Tesão Pela Empregada

Por: rafael-230 • 20/07/2026 • 9601 leituras
Capa do conto

Naquela tarde quente de verão na casa grande perto do mar, tudo parecia normal, mas eu, Ana, sabia que seria especial. Tenho 38 anos, corpo com curvas e cabelo castanho comprido. Eu cuido da casa todos os dias, mas no fundo, penso em coisas safadas. Meu marido, Ricardo, tem 42 anos, é alto e forte, e é o centro das minhas ideias. Maria, nossa empregada de 25 anos, é morena com pele escura do sol, olhos que chamam atenção e formas que mexem com a gente. Ela trabalha aqui há meses, e eu vejo como Ricardo olha para ela – e isso me deixa animada, não brava. Imagino ver ele com outra mulher, como Maria, que é ousada e sexy.

Decidi fazer isso acontecer. Fingi que ia sair para uma reunião e saí de casa, mas me escondi no jardim, atrás das plantas altas. Dali, pela janela grande, eu via bem a sala. Meu coração batia rápido só de pensar. Ricardo estava lá, no sofá de couro, mexendo no computador, sem saber de nada.

Vi Maria entrar, mexendo os quadris de propósito. A roupa dela estava mais justa, a saia curta mostrando pernas longas e bonitas. "Senhor Ricardo, posso limpar aqui agora?", ela disse com voz macia, se abaixando para pegar um pano. Os peitos dela roçaram no braço dele, e eu mordi o lábio, sentindo um calor entre as pernas. Ela fazia de propósito, e eu gostava.

Ricardo tentou fingir que não ligava, mas os olhos dele mostravam o contrário. Maria sentou no braço do sofá, cruzando as pernas e subindo a saia um pouco. Meu pulso ficou mais rápido quando ela se aproximou e sussurrou no ouvido dele – "Eu vejo como o senhor me olha... E se eu dissesse que gosto disso?" – e passou a mão no ombro dele. Eu me apoiei numa árvore, o ar quente do jardim misturando com o fogo no meu corpo. Quando Ricardo a beijou, com fome e pressa, eu soltei um gemido baixo. Era de verdade, e eu via tudo.

Maria abriu a blusa devagar, mostrando peitos firmes e grandes, sem sutiã. Meu Deus, como ela era bonita. Ricardo a puxou para o colo, as mãos tocando nela com vontade. Eu via tudo: os sons dele, como ela se roçava nele, abrindo a camisa do meu marido. "Quero sentir o senhor dentro de mim", ela sussurrou, e eu senti um molhado entre minhas coxas. Não aguentei; passei a mão por baixo da minha saia, me tocando devagar enquanto via Ricardo subir a saia dela, vendo que não usava calcinha.

Ele entrou nela devagar, e os dois gemeram juntos. Maria subia e descia com ritmo, os peitos balançando, as mãos apertando os ombros dele. Eu me tocava no mesmo ritmo, pensando no prazer que Ricardo sentia, o suor nos corpos batendo um no outro com loucura. Era errado, mas excitante, e eu mandava, mesmo de longe.

O gozo deles foi forte – Maria gritando, o corpo tremendo, Ricardo gozando dentro dela. Eu gozei quieta, as pernas moles, o corpo latejando de prazer. Quando Maria saiu da sala sorrindo, eu respirei fundo e voltei para casa como se nada fosse.

Naquela noite, no quarto, sussurrei para Ricardo: "Eu vi tudo... e adorei." O olhar dele de surpresa virou desejo, e soubemos que isso era só o início de mais brincadeiras juntos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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