Sem premeditar deixa acontecer

Por: luana-156 • 13/07/2026 • 63354 leituras
Capa do conto
Como já descrito em outros contos, muitas de nossas aventuras acontecem sem premeditação, uma situação, algum local, pode acontecer algo inesperado.
Na ultima sexta-feira, saímos para dar uma volta, comer alguma coisa, foi o que fizemos, quando estávamos voltando vimos uma casa de dança ou baile, coisa simples resolvemos parar no local mais para olhar e tomar uma cerveja e dançar um pouco, mas eu estava com uma dorzinha na perna, dançamos um pouco estávamos nos preparando para sair, pois estávamos sem mesa estava encostado no balcão com ela pensando alto disse: porra ficar em pé e dançar com dor na perna é foda. Um rapaz ao meu lado escutou e prontamente falou, estou com uma mesa ali do outro lado da pista, vim pegar uma cerveja, pois nem garçom passa lá, tinha combinado com um pessoal da escola que ainda não chegaram e pelo jeito nem vem mais. Falei a Lea sobre o que o jovem disse, ela respondeu vamos ficar lá um pouco quando o pessoal dele chegar se mandamos.
Seguimos para mesa, é engraçado, quando do jovem sozinho sentado ninguém apareceu pare saber se queria alguma coisa, foi sentarmos lá já de pronto apareceu um garçom, pedi de cara um balde de cerveja, vem com seis latinhas, começamos a conversar com o jovem. A banda começou a tocar uma seleção de musica brega romântica minha mulher me chamou pra dançar, mas pela dor na perna falei dança com ele. Eles seguiram para pista, como o rapaz disse a mesa estava na ultima fileira bem na parede longe da pista, sinceramente nem os via. Quando voltaram percebi a calça do rapaz estufada, de pau duro. Sentaram, Lea me chama para acompanhá-la que ela queria ir ao banheiro e perguntou ao rapaz se ele queria uma caipirinha ou algo do tipo para mim agilizar no bar para fazerem mais rápido, o jovem indeciso disse não sei, não quero beber muito, eu sugeri, caipirinha dela, eu vou pedir mais um balde e uísque pra mim, o rapaz respondeu um uísque com gelo então, segui com Lea ao bar, comentei sobre o pau duro do rapaz, ela disse, senti estava gostoso, só que é tímido, de vez em quando dava uns aperto, quando terminou a musica deu um beijinho em meu rosto. Falei volta a dançar com ele, beija na boca, dá um amasso, faz ele dar uma chupada em seu pescoço quero ver a marca, mas só isso nada além, isso que gosta vamos deixar para próxima, quero observar como ele reage quando voltar. Começou um seleção de sertaneja, eles foram dançar, na volta ele veio meio cismado sem encarar muito, pegou o copo de uísque dele que a essa altura era mais água e virou de uma vez e foi ao banheiro. Perguntei a Lea o que tinha acontecido. “Beijamos na boca segurei o pau dele por cima da calça ele apertou minha buceta por cima do vestido, chupei o pescoço dele e ele o meu. Quando ele voltar chama ele para irem fumar, viu o maço de cigarros no bolso da camisa. O fumodro fica ali no fim do corredor aqui atrás, lá é meio escuro tem gente fumando mas tem casais namorando, já fui lá, vai para o lado esquerdo que é mais escuro e tem umas plantas e namora um pouco quando voltarem conversamos um pouco com ele e vamos embora. Quando voltaram conversei sobre o local, perguntei se ele vinha sempre lá, trocamos celulares, agradecemos pela companhia e partimos. No carro pedi a Lea o relatório do rápido namoro. Ela falou que no fumodro se beijaram foram para o cantinho, ela tirou o pau dele para fora da calça, ele pois dois dedos na buceta dela, Lea gozou nos dedos dele, ela punhetou um pouco o pau dele que rapidamente gozou nas coxas dela e em cima da calcinha, senti a porra dele espalhada nas coxas e na mão dela, pois ela espalhou para não escorrer. Nem preciso dizer que em casa fudemos bastante e que delicia aquelas coxas grudenta, como cola de tanta porra.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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