Como eu passei de entregador de aplicativo para técnico de internet e tive uma experiência incrível com um bezerrinho de 12 anos.
Tô de volta pra contar mais uma experiência.
Pra quem ainda não me conhece, clica no meu nome "p2moto" pra acessar meus outros contos.
Neste ano eu mudei meu ramo de atividade profissional. Entrei em uma operadora de telefone e internet, realizei o treinamento de instalação e hoje trabalho de carro atendendo chamados por aí.
No sábado passado eu recebi um chamado para atender: A internet na casa não estava funcionando, sem sinal. Me dirigi até a residência, uma rua sem saída. Encostei o carro e liguei para a pessoa que solicitou a visita técnica. Ele se chama Murilo.
- Alô, Murilo? É o técnico da internet, cheguei aqui na sua casa.
- Oi. Eu precisei sair, vim aqui no mercado, mas meu menino tá em casa. Pode chamar por mim aí que ele te atende.
Chamei o Murilo uma, duas, três vezes. Na quarta vez, apareceu um garoto meio sonolento e despenteado para me atender. Pensei "poh, 10h da manhã e o mlk dormindo, fala sério".
O nome dele é Guilherme, aparenta ter uns 12 anos. Pele clara, cabelo e olhos castanhos, vestia uma bermuda curta e uma camiseta e calçava chinelo. Ele apareceu na janela da sala e logo saiu para abrir o portão. Cumprimentei, ouvi o que estava acontecendo e subi até o quarto onde ficava o modem da internet, que parecia ser o quarto dele mesmo. Cama de solteiro, guarda-roupa com 2 portas de correr, computador, carregador de celular, bonecos de super heróis e um PS4. Devia ser mesmo o quarto dele.
Enfim. Analisei o modem, fiz testes, verifiquei o cabeamento, busquei outro modem no carro...
O computador estava ligado, sem conexão. O garoto estava calado em todo esse tempo, sentado na cama e mexendo no celular.
Ao trocar o modem, a internet funcionou e conexão voltou. Pedi para o garoto fazer teste de conexão no computador. Quando ele abriu o navegador, que estava minimizado, tinha uma página recarregando. Ele rapidamente abriu outra aba do navegador pra realizar o teste, achando que eu não iria ver o que estava aberto na outra aba.
Na aba que recarregou, no canto superior esquerdo do navegador, estava escrito "Novinho mamando ro..."
Eu já estava há meses sem uma experiência diferente e ali não me contive. Soube que o moleque estava vendo pornô gay e com certeza estava afim de mamar rola.
O celular dele tocou, ele atendeu.
- Oi, pai. Sim. Deu certo, internet já voltou. Tá bom, até daqui a pouco.
Ali eu deduzi que o pai dele logo voltaria pra casa e, então eu decidi ir pra cima e aproveitar a brecha. Questionei ele sobre a outra aba aberta no navegador.
- O que é aquela outra aba ali aberta?
- Não é nada.
Rapidamente eu peguei o mouse e troquei de aba antes que ele fechasse. E apareceu na tela um vídeo em um canal pornô de um novinho (rapaz) mamando rola em um banheiro. Ele ficou muito assustado na hora, envergonhado e começou a fazer cara de choro.
- Nossa, como isso foi parar aí? Abriu sem querer.
Eu respondi:
- Tudo bem. Eu tenho filho e sei que devo contar ao seu pai...
- Não conta pro meu pai, por favor. Foi só uma vez que eu vi.
Ele começou a chorar.
Eu estava segurando a mala que carrego ferramentas e aparelhos. Na hora eu soltei a mala e olhei pra ele.
- Não conto se você fizer igual ao vídeo... Chupa o meu pau.
Enxugando as lágrimas e ainda soluçando, ele sinalizou que sim com a cabeça.
Eu me aproximei dele. Ali meu pau já tava latejando. Foi só tirar o cinto, a calça e a cueca que o garoto por pouco não leva uma bigolada rsrs
Estávamos ali. Ele sentado na cama, eu em pé com o pau durasso na frente dele. Eu mandei ele segurar com uma mão e por na boca.
Ele disse que nunca tinha feito, mas pelos vídeos teve uma noção e começou a mamar. Babando bastante, tanto que escorria saliva pelo meu saco e criava aquele fio maravilhoso. E ele foi chupando, tomando conhecimento, devagar.
Eu, ciente de que o pai dele logo chegaria, precisava terminar logo. 5 minutos de mamada apenas, segurei a cabeça dele e comecei a soca a rola na boquinha. Ele engasgou, tentou me empurrar umas 4 vezes. Eu sentia meu saco batendo no queixo dele, que sensação...
Segurei ele pelo cabelo castanho e desarrumado e soquei a rola na boca mais rápido até gozar, urrando, 5 jatos de porra. O primeiro mais farto, é claro. Mandei ele engolir tudo, se não contaria ao pai dele. No mesmo momento, escuto o barulho do portão abrindo.
Eu subi rapidamente as calças e mandei o garoto ir lavar a boca.
Fechei a aba do navegador, peguei minha maleta e comecei a ir embora. Passei um diagnóstico ao pai dele, acrescentando problemas no trabalho para justificar a minha demora, e parti. Ele nem imagina que o filho dele foi meu bezerro por alguns minutos.
Essa foi minha nova experiência. Retornarei com novidades mais pra frente.
Comentem. Até a próxima!