tão prazeroso

Por: ana-107 • 10/07/2026 • 221775 leituras
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Sexta-feira à noite, recém-chegados para o findi na serra depois de organizar a despensa e repassar os detalhes que faltavam, Léo e eu fomos assistir TV. e ele conectou o canal de pornografia. O enredo é o mesmo de sempre. Um cara fodendo a mocinha . Não sei por que, ou melhor, por causa da semana de trabalho, Léo ficou com tesão bem rápido. Levou minha mão à sua virilha e eu a coloquei entre minhas coxas sentindo como seu membro crescia rapidamente. Minutos depois eu já estava chupando aquela iguaria deliciosa. Imagine como é sentir a firmeza, o calor, a dureza da masculinidade do meu namorado na minha boca. Eu estava ficando excitadíssima também. Resolvemos desligar a TV...
A ereção da sua rola deixava-me louca. Tirei os seus sapatos, abaixei minha calcinha e continuei com o que estava fazendo, ou seja, tentando mexer meus lábios, minha língua, o melhor que podia para lhe dar o maior prazer possível.

Uma das coisas que ele mais gosta é que meus lábios cheguem à base de seu pau, que meu nariz acaricie os pelos na raiz daquele monumento glorioso. E lascivamente consciente disso, minha língua brincava para cima e para baixo na frente. E ainda mais, ele movimentava seu membro com os músculos pélvicos ao movimento de sobe e desce. Sem muita pressa, para não tirar muito da base. Então eu tenho ele toda dentro e nós dois aproveitamos cada milímetro.

Depois de tentar diferentes técnicas de felação, abri-me em oferenda e continuei chupando. Meus lábios esfregando a glande com pressão e ritmo. Eu estava prestes a mudar para outra técnica quando ele me disse que queria meter. Oops! Eu ansiosa para que isso acontecesse. "-Quero sua bunda! Deixa!" Fiquei o mais confortável que pude e dobrei meus espaços, tomando cuidado para não perder aquela posição e aquele movimento. Ele certamente sentiu meu corpo mover-se tomado de excitação. Eu senti seu membro aumentar um pouco mais de tamanho. Em meio a suspiros Léo começou a acariciar seu membro com a mão, mas eu não o deixei terminar. Logo minha boca voltou a engolir aquele falo tão suculento. Debruçada em decúbito de pura luxúria ofereci-me à sua penetração. Minutos depois, extasiada, senti como o leite dele encheu meu reto. É uma sensação inenarrável sentir a ejaculação numa região corporal tão sensível. Sentir o parceiro estremecer em meio a gemidos, rebolar impelindo a rola impedindo-a de sair de dentro, prolongando o êxtase dolorido até que não haja vestígio do sêmen deliciosamente pegajoso.
Eu já tinha tido um orgasmo anal tamanho real. Então Léo saiu de mim me deitou e se dedicou à mesma coisa que eu havia feito com ele momentos antes. Realmente, um minete pode ser tão prazeroso... Ele parou de chupar e veio me beijar na boca. Sentindo seu corpo quente junto ao meu, seus lábios com os meus, seu cabelo acariciando meu corpo. Deliciosamente foi o suficiente para o leite fluir de novo com uma pequena ajuda da minha mão. Depois dediquei-me a recolher todo o leite que porventura restava no seu membro.
Sem dúvida, nada como um boa foda anal para dormir tranquilamente no fim de semana.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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