não era namorado não. Estava numa barraca com minha mãe e resolvi dar uma volta. Conheci naquele dia andando pela praia, nos empolgamos na conversa, quando percebemos já estávamos naquele trecho da praia. Como bateu a química, trepamos ali mesmo. Passa em minhas costas? – me passando o sabão ficando de costas pra mim e ajudei - Foi uma coisa tão rápida que nem prestamos atenção que você tava deitada na barraca.
- Vocês transaram de uma forma tão apaixonante que imaginei que já fossem namorados, que fiquei com tesão na hora. Passa em minhas costas?
- É, eu percebi – caímos na risada, senti ela esfregando meu bumbum -
Dei um passo pra trás pra lavar meu rosto e senti me esbarrar nela. Virei de vez e nossos rostos ficaram frente a frente. Demos olhares de desejo e não resisti dando-lhe um selinho. Tornamos a nos olhar e comentei:
- A vida é pra se aproveitar mesmo. Também já aconteceu comigo de ficar afim de um cara e dar no mesmo dia que nos conhecemos. Uso a filosofia que a gente não sabe o dia de amanhã, se vamos voltar a ver aquela pessoa de novo. Então bora fuder - demos outra gargalhada – quando nos vimos na recepção, pensei que você tava saindo com ele.
- Não estava não. Na pousada fizemos de conta que não havia rolado nada. Estava indo fechar a conta e minha mãe foi pegar o carro pra virmos embora.
- Você tem que idade?
- Tenho 23 – comentou dando um sorriso maroto.
- Criatura, pela sua cara te dava uns 16.
- Todo mundo me fala isso. Já aconteceu comigo de paquerar um cara e ele me dar fora achando que era menor de idade – demos outra risada.
Do nada nos demos outra encarada. Peguei-a pela cintura e puxei ao meu corpo. Ela retribuiu envolvendo seus braços no meu pescoço e nos demos um longo beijo, sentindo nossas línguas invadindo nossas bocas. Quando paramos, ela deu um carinho em meu rosto e falou:
- Mona, deixa ir que vou comer, bateu a fome.
- Vá lá, também vou descansar. Mais tarde a gente se fala – respondi apalpando sua bunda. Demos mais um selinho e fomos para nossas casas.
No outro fim de semana, resolvemos ir para uma boate no domingo à noite que ficava a quase 1,5 km do nosso conjunto. Quando deu 7 da noite, Valciene bateu em minha casa para sairmos. Ela apareceu com um vestido justo realçando seu corpo. Era decotado e um pouco, e usava um sutiã com alças transparentes, que destacava as marquinhas do biquíni. Fui mais discreta, vesti uma blusa com um decote igual ao dela e um shortinho. Na boate curtimos um monte, volta e meia percebíamos olhadas pra gente e recebíamos cantadas, mas não pegamos ninguém. Perto de meia noite quando saímos da boate, ainda vimos alguns moradores ainda andando na rua e resolvemos voltar andando. Num momento já tínhamos tirado as sandálias e viemos andando pela areia, a praia era iluminada e dava sensação de segurança. Quando chegamos na entrada do nosso conjunto, paramos pra conversar numa barraca em frente. Jogamos nossas sandálias em cima da mesa que estava empilhada em outras, e Valciene foi sentar nela. No movimento, seu vestido subiu um pouco e percebi que ela estava sem calcinha.
- Criatura, que horas tu tirou essa calcinha que não vi? – perguntei rindo.
- Que tirei o que? Já saí de casa sem ela – demos uma gargalhada.
Nos abraçamos e começamos a nos beijar loucamente. Demos ma olhada para os lados, como não vimos ninguém, levantei um pouco o vestido dela, coloquei a mão entre suas pernas e comecei a masturbá-la sem pararmos de nos beijar. Valciene começava a rebolar e a respirar ofegante. Num momento não resisti, puxei ela pra beira da mesa, me ajoelhei e comecei a chupá-la. Lambia com gosto, dava mordidas em seu pinguelo, sentindo ficar cada vez mais melada. Valciene rebolava e gemia gostoso. Um momento quando ela ia gozar, escutamos vozes em nossa direção e fez um silêncio. Só foi o tempo de Val olhar pro lado assustada e segurou minha cabeça como se pedisse pra parar e viu uma pessoa entrar em uma casa. Olhei pro seu rosto sem deixar de dar as estocadas com o dedo. Ela ai falou ofegante:
- Entraram, continua que to quase gozando.
Continuei com as investidas, e ela começou a gozar gostoso e sentia o mel do seu gozo escorrer pela minha boca. Quando ela começou a relaxar, tomamos maior susto quando escutamos uma voz perto da gente:
- Vocês podiam pelo menos deixa pra fazer essa porra em casa né? – quando olhamos, Paloma estava parada atrás da gente dando risada do nosso susto.
Na virada de ano fiquei sem planos de viajar. Paloma viajou pra casa de parentes, a mãe de Valciene acabou indo pra casa da irmã, acabamos que nós duas combinamos de ir ver a queima de fogos na praia. Como ficamos com vontade de tomar um banho de mar, acabamos vestindo só biquínis brancos (meio sem combinar) e um shortinho curto. No meio da curtição, Val inventou de ir buscar uma vodca. Ela demorou um pouco de voltar, quando ela me aparece com um rapaz na maior felicidade.
- Amiga advinha quem encontrei perdido aqui? Esse é o Roberto.
Olhei pra ele e reconheci que era o garoto que vi transando com ela na praia de nudismo.
- E aí garoto, tá perdido? – falei rindo, dando-lhe um beijo no rosto.
- Pior que estou sim. Vim pra cá com dois amigos e me perdi deles no meio do povo, e estou sem celular, já tava indo pra casa.
- Porque não aproveita e fica aqui com a gente? – falou Val me olhando com segundas intenções.
Fomos para o condomínio. Valciene falou pra ele ficar a vontade. Ele toriu a roupa ficando só de sunga, ela pegou as roupas dele e foi guardá-las em casa enquanto fui pegar mais umas cervejas pra colocar no isopor. Nos jogamos na piscina e começamos a contar várias histórias pra dar risada. Meio que sem perceber começamos a falar de sexo. Roberto saiu da piscina, pegou uma cerveja e sentou na beirada. Num momento comentei:
- Vocês gostam de aventura né? Eu vi a aventura de vocês na praia.
- Pois é teve gente que também gostou de assistir – falou Roberto me olhando rindo.
Nessa hora a Valciene que já trocava carícias com ele, começou a acariciar seu membro por cima da sunga, que já estava excitado parecendo que iria escapulir da sunga. Num momento ela puxa a sunga dele, deixando Roberto pelado. Ela começou a acariciar o saco dele e falou:
- Você precisa ver como esse pau é gostoso.
Eu fui pra de junto deles e entrei na onda:
- Oxe, me deixa provar então.
Sem que Valciene falasse, peguei o pau dele e comecei a chupá-lo. Roberto começou a gemer com as minhas chupadas. Valciene entrou no embalo e começamos a dividir as chupadas no seu pau e no saco. Roberto só segurava nossos cabelos pela nuca e se deliciava com as chupadas. Valciene saiu da piscina, mandou ele se deitar e se ajoelhou sobre seu rosto. Ele aí começou a chupar a sua xoxota, ela logo começou a gemer de olhos fechados, e eu continuei as minhas investidas no seu saco e dando carícias na entrada do seu ânus, o que lhe arrancava gemidos. Valciene saiu de sua posição e sentou no membro de Roberto, que entro em uma estocada só e começou a cavalgar e rebolar devagar. Saí da piscina e me ajoelhei ao lado dos dois e comecei a investir chupadas nos seios de Valciene, que aumentou seus a velocidade dos seus rebolados, nisso eu já me acariciava freneticamente. Num momento Valciene me puxou pelos cabelos e começou a me beijar e a gozar no pau de Roberto.
- E aí sua safada, naquele dia na praia, você não ficou nos observando e ficou se masturbando? Agora é sua vez.
Ela se levantou e foi em direção a cadeira me conduzindo, deitou nela e me puxou indicando a sua xoxota. Eu me ajoelhei e comecei a investir em sua xoxota, dando umas chupadas e a encaixar os dedos, socando devagar. Roberto veio por trás de mim e começou a dar lambidas em meu cú, e aquilo começou a me deixar piscando. Não demorou as investidas dele e senti ele afastar as minhas nádegas e a começar a encostar a cabeça do pau dele e a me penetrar devagar. Senti que o membro dele era mais grosso que o normal, e quando começou a se acomodar, ele me pegou pela cintura e começou a dar estocadas rápidas, sentia aquele membro me invadindo toda, sem deixar de chupar Valciene, que rebolava em minha cara com as minhas chupadas. As investidas de Roberto n meu cú me levou a ter um orgasmo intenso, que foi quase simultâneo com Valciene em minha boca. Roberto retirou o membro dele, levantamos e começamos a nos beijar calorosamente. Roberto chegou do lado da gente e falou:
- Vem cá vocês duas.
Olhamos pra ele com nossas bocas encostadas, ele aí começou a gozar em nossas bocas. Nunca vi um cara pra ter um orgasmo tão intenso e sair tanto esperma como ele. Parecia que gozava por dois. Depois dele não ter mais o que gozar, eu e Valciene começamos a nos beijar novamente, como se lambesse o gozo no rosto da outra.
- E aí Mona, agora que você participou, é melhor com a gente ou ver de longe? – ela e Roberto riram pra mim.
- Quando quiserem fazer outra festinha dessa, podem me chamar – dei uma piscadinha pra eles.
Aquela foi a melhor recepção Ano Novo que tive desde então.