Ajudei meu cunhado!
Sou mulher actualmente tenho 49 anos, chamo-me Carla…um dia fui com meu marido e meus pais na casa de minha irmã…depois de almoço minha irmã soltou que o marido tinha de ir entregar uma amostra de seu sémen para análise, pois ela estava querendo engravidar…ela se divertia rindo dizendo que ele não conseguia…
Carla: Ora não diga isso…todos se riram de João meu cunhado e tavam fazendo troça disso…éh parem com isso idiotas…
Ficariamos ali dois días e eles tinham de ir em casa para trazer roupa para esses días…então fiquei a sós com meu cunhado…
Carla: Não queres ir no banheiro vêr se consegues fazer a análise…
João: Com você aquí, meio esquisito!
Carla: Deves relaxar…se calhar eu te posso ajudar!
João: Como ajudar?
Carla: Ora somos familia chegada, não tem mal nenhum…vem no banheiro eu te ajudo…
Tirei minha blusa e sutiã para que meu cunhado pudesse entusiasmar com meus seios…e me ajoelhei na sua frente…
Carla: Vou punhetar ele um pouco…João ficou imóvel me deixando punhetar e de vez em quando usava minha boca…
João: Ai Carla…que delícia…acho que vou esporrar!
Carla: Espera…joga tudo aquí no frasco…goza amor…vem querido…quanto mais eu falava assim mais tesão lhe dava, claro que o fiz esporrar…Ops no cabelo não…ainda jogou um pouco no meu cabelo sem querer mas o resto encheu o frasco…depois de tapar me levantei e me dirigí perto da sua boca para beijá-lo, beijo que não recusou e devolveu…depois apercebo que ele baixa uma mão e mete por dentro da minha roupa interior…
Carla: João, que queres fazer querido?
João: Quero retribuir o favor!
João começou a bate ruma siririca em mim…
Carla: Puta que pariu…gemia eu e minhas pernas estremeciam…enquanto ele enfiava os dedos em mim varios jactos caíam no chão, João me proporcionou varios squirts…
Carla: Para querido…já chega…e beijei-o…depois fomos para a sala vêr televisão e não dissemos uma palavra até meus pais chegarem…quando minha irmã soube que o marido tinha conseguido fazer a análise ficou muito contente e nem se questionou como conseguira isso…
Eu tive de ajudar meu cunhado…
Fim de semana com meu cunhado!
Minhas amigas, talvez seja que o melhor para mudares de rotina era convidares o teu cunhado para passar o fim de semana, foi o que eu. Um bom prato de caracóis cozidos. Os meus pais para a casa da minha irmã Fatima que estava grávida, mas ela teria que me emprestar o marido por três dias.
João chegou na sexa-feira e no final do jantar, Rogerio foi dormir... assim, ele me deixou sozinha com o cunhado da minha irmã mais velha. Começamos a ver um filme e eu deitei com a cabeça no colo dele. Pensei como ele estava a tomar comprimidos para a depressão não haveria problema, pois o seu pênis continuava dormindo. Contudo estava engañada.
— Não acredito! — Eu lhe dei um inchaço! – pensei atrapalhada…mas antes que ele pudesse reagir, coloquei uma mão por dentro das suas calças do pijama e logo agarrei o seu penis por dentro dos boxers…começei uma deliciosa punheta. Estava curiosa para ver aquele caralho…logo tirei-o para fora e começo a chupá-lo…estava a ficar doida de tesão…então segredo ao seu ouvido:
— Ei! — nem pense em dizer nada ao Rogerio —: recostei-me na poltrona com os quadris em cima da cabeça dele proporcionando ao meu cunhado João óptimas vistas…o filme tinha-me deixado muito excitada, não podia acreditar que estava a oferecer a minha rata para ele chupar.
— Vamos, seu safado, chupa-me bem... — disse inclinando-me para a frente. Nossa... está muito duro.
E com uma mão agarrei o seu pau e com a minha boca comecei a chupá-lo novamente.
—Mmmm... uiii — João começou a gemer enquanto sentia os meus dentes a arranhar-lhe todo o pénis... E quanto mais eu o lambia, mais ele também gostava, mas eu não aguentei seu minete e soltei um grito.
— Caramba!... enquanto me vinha —, senti-me na glória, ninguém me tinha feito sentir assim. Abri mais as coxas para lhe oferecer o meu púbis até sentir espasmos por toda a barriga... enquanto isso, ele me penetrava com a língua...
— Que delícia! — comecei a dizer —, assim, sim, sim... — mais um pouco e já estava disposta a ir mais longe, estava totalmente rendida a ele. As minhas pernas já tremiam, até que cheguei a outro orgasmo fatal e caí por cima dele quase como morta. Mas agora tinha de fazê-lo ejacular, pensei…mas tive de intervir quando aquele idiota se prepara para bate uma punheta:
— Não me fodas... — nem penses em fazer isso.
— Tens outra ideia? – inquiriu ele.
— Está bem... — no outro quarto?
— Sim, estou em dívida contigo... — Vou foder-te muito bem, diz ele.
Assim enquanto Rogerio dormia profundamente, nós traíamo-lo em troca. O outro quarto ficava no andar de baixo, por isso podíamos fazer uma grande confusão e gemer à vontade. Quando chegámos, dei-lhe um empurrão forte e ele caiu de costas na cama. Então, caí de boca em cima do meu cunhado para preparar o seu membro para a acção.
— Quero deixar-te bem rijo para me comeres o cu.
— Não, cunhada... — nunca fiz isso... , mas insisti.
— Sabes, dá-me tesão fazer isso com o marido da minha irmã...e continuei…
— Não acredito que nunca experimentaste um cuzinho — disse-lhe sorrindo. Há sempre uma primeira vez para tudo, desbravar o desconhecido é prazeiroso. Não te zangues quando digo que quero muito que me comas pelo cu, porque a cabra da minha irmã já o tem bem dilatado. Ela começou a tomá-lo muito cedo, quando tinha quinze anos, com um rapaz da escola, para não engravidar. E os outros namorados foderam-na quase sempre por aí.
Mas João ao ouvir isso, o seu pau murchou...
— Não te preocupes, já vou fazê-lo levantar — disse enquanto lhe dava uma amostra da minha rata:
— É só para experimentares —, não quero engravidar de ti —, pelo menos hoje...
Assim, o pau do Juan renasceu ao sentir a minha parede vaginal. Por um momento, ele estava nas nuvens, mas não podia deixar que ele se viesse dentro da minha cona...
Dei meu cu como paga
Continuação…
— E assim fiz, aproximei-me da cama onde ele estava e vi o seu membro apontado para o céu.
— Nervosismo? — perguntei-lhe.
— Um pouco — respondeu ele.
— Mas tudo bem, não vai acontecer nada, vai? Mantém a cabeça fria.
— O que esperavas? — Que eu me atirasse a ti?
— Um simples cumprimento, um beijo na boca, um elogio dizendo que cheiro bem, penso eu, isso não seria nada mau, não achas?
Então me deu uma boa ideia…
— Espera um momento, tenho uma ideia. — Fui até os banheiros para pegar um comprimido secreto... a caixa de comprimidos estava debaixo do armário, em um lugar secreto que só o Rogerio sabia... às vezes, o Rogerio saía à noite para comemorar com seus colegas de trabalho... ele só me dizia que nada além de um strip-tease aconteceria... mas uma vez encontrei um par de preservativos usados ainda com esperma... por isso procurei em toda a casa por provas e na casa de banho descobri uma caixa de viagra... estava decidida a que o meu cunhado me fodesse o cu... assim, pegando num comprimido, fui de volta para o quarto.
Quando entrei no quarto João ele ficou espantado:
— Para que é isso?
— Talvez isto o deixe duríssimo – respondi-lhe...
Enquanto João pegava naquela pílula, fecho a porta do quarto para nós ficarmos à vontade...
— Que boca bonita, hummm, e esses seios, e o rabo?
— Não sejas atrevido, já terás tempo para olhar.
Então João começou a divagar em seus pensamentos no pasado:
“João” …enquanto me olhava o rabo falou
—: hummm, fantasiei tanto com esse rabo, não está nada mal, lembro-me da primeira vez que a tua irmã nos apresentou.
— Finalmente vou ver como te vens — digo-lhe.
Ele não diz nada, eu jogo meu corpo em cima dele, começo a desabotoar minha camisa, quase arrancando os botões, faço-o sentar na cama, me levanto em cima dele, envolvendo-o com as minhas pernas. Em resposta, as mãos dele passam pelas minhas costas procurando o fecho do sutiã, eu resisto um pouco, contudo acabei por ceder.
— Que par de seios mais gostosos! — diz ele enquanto fixava o olhar neles… eu me levanto um pouco, colocando meus seios na altura da boca dele, ele reage imediatamente e sua língua lambe meus mamilos... as aréolas, meu decote, como ele gosta dos meus seios... antes eles estavam um pouco caídos, mas agora não, estavam lindos, grandes, com mamilos duros, maravilhosos…
— Vou foder-te — disse-me ele.
Agarrei o seu pénis nas minhas mãos e, sentindo o efeito do Viagra, disse-lhe:
— Sim, quero-o todo dentro no meu cu.
Quando lhe disse que gostaria que ele me fodesse o cu, o seu pénis ficou duro que nem uma barra de ferro, ter um caralho assim é o sonho de toda a mulher.
Olho para ele, olhamos um para o outro, ele aproxima-se de mim, beija-me! Não consigo acreditar, um beijo doce, um pequeno choque dos seus lábios com os meus, outro, que boca tão doce, a sua boca entreabre-se, a minha também, a sua língua procura a minha, encontram-se, começa uma pequena luta de línguas...
— Beijas tão bem, adoro! —, ele afasta-se de mim, os seus olhos estão acesos, brilhantes, olho para ele de cima a baixo, daqui não escapas, pensei. Ele se aproxima de mim novamente e me beija outra vez, eu retribuo, minha língua explora sua boca, saboreando-a, suas mãos percorrem minha cintura procurando minhas nádegas que tanto ocuparam sua imaginação, tantos meses imaginando isso e agora, em um minuto, estamos aqui, nos beijando e suas mãos amassando meu rabo. Não falamos, não é necessário, nossos olhares dizem tudo. Aproximo-me da cama e ele agacha-se, ajoelhado à minha frente, o rosto dele está à altura da minha virilha, as mãos dele apalpam a minha rata, tremendamente molhada, o pau dele dói preso nas calças de ganga, ele levanta o olhar para o meu:
— Isto é por minha culpa? Pergunto
— O que achas? Respondeu ele…
— Eu excito-te?
— Muito, sempre me excitaste, não sabes como me deixavas excitado quando me masturbava imaginando que estavas ao meu lado.
— Teremos que fazer algo a esse respeito, não achas? — falei enquanto apalpava seu volume com a minha mão por cima das suas calças de ganga.
— Faça o que quiser comigo. Disse-lhe com voz rouca cheia de tesão…
As minhas mãos desabotoam o cinto dele, enquanto acaricio o seu cabelo, continuo a desabotoar os botões das calças de ganga, baixo-lhe as calças, nas cuecas dele há uma pequena mancha de líquido... ele já tem o pénis a rebentar.
Ele me levanta e tira a minha camisola, deixando à vista os meus belos seios cobertos por um lindo sutiã vermelho. As suas mãos correm para eles, ele começa a acariciá-los, amassá-los, eu fecho os olhos, ele está a gostar de mim.
Levanto um pouco a minha saia, baixo um pouco as minhas meias e ajudo-o a baixar as minhas cuecas da mesma côr.
— Tu sabes como me deixar excitado, cunhinha.
João, sem demora e já sem camisa, tira a minha camisola, a sua boca percorre o meu peito, a sua língua procura os meus mamilos.
Então ele me deitou no chão, ficou na minha frente, tirou meus sapatos, suas mãos subiram até o zíper da minha saia, sentindo-me molhada, se fosse assim, seus dedos já teriam tocado minha buceta, mas é questão de minutos, ele abaixa o zíper e baixa minhas meias até os joelhos. A minha tanga vermelha aparece, agora as suas mãos dedicam-se a desabotoar mais a minha saia do que o fecho, ele baixa-a, ao mesmo tempo tirou seus boxers, o seu pénis volta a ficar livre. Continuamos a beijar-nos, o seu corpo colado ao meu, os meus seios contra o seu peito, o seu pénis duro contra a minha barriga…
João levanta-me, coloca-me em pé à sua frente, nua da cintura para cima, com a cueca encharcada. Ajudo-o a tirar a primeira perna das minhas meias, depois a segunda também. Ele levanta-se, beija-me, enquanto com uma mão acaricia os meus seios e com a outra me apalpa o rabo. Ele baixa um pouco a minha tanga enquanto o seu pénis salta como uma mola, batendo nela. Eu agarro-o com uma mão, envolvendo-o, volto a levantar o olhar procurando os seus olhos e beijo-o docemente na ponta do pénis, tirando levemente a minha língua e levando comigo uma gotinha de líquido pré-seminal.
Ele puxa a minha tanga enfiada entre as minhas nádegas, separa-a um pouco e um dos seus dedos percorre o meu interior, o meu cuzinho, também explora o início da minha rata, eu separo um pouco as pernas, estou toda encharcada, as coxas estão molhadas com os meus fluidos.
Eu lambo-o novamente:
— Buffff, porra…me queixei… e sem parar de olhar para ele, a minha boca abre-se aos poucos, os meus lábios envolvem a sua glande, eu salivo-o, a minha língua percorre o seu tronco até à base, faz o caminho inverso até voltar ao glande, já roxo de excitação, e enfio o seu pau todo na boca...
— Ahhhhhg, caramba, gemeu ele…continua, não pares… enquanto fazia isso proporciono-lhe uma gozada muito forte…enche-me a cara e os cabelos com sua porra branca…
Acho que fiz o melhor broche da vida dele.
— És incrível — disse-me ele. — Ele teve de morder o lábio para que os gemidos não fossem ouvidos, a minha cabeça num movimento de vaivém, enfiei-o até onde pude, com uma mão acariciava-lhe os tomates:
— Porra... cunhado!!! exclamei — continuas com a pila dura como pedra!
Ele virou-me e colocou-me de quatro na beira da cama e disse:
— Vamos, querida... não vais querer que eu fique com dor nos tomates, não é?
E sigo chupando aquele caralho invencível…
— Estou quase, quase... —, ele me dá um sorriso malicioso, abaixa o olhar e volta a enfiar o pau na minha boca, acelera o ritmo, ufa... —, continua, putinha, continua, assim, vou gozar, vou gozar!!!!
Pensei que ele se separaria, mas não, as suas mãos agarraram a minha cabeça e a minha boca continuou a chupar o seu pau, até que ele explodiu dentro de mim numa gozada brutal:
— AHHHHHHHHGGGGGGGG — ele ofegou… — Estás bem?
— Sim…atrapalhada mas estou bem…
Sinto o seu corpo entrar numa série de espasmos, a cada espasmo um jato de leite saía empurrado dos seus testículos, explodindo nas amígdalas da minha garganta.
Fico tonta e quase perco o equilíbrio, finalmente, vejo como o pau mole e brilhante sai da minha boca, se levanta e me beija na boca.
—E aí, cunhadinha!, sussurrou ele.
—Estou a alucinar, como se tivesse fumado uma planta inteira.
As suas mãos começam a desabotoar os meus botões.
Vamos ver se é verdade, estás a deixar-me louca, seu cabrão!
— Aufff — ele aponta o seu pénis para o meu cu e eu solto um pequeno gemido ao sentir a sua glande.
A minha boca beija a dele, o seu pescoço, saboreio o seu perfume, a sua pele é macia, mordisco as suas orelhas, as suas mãos se enredam no meu cabelo.
— Meu Deus — disse eu. — que presságio mais bonito, bem apertado... ajoelha-se à minha frente, separa as minhas pernas, observando como a minha fenda se abre, tinha os lábios inchados que se separam e dão lugar a uma fenda rosada muito húmida, a sua mão prende a minha rata, o seu rosto aproxima-se da minha fenda, a sua língua passa superficialmente por ela, dá-me um sobressalto.
— João! imploro, continua, continua, não aguento mais.
— Tens uma ratinha linda — enquanto ele fala, os meus dedos percorrem a minha fenda, deslizando facilmente, encharcando-se dela, de vez em quando enfio um ou dois dedos na minha fenda, o meu polegar esfrega o clitóris, está duro, enquanto isso olho para o meu rosto no espelho do guarda-roupa, gosto de ver a minha expressão de marota…
— Sim, sim, continua, Hummm, — Sempre imaginei como te tocavas no banho enquanto pensavas em mim.
— Não pares, por favor.
— Isso, cunhada, toca-te para mim.
Ele olha para mim com aqueles olhos cheios de luxúria, enquanto com a minha mão direita vou até à minha virilha e, imediatamente, com o meu dedo médio deslizo pela minha fenda, ele ajuda-me a separar os lábios, abrindo bem aquela ratinha que pede aos gritos para ser fodida. Ele introduz um dedo, dois, tira-os, volta a introduzi-los, ele com a sua língua acaricia o meu clitóris, gemo, cada vez mais alto:
— ahhhh, ahhhh, ahhhh, ?? Hummm bufffff.
— Queres que te foda o cu, diz-me?
— Siiiiiiiiiii, fode-me — eu disse —, enfia-a, sim —, quero a tua pila, ahhh, ahhh, quero senti-la bem dura, fode-me, cabrão!
João ficou de pé à minha frente, eu acaricio a sua pila que parecia prestes a explodir, fico de pernas abertas, ele enfia os dedos fodendo a minha boceta.
— Não aguento mais, vou foder com ele. João posiciona-se à minha frente, flexionando um pouco os joelhos, com o seu pénis a um palmo do meu rabo. Ele já parou de se tocar, e as minhas mãos agora dedicam-se a acariciar o seu corpo, o seu torso, o seu rabo, o seu pénis...
— É isso que vais enfiar em mim? Confesso ao olhar assustada.
— Até ao fundo, querida.
Sento-me novamente na cama, João agarra-me pelas coxas, puxando-me um pouco para fora, deixando o meu rabo praticamente pendurado na borda, coloco uma das minhas pernas em cima do ombro dele, a outra perna separo bem, meu rabo abre-se totalmente. A minha mão agarra o seu pénis e o direciona para a entrada do meu cuzinho... ele me segura pelos tornozelos em volta do seu pescoço.
— Ehhhh, calma, devagar. Gemi.
Então enchi-me de coragem e implorei:
— Porra, o que estás à espera? Enfia-a de uma vez...
Inclino-me para ele, beijo-o, ele beija-me, agarro-o com os braços pela cintura e com as mãos empurro-o para que o seu pénis entre no meu rabinho, sentindo a humidade que emana de dentro, ele enfia o pénis de uma só vez enquanto as minhas entranhas lhe indicam o caminho... — Dói um pouco, mas eu gosto.
— Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, Siiiiiiiiiii, fode-me, fode-me... ahhhhh...fode tua cunhadinha putinha vai!
Tenho um orgasmo anal, cravo as minhas unhas nas suas nádegas.
— Vou foder-te, sua vadia safada.
— Ummmm — Com uma das mãos, João brincava com o meu clitóris.
— Vou fazer-te gozar — começou a bombear suavemente, num ritmo cadenciado, e eu acompanho-o com as minhas ancas, como se sempre tivéssemos feito isso.
—Gostas da minha pila? Gostas?
— Siiiim, sim, não paresssss, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhrrrggggggggggg
Envolvo-o com as minhas pernas, aproximando-o mais de mim, o seu pau entra e sai, os seus tomates batem nas minhas nádegas, as nossas cinturas movem-se cada vez mais rápido, ele tira-o quase todo, deixando apenas a cabeça dentro, voltando a entrar, cada vez mais rápido. Os nossos suspiros confundem-se, os nossos olhos procuram-se, as nossas línguas também... Sinto o suor a escorrer por cima de mim, sinto o meu rabinho a pressionar o seu pénis, é fantástico.
— Espera, querido, vamos mudar.
Faço-o sair de mim, observando como a minha bunda se abria e fechava, o seu pau brilhante, encharcado de saliva e fluidos do meu intestino, assim como os meus seios, brilhantes com o seu suor…
Ele sentou-se na beira da cama, o seu pau ainda duro, olhando para o teto. Sentei-me em cima dele, de costas, colocando uma perna de cada lado e com os pés em cima das suas pernas, agarrei o seu pau com a minha mão, direcionando-o para o meu cuzinho, olhando para o seu rosto, sentei-me em cima dos seus tomates, enfiando o meu pau até ao fundo.
—Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, como eu gosto...
—Hummm, mexe-te, mexe-te... Ahhhhhhhh, gemia ele também…
E como ele se mexia, a sua cintura não parava de subir e descer, as minhas nádegas batiam contra as suas pernas, plaf, plaf, plaf, os meus seios balançavam à altura do meu rosto, a minha língua tentava alcançar os meus mamilos duros, Ummmm, um verdadeiro prazer. Até aquele momento, poderia dizer que foi uma das minhas melhores transas, sentia o pau duro dentro do meu ânus molhado, enquanto isso os meus fluidos começavam a cair nas pernas dele, com as minhas mãos no pescoço dele continuava e continuava a montá-lo, cada vez mais rápido, cada vez com mais força... por outro lado, João tinha as mãos agarradas ao meu rabo, separando as nádegas, de vez em quando dando uma pequena palmada...
— Ai!! — eu gemia a cada palmada dele.
— Você gosta? Hein?
— Sim, sim, sim, eu adoro o seu pau... Ahhhh... eu quero tudo.
Uma das suas mãos percorria o meu rabo, a outra separava uma nádega, passava pelo meu cuzinho e chegava à junção do seu pau com o meu buraquinho, a sua mão ficava encharcada com os meus fluidos enquanto apalpava a junção húmida dos nossos corpos, eu continuava a mexer-me em cima dele. De repente, colocou um dedo na entrada da minha fenda, pressionando o meu cuzinho...
—Ahhhhhhhhh!!!, Sim, enfia os dois, Sim.
Os meus desejos para ele eram ordens, além disso, eu estava ansiosa por fazê-lo. Aos poucos, ele foi espalhando parte dos meus fluidos pelo meu cuzinho, acariciando-o em círculos, observando que, à medida que ele fazia isso, eu abrandava os seus movimentos com o pau dentro, para facilitar o seu trabalho.
— Que cuzinho apertado! — exclamou ele, com o dedo indicador pressionando a entrada do meu cuzinho, sem querer me machucar, pois eu também tentava controlar meus impulsos e ser o mais suave possível, mas... era difícil naqueles momentos, com todo o sangue do meu corpo a mil, o seu pau entrando e saindo de um buraquinho de uma mulher linda como eu…
— Apressa-te um pouco mais... sim. Assim, ufffff, mais...
— Porra!!! Pensei, caramba, esta mulher é uma bomba sexual. Enquanto o seu dedo abria caminho no meu estreito caminho, ela já o tinha dentro do meu rabo até à primeira falange, continuei a enfiar enquanto o movia em círculos, pouco a pouco seu rabo foi cedendo e dei por mim com suas unas cravadas nas minhas nádegas…
João continuou lentamente a enfiar primeiro um dedo, depois dois, movendo-os em círculos dentro do meu rabo, sentindo como ele se dilatava, enquanto eu continuava e continuava a percorrer o pau até à entrada, para cima e para baixo.
— Hummm. —Sim, como eu gosto, como eu gosto, quero que me fodas o cu, quero que me arrombes, ahhhhh, enfia-mo no cu Sim!
— Queres outra vez? Queres?
Queres-a pelo cu?
—Aaaaaaaaaaaaaaaah!
—O que dirá o teu maridinho quando amanhã andares pela casa com o cu aberto?
— Ummmm, não me importa que me arregaçes toda , aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, tu me dás tanto tesão! Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Vontade? Eu estava morrendo de vontade! Ele me segurou pela cintura, tinha a rata toda molhada, o seu pau duro brilhava com os seus fluidos.
— Vira-te, querida.
Virei-me, apoiei os joelhos no chão, a cabeça afundada na beira da cama, o meu rabinho bem levantado, com as mãos a separar as nádegas...
— Todo teu, seu safado — disse-lhe —, fode-me, vamos...
Ele posicionou-se atrás de mim, direcionou o seu míssil para a entrada do meu cu, apoiando a glande no meu ânus e pressionou um pouco...
— Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh!!!
— Está a doer?
— Sim doi, ahhhhhhhh, mas continua, continua!! Ahhhhh
Sua verga estava a entrar lentamente, a glande estava dentro, ele parou um pouco para que eu relaxasse, os meus gritos estavam a transformar-se em gemidos, a sua mão, suponho, estava a ajudar-me, pois estava a fazer pequenas massagens no meu clitóris…
— Vá, vá, continua, Aaaaaaah, continua, continua.
Dizendo isso, surpreendi-o empurrando o meu rabo para trás e o seu pau empalou-me inteiramente, eu podia sentir os seus tomates a tocar nas minhas nádegas, o meu rabo pressionava cada vez mais o seu pau, que prazer... A sua mão continuava a explorar a minha fenda dianteira, e eu comecei a mover-me com o seu pau dentro do meu rabo, primeiro devagar, depois mais rápido, mais rápido, os tomates catucavam nas minhas nádegas.
— Gostas, gostas?
— Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, que rabo gostoso! — disse ele.
— Ahhhh, ahhhhh, Sim, sim, sim, continua, continua, continua, não pares, forte, forte, assim, sim…
Eu não aguentava mais, sentia que ele estava pronto a gozar.
— Vou gozar — gritou ele.
— E eu também — não pares, ahhhhh, continua, continua, vem-te dentro de mim, enche-me o rabo de leite, ahhh, ahhhh.
As últimas investidas eram tão fortes que a cama batia contra a parede.
— Vou-me vir no teu cu de vadia!, ahhhhh
— Sim, vem-te, Aaaaaaah — Estou-me a vir, também me estou a vir, ahhhhhhhhh.
—aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, toma o meu leite...
—E eu!!!!! Ahhhhh, sim, sim, ahhhhhhhhh!!
Sinto o seu corpo entrar em movimentos espasmódicos, a cada chicotada um rasto de sémen enchia quase todo o meu intestino, enquanto eu arqueava as costas, coloquei a minha mão na minha fenda e senti como ardia, enquanto nos vínhamos, virei a cabeça e procurei os seus olhos, olhámo-nos enquanto os nossos fluidos saíam dos nossos corpos. Sua cara estava bonita, essa imagem vai ser difícil de apagar da minha memoria…
Por causa do viagra, João ficou por alguns instantes com o seu pénis dentro de mim, o meu corpo sobre o dele, recuperando o fôlego. Procurei a sua boca, nos beijamos. Ao fim de um minuto, deixamos de estar engachados e ele saiu do meu rabo...
Fiquei de quatro enquanto João apreciava a vista...
Ele disse-me que era fantástico ver como aquele buraco se fechava e abria aos poucos e como o seu esperma saía dele...
— Ufa, já são quatro horas, que tarde.
Levantámo-nos sem tomar banho e vestimos os pijamas…quase não conseguia andar com as dores no ânus... o meu cunhado tinha-me arreganhado o rabo, o meu sonho tinha-se realizado, mas acho que o dele também…
A tusa de Fatima
Longe dali, na minha casa, a minha mulher Fátima não conseguia dormir.
Raios! Já são quatro da manhã e não consigo dormir. Já pensei três vezes em masturbar-me a pensar nos meus antigos namorados. Dizem que os que se chamam Ernesto têm-nas boas vergas. Eu tive um que se chamava Ernesto, mas mesmo uma masturbação com os dedos não era suficiente para me molhar toda, eu precisava de uma pila…
Lembrei-me que tinha alguns brinquedos na cómoda... fui buscá-los... estavam na última gaveta... um azul e outro de outra côr.
Escolhi o de cor-de-rosa. Tinha escolhido o vibrador maior e estava inserido até o fundo da minha vagina, mas desta vez também aparafusei um dos anéis que vinha preso no meu ânus, o vibrador rosa era duplo. Este vibrador também tinha audio e me dizia que queria me ver transar com vários paus ao mesmo tempo e que me obrigariam a engolir o leite de cada um deles, isso me excitou tanto, imaginar ser escrava me deixa super excitada... Já com o meu cu dilatado e eu ardendo, tirei a camisola e fiquei só de calcinha, sentei na cama, e me ajeitando de lado inseri o anel maior no meu cu. Ufffff... já está dentro enquanto o outro na vagina está muito frio, é metálico, mas gosto de sentir essa sensação. Sentei para senti-lo até o fundo, dando pequenos saltos para sentir como ele se insere até o fundo, ufff que sensação deliciosa, as bordas roçando minhas nádegas…
Minha respiração se acelerou, desejava gozar mas queria me fazer sofrer, prefiro demorar para gozar. O prazer que me dou é sempre tão intenso que preferi demorar para conseguir o orgasmo para que fosse brutal. Com os dois inseridos, deitei de costas e abri bem as pernas, ao máximo... não pude abri-las mais. Como eu gostaria de ter ali uma língua sedenta da minha buceta, que não me deixasse fechar as pernas e que me dissesse o quão linda estou com o meu cu bem ocupado. Tenho certeza que a vista dali, com a minha fenda bem inchada, meu clitóris pulsando e o dilatador inserido e sobressaindo do cu é espetacular!
É difícil entrar, mas quando minha vagina dilata o mais puro e grande prazer, toca todo o meu fundo e às vezes dói, mas até uma dose de dor dá prazer, então, coloquei a ponta na minha buceta com umas gotinhas de lubrificante e fui apertando pouco a pouco, centímetro a centímetro para inseri-la bem enquanto acariciava meu clitóris inchado. Tinha os olhos fechados, vieram à minha mente minhas experiências vividas, todas as vergas que já peguei, as bocas que me lamberam... as ideias que me vêm à mente e com as quais posso fazer-te contos eróticos. Imaginei-me aberta, na minha cama e amarrada, não consigo me mover, estou à mercê do homem que tenho à minha frente, com sua grande verga bem ereta e dizendo que vai me estuprar. Quando ouvi essas palavras na minha mente, apertei o consolador com a mão até o fundo, inseria e retirava rapidamente, me dando duro, como se fosse gozar dentro de mim. Parei de repente, estava prestes a terminar e não queria que durasse tão pouco tempo. Queria prazer e cada vez que cortava meu orgasmo sabia que sua intensidade aumentava. Quis estimular meus mamilos, mas ambas as mãos estavam ocupadas, então pensei nas pinças e brinquei mais uma vez com a ideia de colocar os anéis... hoje, seriam as pinças... umas muito coquetes de cor vermelha, coloquei-as nos meus mamilos e doeu bastante, imediatamente minha fenda começou a escorrer. A sensação é fantástica, me excitou muitíssimo. Meus mamilos são muito sensíveis e sabes que sou capaz de gozar só de tocá-los.
Tinha meus seios, meu clitóris, a vagina e o ânus estimulados!, o que mais podia pedir!! Minha imaginação estava a mil... Hoje tinha pensado em um trio, as faces dos meus homens imaginários se misturavam enquanto transávamos e a maneira tão deliciosa, as sensações dessas vergas dentro da minha buceta me dando prazer, suas mãos, suas bocas, seus beijos... me deixam louca. Esses pensamentos e sensações passavam pela minha cabeça como um filme rápido enquanto sentia que o orgasmo chegava através dos meus dedos no meu clitóris.
Eu me contorcia, mas mantive minhas pernas abertas, ofegava mais alto, gemia... minha mãe e meu pai estavam no quarto ao lado, pude esquecer, disse a mim mesma, não se reprima...então o audio falava: grite!!! Solte tudo, grite!!! Estava conseguindo o prazer que estava buscando e queria que todos soubessem o quão gostoso estava sendo…
Do outro quarto minha mãe me chamava—: Fátima, querida, você está bem?
— Droga! Será que ela me sentiu? — Parei um pouco até que ela voltasse a dormir. Mas hoje ousei fazer algo mais. Liguei a câmera do meu celular, mandaria um vídeo para o meu João para que ele pudesse ouvir como terminava, mandar para ele me pareceu uma ideia genial. Toda trêmula, apertei o botão de gravar do celular e comecei a gemer de novo. Quando não aguentei mais, soltei o consolador, os espasmos da minha vagina cuspiam o último dos meus sucos. Toda a minha virilha latejava de prazer, eu sentia isso percorrendo meus membros, meu cu também se contraía, o dildo não saía, mas isso agora não importava. Meus dedos agora imóveis estavam completamente molhados daquele líquido de prazer que já molhava meus lençóis.
Agggghhhhhh……— Puta que pariu! — Inarrável….o que eu sentia é inarrável, eu te garanto. Mas sei que você pode ter uma ideia, imagino. Chupava meus dedos, adorei, adoro meu sabor….. muito bom.
Agora que já estava mais relaxada, tinha que parar a gravação. Fiz isso. Mais tarde eu te mandaria, tirei as pinças que beliscavam meus mamilos e estes agora estavam inchados e doloridos com uma linda cor roxa, tirei o dildo do meu cu sem poder evitar soltar um suspiro, imaginei-o aberto ao máximo, Que delícia!! Queria que você pudesse ver, você gostaria muito, eu precisava dormir, eu merecia depois de uma noite tão intensa…
Tive vontade de trair de novo
Um mês depois, Rogério e eu fomos almoçar com meus pais na casa da minha irmã, era o aniversário dela. Depois das sobremesas e felicitações, como de costume, João dormia a sesta, então minha irmã foi com minha mãe e meu pai até o café, deixando-nos sozinhos na sala em frente à televisão.
Rogério tentou me provocar.
— Não quero agora—, eu disse choramingando para meu marido.
Rogério me colocou sobre os joelhos dele. E eu esperneava como uma gata. Para ele era o mesmo, ele levantou meu vestido, abaixou minhas calcinhas, esquentava minhas duras nádegas batendo nelas com as mãos.
—¡¡Plassssssss!!
—¡Foda-se, cabrão!
—Plasssssss, plasssssss, plasssss,
—¡aiiiiiii!
—Plasssssss, plasssssss, plasssssss, plassssss
—¡desgraçadooooo!—berrava.
— ¡¡Plassssssss, plassssss!!
— Deixa-me, cabrão!—, eu subi as calcinhas e o vestido, e sentei um pouco mais longe para tirar as ideias dele, e chorando disse:
—Se eu fosse homem, te daria umas porradas, abusador! Além disso, você ficou excitado!— eu olhei e vi o volume na calça dele. Pela rejeição, ele ficou ainda mais endiabrado do que já estava. Te excita bater em uma mulher, desgraçado!!
— Não foi por isso, foi ao ver seu cu.
—Maricón!—: eu estava realmente furiosa…
— Mas eu o vejo lindo.
— Se você diz— como eu não parava de chorar, Rogério sentou-se ao meu lado e me deu um beijo na bochecha:
— Você me perdoa? —, não pensei que ia doer tanto.
— Sai daqui, abusador! —, eu o empurrei….
O que realmente me doía não foram as palmadas, mas a tentativa de me dominar à força e justamente com meu cunhado dormindo. Ele me deu outro beijo. Rogério gostava de beijar a bochecha, as lágrimas lhe davam um sabor salgadinho.
— Anda, me perdoa! — Rogério me suplicou.
Então limpei as lágrimas com o dorso da mão direita dele e disse:
— Já perdi a vontade, além disso, me dói a cabeça, quero deitar um pouco.
— Bom, assim eu vou para a rua.
Rogério ficou bravo pela minha rejeição... já que estava sozinha, fui deitar na cama da minha irmã, onde, claro, meu cunhado estava. Tirei os sapatos e me deitei vestida sob os lençóis ao lado de meu cunhado João.
Depois de um tempo, não pude evitar me aproximar do meu cunhado, dando-lhe as costas.
— Você não está dormindo!
— Não, você me excitou com seu cu.
Eu me virei para o pescoço dele para mordiscar a orelha enquanto João acenava para abaixar o zíper do meu vestido. Ele me virou de lado para que ele pudesse tirar meu sutiã facilmente. Eu estava corada e os pelos dos meus braços se arrepiaram. Ele me colocou de barriga para cima e fechei os olhos pensando em Rogério, para que não fosse tão mórbido. Ele abaixou meu vestido até a cintura. E fazendo cruzes com os dedos enquanto João me beijava na testa, no queixo,"na comissura dos meus lábios, beijou-me na boca e meteu-me a língua dentro para que a chupasse. Depois ele beijou-me o queixo, o umbigo, os mamilos dos meus seios tão eretos e voltei a beijá-lo também com a língua. João chupava a minha também. Depois meti as mãos no vestido para me despir enquanto João me tirava minhas meias-calças.
— Vê lá para não as estragares.
Arqueando o corpo para facilitar que me tirasse tudo. João tirou-me o vestido e as cuecas de uma só vez… beijou-me o clítoris, o cu...e parou.
— Por que paraste?
— Posso engravidar-te?
— Estou com a menstruação, não há como engravidar… —, continua por favor.
— Sim, muuuahhh cabrão— ofegava enquanto ele movia a língua de um lado para o outro dentro da minha cona e depois a meteu dentro. Então levantei a pélvis excitada ao extremo que gritei…—: Gozeeei!
João pensava que eu estava a brincar. Quase não me tinha tocado muito, mas não, não estava a brincar, comecei a ofegar e a tremer como uma cadela, soube que estava a gozar porque da minha cona saíram fluxos de uma cor rosa em quantidade...
Ao acabar de gozar recompus-me toda digna…e disse-lhe –: Queres gozar dentro de mim?
— Queres que a tire antes?
— Não digas tolices...vamos, dá-me o leite, abusador de cunhadas.
João pôs a sua pila na entrada e quando senti a boca molhada do meu coelhinho pelado impúbere… Zas!, meti-lhe a cabeça para dentro. Eu tinha a pila agarrada entre os meus dois dedos e não a deixava entrar mais. Então esfrego seus testículos com uma mão e, atasco sua pila com a cabeça dentro da minha cona. Peguei-lhe numa mão e levei-a aos meus seios para que os apalpasse, agarrei-lhe o rabo com força e dei-lhe um empurrão, muitas vezes comíamos a boca. Por fim João soltou um grito.
— Caramba! —, a pila em todo esse trâmite cravou-se até ao fundo do útero… desapareceu toda até aos ovos.
— Gozeeei. — ofegou enquanto me dava quatro jatos dentro da minha cona.
Abaixei-me à frente dele e chupei-a deixando-me foder de boca como uma puta. Pouco depois, senti como ele estremecia e gozava tudo na boca que me deu náuseas. Depois de reintroduzir de novo o seu pau pois continuava duríssimo, agarrou-me os seios aumentando as investidas e chegou a grande eclosão…
— Gozo dentro da tua cona de novo! —, assim fui recheada de esperma, convulsionava com tremores nas pernas, afrouxaram-se-me do prazer que senti no orgasmo mais feroz da minha vida. Ao acabar de gozar tirou a pila da minha cona apertada. Nesse momento dei-me conta de que gostava de ser empalada duro tanto pelos rabos como pelas conas, de maridos como de cunhados. Mas sempre Depois do gosto vem o desgosto...não me dei conta que estava no fim da minha menstruação e fiquei grávida de João, mas nunca lhe disse.
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Dois anos depois
Rogério nunca soube que o menino que tive não era dele...por isso João via-me cada vez menos. Até que passados dois anos fui de férias com a minha irmã... fomos os quatro.
Um dia de manhã Rogério ia ao supermercado fazer compras com a minha irmã e fiquei sozinha com o meu cunhado.
Depois do pequeno-almoço João estava na cozinha a lavar a loiça quando cheguei ao lado dele. Trazia vestido um roupão azul.
— Queres ajuda, cunhadinho?
—Não é preciso, os tachos já secam sozinhos.
—Deixa que eu acabe de os lavar.
Meu cunhado tirou o avental e deu-mo.
— Tudo teu.
Enquanto a minha irmã tinha que viajar em trabalho e deixava o meu cunhado sozinho, pensando nisso eu pus-me a lavar a loiça enquanto João bebia um copo de vinho tinto e sentava-se numa das seis cadeiras que tinha a mesa da cozinha, eu, a esfregar uma travessa, perguntei-lhe:
— Sentes falta da minha irmã quando estão longe?
— Já não, e olha que nos conhecíamos há muito tempo, mas aprendi a viver quando não estamos perto. As histórias de amor acabam, Carla.
— Eu disso sei muito pouco, tenho sempre o Rogério ao meu lado.
— Estranho, que te pergunte, !"Você não se deitou com nenhum homem antes de conhecer Rogerio?!”
— Não, João, jamais.
— E com alguma garota?
Se Juan pudesse ver meu rosto, veria que ele havia corado. Ela respondeu:
— Ai caramba, que pergunta!
Mas João percebeu que minhas palavras indicavam que ela tinha alguma relação lésbica. João, para que eu não me sentisse desconfortável ao falar sobre isso, disse:
— Para mim, tanto fazia se de alguma forma você tivesse chupado algum pau quando jovem. Todos temos nosso passado.
— Que travesso! Eu nunca fui tão longe, não passou de tocar nos seios e nos beijar, e foi só com uma garota, com minha prima Eulália.
— Vocês se molhavam?
— Isso sim, nos molhávamos muito.
— Eu também me molhei ao ver você amamentando seu filho David.
Eu tinha acabado de lavar a louça, me virei. João me viu o quão vermelha eu estava quando ele perguntou:
— Você realmente se molhou?!
— Sim, é porque estou há dois anos a pão e água. E você sempre cora com tanta facilidade?
— Sim, se eu falo de sexo, sim. Sinto muito por tê-lo excitado, não era minha intenção.
— Eu sei, cunhadinha, eu sei.
Enquanto eu tirava o avental, o cinto do meu roupão também se soltou e ele se abriu. Eu não usava sutiã nem calcinha. João viu meus seios enormes com aréolas escuras, meus mamilos grossos e minha buceta peluda de mãe. Ele se levantou da cadeira e foi em direção à minha boca. Mas eu o evitei, o empurrei e disse:
— Não, João, não! —, já estou curada desses vícios de transar com você.
Mas ele ignorando meu pedido, sua boca mamou um dos meus seios e se encheu de leite. Eu o empurrei novamente.
— Me deixe, abusador, me deixe!!
Ele ainda se abaixou e começou a lamber minha buceta. Eu puxei o cabelo dele para afastá-lo de mim.
— Pare, Joõa, pare!!
O menino começou a chorar no quarto. Eles o haviam acordado. João parou de lamber. Eu saí correndo da cozinha. João me disse:
— Sinto muito, Carla!
E que merda ele sentia! Ele estava duro como um touro e se o menino não tivesse acordado, ele não a teria deixado até transar comigo direito.
Enquanto pegava meu filho, voltei a amamentá-lo. No entanto, sua língua em minha buceta veio à minha cabeça e eu não pude evitar me molhar.
Meu cunhado foi para o quarto e me viu amamentando o menino. Eu estava sentada na beira da cama. O roupão caía pelos lados e João podia ver minhas pernas robustas. Ele me disse:
— Não sei o que me deu. Foi uma bobagem. Você me perdoa?
Olhei para a virilha dele e vi o volume que seu pênis fazia.
— Sim, mas vá embora, vá embora do meu quarto.
João foi embora, eu o ouvi entrar no quarto ao lado. Ao terminar de amamentar o menino, ele já havia voltado a dormir. Eu o troquei e depois o cobri com um lençol, o deixei sobre a cama e fui para o quarto de João. A porta estava entreaberta, eu o chamei, e ele me disse:
— Entre, Carla.
Abri a porta, vi que ele estava coberto com um lençol e não vi nenhum volume suspeito nele.
— Não vou entrar. Só queria fazer uma pergunta. Por que eu? É porque sou sua cunhada? — Você tem algum fetiche com isso?
— É porque eu te desejo desde o primeiro momento em que te vi.
— Mas eu sou a irmã da sua mulher, Rogerio seu cunhado. Você deveria me respeitar. Além disso, David seu filho —, ele nunca saberia.
— Caramba, mulher! — Você está brincando?
— Não é verdade, mas ninguém sabe.
— Você me deixa a mil.
Eu me senti lisonjeada e queria mais elogios, por isso perguntei:
— Você me deseja tanto assim?!
— João tirou o lençol de cima e pude ver que ele estava esmagando o pau com uma mão. Ao tirá-la, ele ficou ereto em direção ao teto.
— Veja o quanto eu te desejo, Carla.
Eu não pude evitar que um sorriso se desenhasse em meus lábios sensuais. Cobri a boca com uma mão e depois disse:
— Caramba! Você tem um enorme.
João pegou o pênis e sua mão começou a subir e descer por ele.
— Por favor, fique aí, deixe-me gozar imaginando que o buraco que minhas mãos fazem é sua buceta.
Mas eu, na soleira da porta e com o rosto vermelho como um tomate maduro, disse a ele:
— Você enlouqueceu?!
— Sim, Carla,"""Você me deixa louco.
Eu o via aparecer e desaparecer a cabeça do pau sob a pele e sentia como sua buceta e seu cu se abriam e fechavam. Eu disse a ele:
— Eu me sentiria como uma puta vendo você se masturbar.
— Não se sinta puta, seja puta por uma ou duas horas.
— O quê?! Você sabe o que disse?!
— Sim, quebre os moldes e se deixe levar. Afaste o roupão para um lado e me mostre a buceta. Seja puta, Carla, seja puta.
— Não sei que porra está acontecendo comigo?
— Você está excitada?
Sem saber, me deixei levar.
— Muito. — eu respondi.
João continuava me excitando…eu tentava reprimir meu desejo…
— Seja puta, porra, seja puta. Me mostre a buceta.
Eu via o pau dele duro e a mão subindo e descendo e que vontade me dava de ir para a cama e ser puta como João me dizia. Então afastei o roupão para um lado e mostrei minha buceta peluda.
João me viu brilhar minha pele morena na parte superior das minhas coxas junto à buceta. Eu já estava me derramando por fora.
— Abra o roupão.
Eu abri o roupão e o deixei ver todos os meus encantos. Eu era um monumento de mulher. Minha cintura estreita, meus seios gordos e minhas grandes ancas não eram algo que se via todos os dias em uma mulher magra. Olhando como ele descascava o pau, eu disse:
— Estou me sentindo puta a gosto.
— Tire o roupão e dê uma volta.
Eu tiro o roupão e o deixo cair no chão. Dei a volta e mostrei o cu. Já me lancei sem paraquedas (sutiã).
— Você gosta do meu cu, cunhadinho?
— Porra, eu adoro!
Dei a volta e disse a ele novamente:
— Quero ser sua puta, cunhadinho.
João parou de mexer, pois se não o fizesse, gozaria como um burro.
— Aperte os seios para ver se sai leite deles.
Então eu falo com voz açucarada.
— Claro que sai, querido.
— Preciso ver para crer.
— Olhe.
Aperto meus seios e sai leite em quantidade deles.
Venha aqui, Carla, venha, amor. Aproxime-se da cama para que eu possa te ver bem.
Eu fui para o lado da cama rebolando os quadris e com os seios movendo-os levemente para os lados.
— Abra a buceta para ver como está.
— Está molhada, cunhadinho.
— Deixe-me ver.
Eu abri minha buceta com dois dedos e Juan viu que estava encharcada de sucos brancos.
— Quero conhecer o seu sabor.
Eu o peguei pela cabeça, ele se levantou, lambeu minha buceta meia dúzia de vezes, e depois eu disse:
— Vou te foder até te deixar seca!
— Sim, querido, me foda até me deixar sem sucos.
Eu já morria de vontade de ter aquele pau dentro da minha buceta. Subi na cama e me deitei ao lado dele. João disse:
— Me monte você. Sinta-se puta.
— Já não me sinto puta, cunhadinho, sou uma puta.
Eu o montei em cima, ele enfiou o pau dentro da buceta encharcada e comecei a foder duro. Nós estávamos loucos de contentes.
— Me dê seu leite, Carla, me dê seu leite! — ele dizia enquanto chupava meus seios.
Eu aperto os seios e joguei jatos de leite na boca e no rosto dele.
— Me banhe, Carla, me banhe.
Eu o fodendo e banhando, fiquei como uma cadela perdida.
— Me chame de puta!
João me fodeu com toda a força mais de uma dúzia de vezes, e depois eu disse:
— Me banhe, puta!
Eu o banhei e depois dei os seios para ele mamar. João apalpou meus seios e bebeu leite até que, movendo meu cu ao redor, eu disse:
— Vou gozar, cunhadinho. Não goze dentro de mim, disse. Vou gozar, vou gozar, vou gozar. Estou gozando, querido!
Eu me joguei sobre João. Meus seios se apertaram contra o peito dele e o encharcaram de leite. Minha buceta apertou o pau dele e o banhou com meus sucos. João mal conseguiu se conter, mas esperou que eu terminasse para tirá-lo e gozar fora enchendo meu rosto de porra.
Enquanto isso, quando ele terminou de descarregar, eu lhe dei um beijo e disse:
— Eu já estava com muita vontade. Já sentia sua falta.
— Nós dois estávamos com vontade.
— Você pode continuar?
João me virou. Me colocou debaixo dele, me beijou com língua, e depois perguntou:
— Você quer que eu te dê no cu?
Coloquei uma mão no peito dele, o empurrei, sorri e disse:
— Claro seu idiota!
—Isso quer dizer que sim?
Fiquei séria.
— Sim... quero que você me enfie no cu...
— O que me dás em troca? Perguntei com voz mordaz.
— O que queres?
— Que me comas a cona, mas bem comida.
— Quantas vezes você quer gozar na minha boca?
Fiquei surpresa com a pergunta.
— Comendo minha buceta?!
— Sim.
— Nunca gozei assim, Rogerio nunca foi até o fim.
— Pois já está na hora de você gozar três ou quatro vezes.
João colocou duas almofadas debaixo do meu rabo e depois enfiou a cabeça entre minhas pernas. Eu flexionei os joelhos e estiquei os braços ao longo do meu corpo. Então meu cunhado brincou com a ponta da língua no cu, lambendo-o, fodendo-o… Logo saía leite dos meus seios que descia pelo corpo dele e caía na cama e sucos brancos e espessos que molhavam meu cu e que Juan engolia. Ele parou de lamber meu cu, enfiou o dedo médio dentro e fodeu meu rabo com ele enquanto lambia minha buceta de baixo para cima. Comecei a gemer, minhas mãos pousaram na cabeça dele e apertei a língua dele contra a buceta. Mexi a pélvis de baixo para cima cada vez mais rápido, até que ele disse:
— Estou gozando!
Movendo o rabo em círculos e desfazendo-me em gemidos, gozo na boca dele.
Quando o prazer se foi, meu cunhado tirou o dedo do meu rabo, cheirou-o e depois o chupou. Eu, sorrindo, disse a ele:
— Que porco você é, cunhadinho!
O porco lambeu minha buceta e depois começou a lamber o clitóris de todas as maneiras possíveis, para cima, para os lados, em volta… Lambendo, juntou três dedos, molhou-os com o leite que saía dos meus seios e foi abrindo espaço com eles até que os três entraram no rabo, depois movendo-os em volta e chupando a glande do clitóris, enquanto eu tive meu segundo orgasmo.
— Você vai me matar de prazer!
Gozando, ele lambeu minha buceta e bebeu dela. Depois tirou os dedos do rabo. Mas quando ele se preparava para os cheirar, eu peguei a mão dele, levei os dedos ao meu nariz, cheirei-os e depois os chupei. João, eu disse:
— Tudo de ruim pega.
— O ruim, não, as coisas gostosas, cunhadinho.
Ele voltou a me comer tudo. Seios, dos quais ele se fartou novamente de beber leite doce como mel. Buceta, lambendo lábios, fodendo minha vagina com a língua. Cu, lambendo e fodendo o rabo… Depois enfiou dois dedos na buceta e a fodeu com eles. Ao tê-la bem cachorra, ele fez o redemoinho sobre a glande do clitóris, e eu exclamei:
— Eu morro, cunhadinho, eu morroooooo!!
Depois da tremenda gozada e de me recuperar, eu disse a ele:
— Vou te recompensar, cunhadinho, você pode me enfiar no cu.
Ele subiu em cima de mim, pegou a verga empinada, esfregou-a na buceta, enfiou-a até o fundo dez ou doze vezes, depois tirou-a suja de sucos, colocou-a na entrada do cu, empurrou com o rabo. E enquanto ele enfiava a glande, eu gritei:
— Oooooooooy, oooooooooy, ooooooy!!! — ele tirou-a.
— Dói muito meu cu!
João me colocou de quatro. Lambeu meu rabo e fodeu o cu com a ponta da língua até que, entre gemidos, eu disse a ele:
— Não quero saber, enfia no meu cu.
Ele a enfiou na buceta para lubrificá-la, depois, devagar, enfiou a glande novamente no cu. Eu fechei os olhos com força, apertei os dentes e resmunguei:
— Caralhooooo, que grande!
João enfiou a glande e fodeu o cu só com ela… Fodendo-o devagar, muito devagar, eu disse a ele:
— Acabará por gostar.
Eu não acreditei, era muita verga para um cu tão estreito. Um pouco mais tarde, eu já não pensava o mesmo.
— Mais, enfia mais verga, abusador!
Pouco a pouco ele a enfiou até que os ovos batiam na minha buceta. Meu cunhado com as mãos acariciava minhas nádegas. De vez em quando ele tirava a glande, deixava cair saliva sobre ela e a enfiava novamente. Eu já estava sem freios.
— Ai caramba, que gostoso, cabrão, ai que gostosoooo!
Pouco mais tarde, eu dizia a ele:
— Mais rápido, porco, mais rápido e mais forte.
João me deu como eu queria. Eu já era uma égua descontrolada.
— Açoita meu rabo! Implorei gemendo.
Enfiando-a, ele me deu com as palmas das mãos — Plasssssss, plassssss. plassssss, plasssss!
— Me dá mais, porco, me dá mais e mais forte!
Ele me deu tão forte que as mãos dele doeram.
— Passssss, plasssss, plasssss, plasssss…!!!
Eu estava indo muito longe e já não tinha remédio.
— Eu vou gozar, cunhadinho, eu vou gozar! Eu vou gozar, seu filho da puta!
Com todo o meu corpo tremendo horrivelmente e ofegando como uma cadela, eu gozei como um rio enquanto meu cunhadinho me enchia meu cu de leite.
Ao terminar, deitada ao lado dele e brincando com um dedo em seu cabelo, disse:
— Vamos fazer mais um e amanhã fingimos que não nos conhecemos, o que você acha?
— Você quer que tudo acabe depois de mais uma transa?
— Sim, cunhadinho.
João, desanimado, me disse:
— O que é bom dura muito pouco. Não é?
— Você não me entendeu, João.
João estava confuso.
— O que eu tenho que entender? Você disse que quer que eu finja e finja que não nos conhecemos.
— Exato, assim quando você quiser fazer de novo terá que me seduzir novamente.
Meu cunhado Rogerio se desvía da rota e entramos por atalhos
Deixando meu marido com minha irmã Carla no apartamento, fomos às compras no mercado. Depois de um tempo, já tínhamos quase tudo.
Eu coloquei dois pacotes de absorventes menstruais, um para mim e outro para minha irmã, porque sempre que convivíamos juntas nossa menstruação viria ao mesmo tempo.
— Também preciso disso e disso. — Rogério pegou lubrificante anal e camisinhas tamanho extra grande.
— Você precisa desse tamanho? — Ei, desculpe, não sei por que eu disse isso.
— Sem problema. Se quiser, eu te mostro.
— Você não deveria dizer isso para sua cunhada... bem, enquanto eu pego mais alguma coisa para a casa, você poderia ir à farmácia buscar meu remédio para diabetes... aqui está a receita...
— Sem problema... já vou.
Quando Rogério chegou na farmácia... perguntou ao funcionário.
— Olhe, eu quero pegar uma mulher muito bonita... será que existe algo para deixá-la muito excitada.
— Puta merda, cara, você sabe o que está me pedindo!
— Tenho aqui o milagre perfeito, toma-se como insulina sob a pele, uma injeção de bremelanotide e pronto, ela fica excitada para você, mas preciso que me dê 8000 pesos.
— Sem problema... ela merece tudo.
Fátima, embora estivesse vestida de forma muito informal, com uns jeans justos que tanto me agradam e uma camiseta simples, a verdade é que estava muito atraente. Era um dia muito quente, e ela usava o cabelo preso em num rabo de cavalo daqueles que a faziam parecer recém-saída da cama.
A camiseta era amarela, daquelas de alcinha, muito veraneia, e embora não tivesse um decote extremamente acentuado, ao se mover ou ao escorregar a alça, eu podia ver que por baixo ela usava um sutiã branco. Colocamos tudo no carro e partimos para o nosso destino.
Fomos conversando sobre vários assuntos, ouvindo música reggaeton.
— Essa música tem ditos sexuais. — disse.
— Sem problema, não me incomoda.
Aproveitando a paisagem... Enfim, o normal nesse tipo de viagem.
Nada especialmente notável durante muitos quilômetros; com exceção de alguma olhadinha disfarçada em seu decote ou a tentativa de intuir seus mamilos através do tecido da camiseta. Eu estava com o ar condicionado no máximo, tentando que o frio me ajudasse em meu propósito, mas provavelmente porque ela usava sutiãs com algum enchimento, era impossível intuir qualquer outra forma que não a própria base do sutiã.
Perto das 14h30, meu telefone tocou através do viva-voz do carro. Era minha esposa.
Ligava para nos avisar que eles tinham ido para a praia, demorariam umas 4 ou 5 horas a mais do que o inicialmente calculado. Ou seja... até o anoitecer não haveria ninguém para nos abrir as portas da casa alugada.
Uma vez conhecida a notícia, Fátima e eu começamos a avaliar diferentes opções sobre o novo horário a seguir. Inicialmente contávamos em chegar lá por volta das 4, mais ou menos. Preferíamos não parar para comer para chegar o mais rápido possível e já beliscaríamos algo no destino, mas claro... sendo assim, de nada nos serviria continuar naquele ritmo, pois assim que chegássemos, estaríamos sozinhos diante daquela casa fechada.
Concordamos que seria preferível comer pelo caminho, pois a essa hora, depois de mais de 3 horas de estrada, já começava a dar vontade de descansar um pouco, além de que ambos já tínhamos um pequeno buraco no estômago, pois não havíamos comido nada desde a hora do café da manhã.
O caso é que viajávamos por uma estrada secundária, afastada de qualquer vestígio de civilização. Pelo que indicava o GPS, a cidade mais próxima estava a meia hora de caminho, e ainda teríamos que desviar alguns quilômetros da nossa rota.
Viajávamos por uma estreita estrada regional, margeando a costa do rio da prata, e embora a paisagem fosse espetacular, pois íamos muito perto do penhasco, não havia perspectivas de encontrar por ali nenhum restaurante ou bar de estrada.
Como tínhamos empanadas e algo para beber no porta-malas, concordamos que seria preferível comer mesmo que fosse no carro, e depois pararíamos para tomar um café na próxima cidade que encontrássemos.
Tive que rodar ainda alguns quilômetros mais, pois naquela estrada tão estreita nem sequer havia um lugar onde pudesse parar e estacionar com alguma segurança.
Finalmente, após uma longa reta, encontramos um pequeno bosque com um parque, onde pude deixar o carro estacionado no acostamento sem perigo de ser atingido pelos que vinham atrás.
Era uma pequena extensão da vala, com espaço suficiente para deixar o carro sem invadir a pista, quase à beira do precipício que dava para o mar.
Encostei o carro o máximo possível para evitar ocupar a pista e descemos para pegar a empanada e as bebidas do porta-malas.
Assim que abrimos a porta, uma rajada de ar abrasador nos atingiu o rosto. Como vínhamos com o ar condicionado, nem tínhamos percebido o calor tão sufocante que fazia lá fora.
Ali de pé, revirando as coisas do porta-malas em busca de uma faca para cortar um par de porções, sentíamos o sol do meio-dia batendo diretamente na nuca. Em apenas um par de segundos, já começávamos a suar.
—Puff!.. Vamos ter que entrar de novo no carro e comer lá dentro!; eu disse a Fátima.
— Caramba.. pois não será muito confortável, mas também não me agrada a ideia de ter que comer aqui de pé, torrando ao sol.
Nisso, dando uma olhada por entre a vegetação que descia o penhasco, pude vislumbrar um pequeno areal no fundo. Não podia ser considerada uma pequena enseada, porque nem sequer, mas sim um pedaço de terra no meio da costa, mas que bem valeria para sentar um pouco à sombra de um pinheiro e comer aquele almoço com um pouco mais de conforto.
—"Olha lá embaixo".. Você acha que conseguiria descer sem quebrar a cabeça?; perguntei.
—Suponho que sim..; respondeu animada com o conforto que aquela pequena extensão de areia nos oferecia.
Pegamos uma espécie de bandeira de tecido grande que sempre levo no porta-malas para proteger o estofamento do carro, colocamos em uma sacola as porções de empanada, um par de guardanapos e uma garrafa de 2 litros de água que àquela altura do dia já não estava muito fria, e como pudemos, fomos descendo por entre as pedras e a vegetação até aquele reduto de terra no meio do nada.
Uma vez lá embaixo, parecia ainda menor do que de cima. Não deveria ter mais de 10 ou 15 m2.
Além disso, só havia sombra em um pequeno canto, mas era o suficiente para nos acomodarmos ambos sobre aquela espécie de toalha, e degustar a empanada com um certo conforto.
Preparamos aquele tipo de piquenique, tiramos os sapatos para ficar mais confortáveis, e assim que sentamos demos um bom gole na garrafa de água. Entre o calor sufocante e o esforço da descida, estávamos ambos pingando de suor.
— "Que pena não ter trazido o biquíni"; disse Fátima enquanto sacudia a camiseta grudada no corpo.
— Quem diria, mas bom, eu quase que tiro a roupa igualmente porque vai pegar fogo em mim. Mal tinha terminado a frase e eu já tinha tirado a camisa e, quase instintivamente, sem pensar muito, decidi tirar também as calças, ficando apenas com os boxers pretos justos que usava naquele dia.
Fátima ficou meio sem jeito, pois embora tivéssemos ido juntos inúmeras vezes à praia, certamente me ver de cuecas não era exatamente a mesma coisa.
Ver-me tão decidido a tirar a roupa a tinha pegado de surpresa e, embora seja verdade que não havia nada de mais, como eu disse, ela sempre me vira com um certo respeito e, certamente, aquela situação não era excessivamente confortável.
Ela hesitou por alguns instantes sobre o que fazer, tentando balbuciar alguma palavra que eu não consegui entender muito bem, mas finalmente se atreveu e, morrendo de vergonha, tirou também a camisa, ficando de sutiã branco.
— "Que chato, né?.. mas é que estou pingando"; ela me disse meio corada enquanto secava as axilas com a camisa.
Devo admitir que eu também fiquei um pouco nervoso ao vê-la tirar a camisa. Que bobagem, vocês dirão!, pois eu não estava vendo nada que já não tivesse visto na praia, nem estava descobrindo um segredo, pois sabia perfeitamente como era o sutiã. Branco, com um pouco de enchimento.. enfim.. como quase todos.
Se ao menos fosse daqueles que deixam o mamilo um pouco transparente ou algo assim, aí sim, mas certamente era absurda aquela vergonha que pairava no ar.
Depois de tirar a camisa, começamos a comer, tentando quebrar aquela tensão com comentários pouco relevantes e clichês repetitivos do tipo.
— "Realmente está calor, sim..".
Na 2ª ou 3ª garfada, Fátima tentou arregaçar a barra da calça jeans que ainda usava, mas como era tão justa, a barra mal se moveu, e ela foi obrigada a desistir de sua tentativa.
Vendo os receios que ela mostrava em tirar as calças, imaginei que talvez estivesse menstruada e que seria muito desconfortável ficar de calcinha na minha frente, caso a compressa aparecesse ou ela tivesse se sujado um pouco. Não sei.. coisas que nós homens pensamos, mas mesmo assim perguntei:
— E não seria melhor você tirar as calças?; não acho que vou me assustar por te ver de calcinha.
— Não, eu sei... mas é que...; ela balbuciava.
— É que você tem vergonha.. ha,ha... A essa altura!..
— Não, idiota, não é isso. Quem dera eu estivesse de calcinha para você poder vê-las; mas é justamente esse o problema.
Assim que ouvi isso, rapidamente pensei que ela ia me dizer que estava sem roupa íntima, mas não... eu não teria tanta sorte.
—"Também me ocorre que justamente hoje vim de tanga, e vamos lá.. nem uma tanga qualquer... peguei a primeira que tinha à mão e acabou sendo uma das menores do meu armário"; ela confessou toda corada.
Quase me engasguei com a empanada, mas depois de mastigar algumas vezes e me ajudar com um gole de água, consegui esvaziar a boca.
— Compreendo; -eu disse sorrindo-, pois você mesma... deixe estar — e mordi a empanada novamente —
Talvez tenha sido ao ver minha atitude despreocupada, como querendo tirar a importância do assunto, o que a animou e ela disse:
— Que caramba!.. De perdidos ao rio! (perdido por cem perdido por mil…ou que se foda), de modo que se levantou, e na minha frente tirou as calças, cuidando pelo menos para não me dar as costas em excesso. Suponho que ela tinha mais receio de que vissem seu bumbum nu do que qualquer outra coisa, então, depois de jogar as calças para o lado, rapidamente se ajoelhou, ficando sentada sobre as próprias pernas, tentando se cobrir o melhor possível.
Foram apenas alguns instantes enquanto ela estava de pé, mas o suficiente para eu verificar que a tanga era realmente bem pequena. Branca - combinando com o sutiã - e daquelas "tipo fio" (eu intuía, embora não tivesse visto por trás). Pela frente, apenas um pequeno triângulo de tecido cobria seu precioso tesouro.
Continuamos comendo, tentando aparentar uma normalidade que certamente não existia, eu tentando não ficar excitado, desviando meu olhar para o mar, e ela ali, meio agachada, procurando uma pose o mais digna possível.
O sol havia avançado um pouco, de modo que a sombra já se projetava um pouco mais para a direita, então eu propus.
—"Vamos mover um pouco a toalha para lá, para pegar mais sombra".
Ela entendia que eu tinha razão, mas a mudança de postura a obrigava a se levantar e, claro... a vergonha era mais poderosa que a sensação de calor.
Compreendi perfeitamente a situação, então eu me lancei:
— "Vamos mulher, levanta".. Que particular tem!.. É uma tanga e pronto, não é?
Atordoada e envergonhada, ela demorou a decidir, mas finalmente assentiu com a cabeça e, tentando quebrar o gelo com sorrisinhos e brincadeiras, levantou-se.
Primeiro movemos a toalha e depois, ela teve que se virar para pegar a garrafa de água atrás dela, momento em que pude ver perfeitamente seu bumbum vestido apenas com aquela minúscula tira de tecido que afundava entre os glúteos.
—"Tariro, tariro..." brinquei com a típica melodia dos streaptase.
—"Não me olhe", brincou ela enquanto tentava cobrir o bumbum com uma mão.
— Bom mulher, bom... Que particular terá! Se é que você vê como somos os humanos, não é?... Se estivesse de biquíni não seria nada estranho, mas, por ser roupa íntima que praticamente cobre o mesmo, ficamos muito mais pudicos.
—Sim, eu sei, mas o que você quer que eu faça.
— Relaxa mulher, você está linda. Além disso, ninguém te vê! Dê uma voltinha para eu te ver bem, e você verá como rapidamente perde a vergonha.
Essas demonstrações de compreensão da minha parte, e ver como eu tentava tirar o peso do assunto, pareceram relaxá-la um pouco
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