SR. ANTENOR, MINHA ESPOSA E A MINHA SOGRA - Parte 2.
Quando Paula levou Sr. Antenor até sua casa e demorou era porque na realidade ele pediu a ela que fizesse um boquete, o que relutou de inicio, tinha medo de serem descobertos.
Sr. Antenor tira o pau para fora e mostra como está duro dizendo ser por causa dela aquela excitação e que se ela não demorasse a fazer ninguém notaria a demora.
Ela então se aproxima dele, dá-lhe um gostoso beijo na boca, o deixa acariciar sua boceta e ele nota que ela está molhada e fala:
- Danada, menina gostosa, você está excitada e com vontade de ser fodida.
Ela simplesmente se abaixa e começa uma punheta seguida de boquete, começando pela cabeça do pau, que está lubrificada e depois abocanha tudo o que cabe em sua boca, acaricia com uma mão o saco e com outra segue na punheta,
- Vai menina gostosa, chupa esse pau veio e alisa meu sacão, logo você terá o que quer, vou encher sua boca com porra bem quentinha.
Ela, em silencio apenas levanta a cabeça e com um olhar de aprovação praticamente está pedindo que ele goze em sua boca.
Ele solta um gemido e anuncia o gozo, esporrando dentro da boca de minha esposa.
Ela engole tudo, limpa o cacete e sem dizer uma palavra retira-se.
Eu estava sendo iniciado na vida de corno por um senhor de 78 anos.
Naquela noite metemos gostoso e Paula se soltou mais que o normal e pude apreciar uma nova mulher, deliciosamente putana.
Na manhã seguinte, por volta das 07:00 horas o Sr. Antenor adentra em minha casa. Paula e sua mãe D. Odete estão apenas de roupão e tratando de atender nossos filhos que irão para a escola. Eu e o Sr. Antenor iniciamos nossa conversa.
Simplesmente para ele e para minha esposa é como se nada tivesse ocorrido no dia anterior. Vida de corno é foda.
Após nossa conversa levanto e vou ao banheiro, tempo que o Sr. Antenor sinaliza à Paula para ela ir de roupão mesmo até sua casa.
Crianças embarcam na perua escolar, eu e o Sr. Mauro, meu sogro, embarcamos para nossa viagem de 3 dias.
D. Odete volta para a edícula e repousa até mais tarde. Paula vai para nossa suíte, apara os pentelhos da boceta, toma um banho, capricha na limpeza de suas partes intimas e vai até a casa do Sr. Antenor.
Quando entra, ele está envolto em uma toalha e é notável o volume de seu cacete duro. Ela dá um suculento beijo, acaricia o cacete e quando vai abaixar para abocanha-lo, Antenor fala para irem ao seu quarto.
Manda-a tirar o roupão e subir na cama, quer admirar seu lindo corpo, fala para ela girar e abaixar, exibindo sua gostosa bunda e sua boceta, visivelmente molhada e diz:
- Irei retribuir seu carinho de ontem, vou te chupar até você gozar também.
Nisso se aproxima dela, põem uma das pernas sobre seu ombro, afasta a outra deixando ao seu alcance aquela bocetinha limpinha, perfumada e depilada para ele chupar deliciosamente.
Ela sente a língua dele percorrer toda a boca da boceta, até seu cuzinho, arrepia todinha.
Sente o primeiro orgasmo, tenta disfarçar, mas o experiente amante percebe e num movimento suave faz com que ela fique deitada e mantendo-se no meio de suas pernas capricha mais ainda na chupada e ela perde o controle, apertando sua boceta contra o rosto do amante. Goza gostosamente enchendo a boca dele com seu melzinho,
Ele então começa a subir em seu corpo, beijando sua barriga, enfiando a língua em seu umbigo, ela delirando de prazer e tendo mais um orgasmo, ele continua subindo, beija um seio, acaricia outro, inverte e chupa um e mordisca outro e finalmente chega a sua boca.
Paula está totalmente entregue as caricias do Antenor, que ao beijar na boca, enfia a língua e ela a recebe chupando e mordiscando, quando dá por si, sente que o pau do amante já está invadindo sua boceta.
Não oferece resistência, mas sussurra que não quer que ele goze dentro alagando ser exclusividade do maridinho.
Sente o restante daquela deliciosa pica invadir por inteiro sua bocetinha e se ajeita para entrar o que ainda faltava, até sentir o saco do macho bater em sua bunda.
Estava estranhamente feliz por receber esse senhor de 78 anos fodendo sua grutinha.
Antenor começa a fodê-la num movimento suave, mas viril, sente o quanto a amante tem a bocetinha apertada e aveludada, quentinha, delicia.
Paula tem seu primeiro orgasmo sentindo o cacete do amante fodendo-a, praticamente entre em delírio indescritível e sente o amante despejar uma torrente de porra quente dentro de sua bocetinha. Adorou e não reclamou.
Ficam abraçadinhos até o pau amolecer completamente e sair naturalmente de sua boceta e junto veio um jato de porra a escorrer em sua virilia.
Ela faz com a mão uma conchinha, aparando aquela porra e despesa o conteúdo em sua boca, mostrando ao amante o quanto de prazer ele tinha proporcionado a ela.
Ele beija suavemente sua boca. Momento mágico entre os amantes.
Vão direto para o banho e lá continuam a fazer carinhos e Paula aproveita e faz um boquete deixando Antenor excitado e ali mesmo ele consegue enfiar o cacete entre as pernas dela e acaba dando uma pequena, mas gostosa ejaculada, Ela vibra.
Após cada um volta aos seus afazeres.
Segue na parte 3.