Agora é a vez da minha segunda prima. O diário de sexo da minha vida.
No último conto falei da minha primeira experiência aos 7 anos com minha prima Daiana.
Após este episódio quase todas as vezes que ela ia em casa a gente brincava de médico.
Agora é a vez da Daniele.
Passados 3 anos da minha primeira vez, eu já tinha 10 anos, quase 11 e Daniele já tinha 14. Daniele começou a ficar gordinha, então seus seios desenvolveram super rápido. 14 anos com um seio maior do que mulheres adultas.
Eu vivia na casa da minha tia, que era na rua de baixo mas nunca tinha feito nada com a Daniele.
Um dia, estávamos assistindo à Sessão da Tarde (Lagoa Azul), me lembro como se fosse hoje. Eu como sempre inocente e a Daniele do meu lado no sofá da sala. Estávamos sozinhos, minha tia tinha ido ao mercado, meu tio trabalhando e meu primo na escola.
A Daniele já estava na puberdade, então um simples filme a tarde onde mostra atores semi nus já era um gatilho para ela.
Ela olhou para mim e disse se poderia fazer uma pergunta.
Achei estranho, mas pedi para fazer.
-Sua mãe tem pelo na perereca?
Eu fiquei vermelho, não sabia o que dizer, pois foi uma pergunta que não estava preparado. Apenas acenei a cabeça e perguntei o porquê da pergunta.
Ela disse:
-É que está nascendo pelos na minha, quer ver?
Eu também não disse nada e só acenei a cabeça com um sim.
Ela apenas puxou sua calça um pouco pra baixo e mostrou uma mini mata que estava crescendo ali. Foi nessa hora que meu lado malicioso aflorou. Então eu disse:
-Não consegui ver direito, é muito grosso, igual barba?
Ela então pegou minha mão e colocou dentro de sua calça e disse para eu sentir.
Eu peguei apenas nos pelos e disse que legal. Ela empurrou minha mão para a portinha de sua buceta. Eu senti tudo molhado já. Devia estar assim a muito tempo pois meus dedos deslizavam por toda a sua xana.
Melei toda sua calça até que encontrei o buraquinho e coloquei dois dedos. Ela deu um gemidinho de dor, mas pediu para tentar colocar mais fundo.
Então ficamos no sofá um bom tempo eu batendo uma siririca pra ela, sem nem saber o que era uma siririca rsrs.
Ela gemia, pedia para eu colocar o dedo com força, até que aprendi por instinto o caminho do ponto G. Acertei o clítoris dela. Daniele deu um urro e começou a se contorcer pedindo para eu não parar.
Ahh! Continua. Não para, continua! Isso, assim...
Confesso que achei estranho pois nunca tinha visto um orgasmo na vida.
Ela se levantou e perguntou se eu queria ver outra coisa. Foi então que ela levantou a camiseta já sem sutiã e botou aqueles dois melões firminhos na minha cara. Não pensei duas vezes e comecei a mamar, apertava, passava a língua, sugava. Fazia de tudo o que podia com aqueles peitos enormes. Os maiores que já vi na vida, minha mãe trocava de roupa na minha frente e mesmo assim o da Daniele era maior.
Ela ficou sentada novamente e agora pediu para chupar seus peitos e colocar o dedo em sua boceta. Eu comecei a fazer os movimentos com o dedo até acertar o clitóris de novo, mas agora mordiscando aqueles peitos lindos. Não demorou muito e ela começou a tremer e teve outro orgasmo.
Paramos por ali, pois já era hora do meu primo chegar.
Depois desse episódio, nunca mais fiz nada com a Daniele. Ela casou, teve filhos e parece que esqueceu desse acontecimento.
Mas hoje, com 38 anos, ela me disse que foi a um psiquiatra e descobriu que é ninfomaníaca. mas não tocamos no assunto da nossa infância.