Sempre começa com o primo

Por: rafael-83 24/07/2026 606 leituras
Capa do conto

Era de lei, a família se reunia todos os domingos na casa dos meus bisavós - eles moravam na roça, era uma propriedade grande e muito agradável. Na época, eu devia ter por volta dos 7 anos e estava passando pela minha fase de descobertas, brincava com os outros garotos da minha rua e sempre fazíamos o famoso troca-troca, mesmo pequeno eu já sabia que sentia mais prazer sendo o passivo, porém, éramos moleques e dificilmente acontecia uma penetração.
Eu fui apresentado ao sexo por um primo mais velho, até então eu era o mais novo e sempre era excluído das brincadeiras, ninguém tinha paciência para tomar conta do filhinho da mamãe, não que eu fosse mimado, mas me irritava facilmente. As coisas começaram a mudar quando um primo que devia ter 16 anos começou a passar mais tempo comigo, no início era muito divertido, íamos para dentro do mato subir em árvores, tomávamos banho de rio e várias outras coisas que só a roça nos proporciona. Em uma dessas brincadeiras, ele começou a falar sobre masturbação, estávamos debaixo de um pé de manga, sentados e esperando o tempo passar, lembro que era um lugar muito fresco e escuro pois a mangueira era muito grande e tinha galhos baixos. Ele começou a falar aleatoriamente, como quem não quer nada, eu me fiz de desentendido e apenas fui concordando - sempre fui muito tímido e calado, ele interpretou o meu silêncio como um incentivo e continuou no assunto dizendo que batia punheta todos os dias, e, às vezes, com alguns amigos.
- Você já bateu uma? - Perguntou enquanto se sentava ao meu lado, neguei com a cabeça e encarei o chão, com vergonha. Continuei quieto e percebi que ele estava se mexendo, curioso, levantei a cabeça e virei para olhar, o safado tinha abaixado o short e estava pegando no pau duro sob a cueca. Continuamos em silêncio até ele abaixar a peça de roupa e deixar a rola escapar para fora, era enorme! O meu primo era magro e alto, mas o pau parecia pertencer a um gigante, a cabeça era rosada e ele ia engrossando até chegar na base, cheia de pentelhos loirinhos. Sua mão agarrou aquele pedaço de carne e deu início a uma punheta lenta, fiquei hipnotizado com o vai e vem da pele que cobria e descobria a cabeça do pau. O cheiro de macho não demorou para subir, no início eu estranhei e até senti nojo, mas fui me acostumando e percebi que queria chegar mais perto e enfiar o meu nariz no meio das pernas do meu primo. Ele percebeu a curiosidade em meu olhar e pegou uma das minhas mãos, me deixei levar pelo momento e ele a colocou sobre o seu pau. - É só subir e descer, mas vai devagar. - Falou baixinho, concordei timidamente e segurei o máximo que pude com a minha mão pequena, me senti esquisito com o calor que aquela rola emanava.
Ficamos nisso por mais alguns minutos até que ele me pediu para parar, fiquei com medo de estar fazendo errado, mas ele segurou minha cabeça e foi me forçando para baixo, em direção ao seu pau. Encarei a cabeça toda melada e com cheiro forte, um pouco receoso imaginando que gosto teria. - Não, não quero. - Resmunguei tentando me soltar dos seus braços, porém, ele me puxou e me colocou de frente para si. Foi tudo muito rápido, só me lembro da dor do tapa que ele deu em meu rosto. - Eu perguntei se você queria? - Ele falou completamente alterado, não o reconhecia mais. Eu estava assustado e com lágrimas nos olhos, me forcei para trás e consegui me libertar do aperto, correndo de volta para casa.

Disfarcei a cara de choro ao passar pelos meus parentes que estavam reunidos na sala e fui ligeiro para o quarto de hóspedes, rezando para não encontrar a minha mãe. Entrei no cômodo e me joguei na cama sentindo o meu coração batendo forte no peito, tentando processar o que tinha acontecido minutos antes. Levei a minha mão até o meu nariz e inspirei profundamente, o cheiro do meu primo ainda estava impregnado nela. Continuei assim até a hora do almoço, a essa altura todos já estavam bêbados e se divertindo na área de lazer, comi pouco e voltei para o quarto, contente por não ter trombado com o meu primo nesse meio tempo. Me deitei novamente e ouvi o barulho de passos no corredor, uma voz surgiu em seguida, era o meu primo me chamando! O que eu faria? Pensei em me esconder debaixo da cama, mas um sentimento mais forte me fez continuar parado ali, virei de bruços e arrebitei a minha bunda, fingindo dormir.
A porta do quarto foi aberta e ele entrou, a fechando novamente, estremeci ao perceber que ele a tinha trancado. Continuei com o meu sono de mentira enquanto o meu primeiro ia subindo na cama devagar até estar completamente por cima de mim, o seu corpo me pressionava para baixo e eu conseguia sentir a sua rola dura se encaixando no meu reguinho. - Fica quietinho. - Sussurrou perto do meu ouvido e foi abaixando o meu short, na época eu não usava cueca. Sua mão apertou a minha bunda com força enquanto a outra ia abrindo o seu short e liberando o pau da sua cueca, em seguida eu senti a cabeça sendo pincelada no meu buraquinho, o pré-gozo em abundância facilitava o vai e vem. Ele continuou esfregando por mais alguns segundos até começar a força a cabeça contra o meu cuzinho, doía muito e eu quase pedi para parar, mas ele foi mais rápido e passou o braço por baixo do meu corpo e tapou a minha boca.- Se gritar eu te arrebento, viadinho. - Falou mordiscando a minha orelha, o meu corpo estava todinho arrepiado e ansiava por aquele macho. Ele continuou forçando até que a cabeça entrou, eu quis gritar e sair correndo, eu nunca daria conta daquele pau, no entanto, apenas mordi a fronha do travesseiro e apertou os olhos para não chorar. O meu primo continuou forçando e o seu pau entrou pela metade, rasgando e arrombando o meu cuzinho. Eu conseguia sentir aquele pedaço de carne preencher o meu buraquinho, era gostoso, mas doía muito. Ele percebeu que eu não aguentaria mais do que aquilo e começou um vai e vem muito lento, tirava tudo e enfiava o pau até a metade, me abrindo cada vez mais. - Na próxima você vai ter que aguentar tudo, entendeu? - Falou cravando aquela rola toda de uma vez, a dor foi tão grande que o meu corpo amoleceu, como se estivesse anestesiado. Meu primo meteu mais algumas vezes e senti o pau engrossar dentro de mim, estranhei quando ele parou de se mover e continuou parado em cima de mim, respirando ofegante. - Vai ser o nosso segredinho. - Disse e pulou para fora da cama, me deixando sozinho naquele quarto, cheio de dores e desvirginizado.

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