Disse que mentiu para mim, nenhum dos namorados dela teve qualquer relação sexual com ela, mas sim o padastro, ele tirou a virgindade dela quando tinha 17 anos e pelo menos uma vez por mês forçava ela a chupar ou transar enquanto a mãe não estava em casa. Nisto ela começou a chorar, dizendo que a mãe dela não merecia estar com ela. Abracei-a, sequei suas lágrimas, disse que quem não merecia isto era ela, que ela merecia toda a felicidade do mundo, aproveitei o momento e a beijei, ela aceitou, fui além desabotoei alguns dos botões da camisa e me deparei com um belo par de seios sustentados pelo sutiã branco, aí ela travou, queria ir embora, disse que não era certo o que estávamos fazendo, segurei firme os seus braços e falei: - Esquece o mundo lá fora, o que é certo e errado, só me responda uma coisa, tu quer estar aqui comigo? Ela não pensou duas vezes, disse: - Sim. Eu respondi, então faça o que está com vontade, agora foi eu quem se surpreendeu, ela tirou o casaquinho, a blusa, abriu o fecho da saia e ficou só de calcinha e sutiã no meio daquela obra, disse que se sentia atraída por mim depois daquele dia da pizzaria, que queria ter perdido a virgindade comigo e não com o bruto do padrasto, tirei minha bermuda e botei ela a mamar, tadinha, não sabia nada, tive que ensinar, logo eu, 3 anos mais novo que ela, foi difícil até ela pegar o jeito e mesmo assim os dentes insistiam em roçar na trava da cabeça, acho que ela tinha medo de eu fazer igual ao padrasto. para tirar a calcinha foi outro trabalho, ela tinha vergonha de ficar totalmente pelada, o que pude fazer foi colocar a calcinha de lado para dar uma bela chupada, coisa que o padrasto nunca fez, mesmo com meu zelo e cuidado, ela não gozou, estava muito traumatizada pela experiência anterior mal conduzida pelo padastro, mesmo assim sua bucetinha com uma boa quantidade de pelos claros, estava ensopada, não foi difícel fazê-la se deitar no banco improvisado e penetrá-la com carinho, consegui tirar os seios para fora do sutiã e mamei gostoso naquelas tetas brancas, com mamilo clarinho quase rosado. Eu sempre demorei para gozar, com Selma não foi diferente, para ela sim foi diferente, acostumada a só receber estocadas e esparma do padrasto que gozava rápido, Selam foi se soltando com o passar dos minutos, já ensaiava uma reboladinha apesar da posição desfavorável. Quando percebi, ela estava revirando os olhinhos claros, falando palavras desconexas e tremendo, foi com ela que comecei a dar valor ao que é fazer uma mulher gozar e o quanto é lindo vê-a neste estado e gozar junto. Gozei fartamente dentro dela, meu leite grosso escorria de dentro da bucetinha e se grudava aos pelinhos, tirei a cueca que usava e dei para ela se limpar, nos recompomos, conversamos um pouco sobre o que acabaramos de fazer, ela falou que foi incrível a sensação do orgasmo que teve e que não esperava que fosse tão bom.
Durante 5 meses tivemos um caso proibido, até que Selma foi transferida para outra casa, depois deste dia transamos apenas mais 2 vezes neste período, mas falavamos bastante sobre sexo.
Soube anos depois que Selma abandonara o celibato, estava casada e morava em um bairro próximo, mas mesmo assim nunca mais a vi, infelizmente.