O rosto me era muito familiar, mas não conseguia lembrar realmente. Balancei a cabeça fazendo que nao.
"Estudamos juntos quando crianças."
Foi então quando a ficha caiu e as coisas fizeram sentido. Claro que lembro! Ele era um menino tímido, que não brincava muito com o restante das crianças, sempre no seu cantinho. Nos falamos poucas vezes na infância, apesar de estudar na mesma sala.
Logo ele desceu do carro e começamos a conversar de forma breve, com pequenas perguntas tolas sobre como estávamos e tudo mais que a cordialidade permitisse. Então ele disse que havia acabado de chegar na cidade, que tinha vindo pra um congresso, e que um amigo em comum disse onde ele poderia me encontrar caso precisasse de ajuda em uma cidade desconhecida. Ele precisou. Não sabia onde se hospedar e claro que eu ofereci que ele passasse a noite no meu apartamento. Havia um outro quarto vago, e como eu moro sozinha, não teria nenhum problema.
Entrei no carro e fomos para o apartamento. Continuamos a conversa e logo estávamos falando sobre nossas vidas de forma mais íntima. Sobre alguns namoros fracassados, sobre amigos da infância que eu já não via há muito tempo. Mas sempre o assunto voltava pro sexo. Sobre uma namorada que ele teve, que era minha amiga, e que eles perderam a virgindade juntos. E sobre várias coisas íntimas que eu não imaginei conversar com alguém logo de cara.
Chegamos no apartamento, ele entrou, jantamos um macarrão improvisado. E então abrimos um vinho para conversar. Quando percebi que a garrafa estava seca e olhei pro relógio, já era 3 horas da manhã, e nós sentados no tapete da sala, como se fôssemos adolescentes descobrindo uma atração nova, por alguém que era desconhecido, ou conhecido até demais.
Senti nos seus olhos que ele estava me desejando, e eu provavelmente já não conseguia esconder nada também. Ele me beijou, como se fosse um menino descobrindo uma mulher pela primeira vez. Como se há muito tempo quisesse aquele beijo e com a urgência de quem não poderia esperar mais nenhum minuto. Fiquei sem fôlego. Mas não conseguia me soltar daqueles braços maravilhosos que apertavam minha cintura.
Em pouco tempo eu já não estava com minha blusa e nem com minha calça, ele também estava sem roupa e então ele começou a descer o beijo pelo meu pescoço, tirou meu sutiã e beijou meus seios. Beijou minha barriga até chegar na minha calcinha que já estava molhada. Tirou minha calcinha e me penetrou com a língua. Eu delirei de prazer e comecei a rebolar em sua boca. Suas mãos apertavam meus seios e quando eu estava perto de gozar ele penetrou dois dedos em mim e ficou indo e vindo enquanto sua língua brincava no meu clitóris . Gemi alto de tanto prazer.
E quando terminei , deitei ele do meu lado e subi em cima dele.
"Agora é sua vez menino."
Coloquei pra fora da cueca todo aquele volume que pulsava em minhas mãos. Comecei passando a língua em sua base e subindo até a cabeça. Enquanto uma mão brincava com seus testiculos, a boca subia e descia naquele pau grosso e gostoso. Ele gemia como se nunca tivesse sido chupado na vida, e eu aproveitei pra dar o melhor de mim. Chupei aquele pau com todo o gosto do mundo, enquanto minha mão fazia movimentos de vai e vem . Até sentir que ele gozou na minha boca, e ver todo o seu corpo se contorcendo de prazer. E ouvi:
"Você é incrível garota"