Três amigas/inimigas parte II

Por: carla-321 • 20/07/2026 • 777 leituras
Capa do conto

Poucos dias depois dos acontecidos no primeiro conto, acabaram as aulas, imaginei que ficaria só nisso mesmo. Mas minha mãe recebeu um SMS (sim, sou dessa época, e sim, eu não tinha celular) da Jaque dizendo que haveria uma palestra sobre como entrar nas forças armadas e que eu poderia me interessar, eu logo entendi, ela estava querendo rola. Nessa época era muito difícil termos alguma liberdade, só íamos à cidade uma ou duas vezes por mês, e sempre com nossos pais, imagino que isso era para todos os meus colegas, alguns iam menos ainda. Realmente haveria a tal palestra, e nenhum pai roceiro poderia ficar até o final da palestra devido aos afazeres da fazenda. Além disso, ter um filho militar era o sonho de pelo menos 7/10 de cada um de nossos pais, poderiam fazer o sacrifício de deixar os filhos sozinhos na cidade. Eu jamais admitiria isso pra ela, mas essa foi uma jogada de mestre dela. A palestra era no Clube Recreativo da nossa cidade, nos encontramos lá, assinamos a lista de presença e saímos (nem sei porque assinamos, não teria como nossso pais checarem, mas talvez tenha sido força do hábito). As três estavam lá, Jaque, Dayane e Aline, saímos sorrindo e felizes como cúmplices, teríamos a tarde inteira pra fazermos o que quiséssemos, até cada um ter que se apresentar na casa de alguma tia ou parente para dormir e regressar para a zona rural no dia seguinte. Passamos logo numa farmácia e compramos um frasco de lubrificante íntimo e 5 pacotes de camisinhas, 5x3=15 camisinhas! Não usaríamos aquilo tudo mas jamais poderíamos correr o risco delas engravidarem, além disso, para todos os efeitos elas eram virgens, a Jaque e a Dayane certamente não eram, a Aline eu não sei. E eu devia ser um dos mais cabaços, havia transado umas 3 ou 4 vezes apenas. Todas as minhas transas só aconteceram porque eu era bonito, alguns dos amigos mais feios só perderam o cabaço na zona ou depois que casaram.

Fomos direto para um hotelzinho fuleiro, chamado Luar, R$30,00 o pernoite, que muitos usavam como motel, e nós também, chegamos como amigos mas chegando no quarto, a Jaqueline já colocou os dois braços em volta do meu pescoço e o ascou o melhor beijo que ela poderia dar na minha boca, ela deve ter esperado anos por esse momento, quando paramos de nos beijar, a Dayane se aproximou e aconteceu algo que eriçou até meus cabelos da nuca, as duas, Jaque e Day começaram a se beijar pra caralho, com intimidade, (as duas já haviam feito isso antes, isso nem a minha mente doentia havia imaginado), entrei no meio, num beijo triplo. A Aline só assistia, e parecia confortável assim. O Quarto era pequeno e só havia uma meia parede entre o chuveiro e o quarto. Decidimos tomar banho antes de foder, afinal de contas havíamos vindo de carona, pau-de-arara e galinhão e não havia como estarmos cheirosos. Tomei o banho com a Day, pela primeira vez pude ver aqueles peitões maravilhosos, me lembro também do pezinho pequeno e do formato das unhas. Quando voltamos, a Jaque foi para o banho. Ela voltou se achando muito linda, não era, mas tinha uma buceta peluda incrível. Quando ela retornou a Day estava cavalgando no meu pau e balançando os peitões. Achava que aquilo estava incrível, mas melhorou, a Jaque subiu em mim e começou a esfregar a buceta na minha cara, acho que não mente dela, estava se vingando por eu ter enfiado o pau na boca dela. Ela estava muito excitada, cravava as unhas na minha cabeça enquanto eu bebia o mel que descia direto da fonte (a buceta peluda dela), a camisinha estourou quando eu estava gozando, voou porra pra todo lado, acho que um pouco foi dentro da day, A Jaqueline deve ter tido orgasmos múltiplos com a minha língua dentro dela. Mas a tarde era longa, me recuperei e comecei a comer a Jaque no papai-e-mamãe, que transa gostosa, sem camisinha mesmo, porque no segundo round é mais fácil de controlar, iniciei cadenciado, fui acelerando à medida que ela foi gostando e gozei na barriga dela depois de uns 20 minutos de foda. Aquilo era demais, a Day pelada com o papel higiênico limpando a minha porra na barriga e nos pentelhos da Jaque, eu com a rola mole deitado ao lado e a Aline, que não sei porquê, estava só de calcinha e sutiã assistindo aquela putaria toda. Nada contra as feias, já comi muita feia, mas ela claramente não queria transar com nós.

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