Um caso inesquecível - Real 7

Por: gabriel-298 • 11/07/2026 • 193244 leituras
Capa do conto
Após o último acontecimento eu estava cada vez mais envolvido com ela.
Até esse momento não disse seu nome, vou chamá-la de "D".
O sexo anal foi maravilhoso, não saia da minha cabeça a sensação de ter um cuzinho macio engolindo meu pau.
Foi incrível.
Nossa relação estava evoluindo bem, eu mantinha tudo em segredo e a gente transava sempre q possível.
Muitas vezes no almoço passava com ela me chupando até o fim...
E ela dizia adorar.
- adoro sua porra doce... Quero todos os dias, meu amor.
Eu estava vivendo uma lua de mel sacana com uma mulher deliciosa e casada.
Um dia, ela me ligou no ramal e só disse assim.
-precisamos conversar.
Pra quem é homem sabe oq essa frase causa.
Pensei um milhão de coisas.
Ela estava grávida?
Queria acabar com tudo?
Vai contar pra alguém?
Contou pra alguém?
Fiquei maluco, exigi q me contasse, mas nada.
Disse que mês esperaria no parque para conversarmos.
Bom, o dia foi bem pouco produtivo.
Fiquei pensando besteira durante todo o expediente.
Mas no horário marcado estava lá.
Sem cerimônias ela ma chamou em um local mais escuro (já não era mais horário de verão) e me confessou.
- Tenho q te falar muitas coisas. E não quero q vc surte.
-Diz logo. Tô ficando maluco.
- Tá bom, vamos às confissões. Até vc chegar na minha vida eu só tive um único homem. Meu marido.
Achei uma revelação interessante e muito lisonjeira, mas sabia que não era só isso, então esperei ela continuar.
- E eu amo meu marido.
Por essa eu não esperava, afinal ela falava pouco sobre os sentimentos dela por ele, só as reclamações habituais, sobre rotina e falta de atenção.
- Mas eu tb te amo.
Fiquei mais tranquilo e continuei ouvindo.
- desde o começo, quando começamos a flertar, eu...
Eu Fiquei apreensivo aguardando...
- Eu sempre contei tudo pra ele.
Gelei na hora, fiquei totalmente sem reação.
Ela vendo minha cara de pavor continuou.
- Ele sempre soube e na verdade...
Fez uma pausa.
- Sempre incentivou.
Tomei um outro soco no estômago.
- Como assim? Eu... Eu.. não entendo.
Ela respirou fundo e continuou.
- há alguns meses, Nós tínhamos essa fantasia de mais um membro na nossa cama. A princípio eu achei q ele queria uma outra mulher. E até não era tá contra, afinal ainda tenho vontade de estar com uma.
Eu só ouvia, estático.
- mas ele me confessou q queria me ver com outro homem, desde q fosse alguém discreto e de preferência casado, pra não dar conversa.
Eu continuava ouvindo.
- foi quando vc surgiu. E o resto é história.
Eu acordei do meu transe e só falei.
- Porra, como assim?
Ela deu um sorrisinho conciliador.
- Calma, meu bem. Sei oq vc está pensando e como está se sentindo, mas...
Não deixei q terminasse.
- Sabe? Sabe mesmo?
- Sei - disse ela - vc se sente usado e enganado.
- exato...
- Então, mas eu não esperava me apaixonar por vc, e tudo mudou, sou capaz de qualquer coisa, encaro tudo e qualquer proposta. Sou sua escrava... Nada do que me propor eu vou recusar. Vc é meu dono.
- E seu marido?
- Eu sou a dona dele. Ele faz tudo por mim.
De alguma forma aquilo mexeu comigo.
De alguma maneira me conectei com o marido dela, no começo senti pena dele, afinal um homem não deve se sujeitar a isso. certo?
Errado.
Comecei a questionar as motivações do cara é comecei a entender a liberdade de espírito, sem possessão e consegui me colocar na posição dele.
E me veio o motivo dela abrir essa situação pra mim.
- por que me falou tudo isso?
Ela respondeu.
- Porque quero meus dois machos comigo.
Ela não me deixou responder, veio me beijando, mesmo ainda estando em lugar público.
Seu beijo quente, molhado, cheio de malícia.
Levou a mão ao meu pau e desabotoou minha calça.
- quero seu pau no meu cú, ele já está pronto pra vc.
Abaixou a calça legging empinando a bunda redonda e macia.
Guiou meu pau até seu cuzinho e foi empurrando a bunda, engolindo meu pau até o fundo.
Virou-se pra mim enquanto mexia gostoso e disse.
- Come o cú da sua escrava, come...
Ela gemia desvairada. Meu pau entrava apertado.
Ela começou e gemer mais alto e foi então q percebi q ela estava com uma bolinha vibratória em seu clitóris.
Eu peguei pelos seus cabelos, fodendo-a com violência.
- Já que é minha escrava, vai levar porra nesse cú e dar pro seu corninho beber. Minha puta gostosa.
Dei algumas bombadas ao som dos seus gritos de prazer e dor, e gozei com meu pau no fundo de seu intestino, descarregando muita porra dentro dela.
Deixei o pau amolecer dentro dela enquanto ela se recuperava.
E tirei.
Vi seu cuzinho arrombado e com porra é um pouco de sangue.
- Mostra pro seu marido o q eu fiz. Quem sabe na próxima eu deixe ele assitir...
Se for bonzinho, pode até participar...
Ela sorriu, um sorriso safado com o canto de boca, com o rosto vermelho do orgasmo.
- Tudo que quiser, meu dono... Tudo que quiser.
P.s.: fotos do nosso encontro em trio.

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